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IP - IPJPS - Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada: Mestrados

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  • CONTRIBUTOS DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NA TRANSIÇÃO CURRICULAR PARA O 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO
    Publication . Barreto, Inês Marlene Silva Henriques; Leitão, Ana
    Espaço de reflexão crítica sobre o percurso formativo desenvolvido ao longo das Práticas de Ensino Supervisionadas e sobre a construção da identidade profissional, o presente Relatório Final constitui um marco importante na preparação para a docência. A partir das experiências vividas em contexto real, as experiências vividas em contexto real, em ambas as valências e no mesmo contexto institucional, permitiram compreender de forma mais clara a importância da continuidade educativa e da articulação entre ciclos. Foi neste enquadramento que surgiu o interesse em aprofundar o papel da consciência fonológica no desenvolvimento da linguagem e na aprendizagem da leitura e da escrita, sobretudo na transição para o 1.º Ciclo do Ensino Básico. Com base nesta problemática, desenvolveu-se um estudo de natureza qualitativa, recorrendo à observação, à aplicação de um instrumento de avaliação da consciência fonológica às crianças e à realização de entrevistas semiestruturadas a educadoras de infância e professores de 1.º ciclo, o que permitiu conhecer diferentes perspetivas sobre esta temática. Os resultados obtidos mostram que a consciência fonológica é reconhecida como uma competência fundamental no desenvolvimento da literacia emergente, sendo a sua promoção intencional, através de atividades lúdicas e significativas, associada a aprendizagens mais consistentes e a uma transição mais tranquila entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico. De forma geral, o estudo evidencia a importância de práticas pedagógicas intencionais e de uma maior articulação entre níveis de ensino, de modo a garantir a continuidade das aprendizagens e a responder de forma mais ajustada às necessidades das crianças.
  • Inclusão, Diversidade e Valores de Cidadania em Contexto Pré-Escolar
    Publication . Biltereyst, Julie Valentine Marques Leal.; Nogueira, Clementina
    O presente relatório final foi desenvolvido no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada (PES), no contexto do mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º. ciclo do Ensino Básico, realizado no Instituo Piaget de Almada. O documento reflete as aprendizagens mais significativas decorrentes das experiências de estágio, nos contextos de Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico no ano letivo de 2024/2025. O foco central deste documento incide sobre a valorização da diversidade, a promoção da inclusão e desenvolvimento da cidadania como princípios orientadores da ação educativa. Metodologicamente, o trabalho segui os princípios da investigação-ação, com base em observações, registos de campo, planificações e reflexão continua sobre a prática. Os resultados apontam para a relevância de práticas pedagógicas intencionais, inclusivas e participativas, capazes de potenciar o desenvolvimento integral das crianças e de contribuir para uma educação promotora de equidade. Os resultados obtidos ao longo da intervenção-ação mostram transformações claras na forma como as crianças passaram a relacionar-se entre elas. Relevaram mais disponibilidade para conversar sobre as diferenças físicas e motoras, deixaram de recorrer a alcunhas, e começaram a integrar os colegas mais novos. De forma geral, o relatório final evidencia que as práticas pedagógicas intencionais e inclusivas têm um impacto direto na construção de ambientes educativos equitativos. O meu percurso formativo permitiu-me consolidar competências profissionais essenciais para a minha formação enquanto futura educadora.
  • BRINCAR COM SONS: Oportunidades para o desenvolvimento da consciência fonológica na Educação Pré-Escolar
    Publication . Silva, Ana Rita de Sousa e; Leitão, Ana
    A promoção da consciência fonológica na Educação Pré-Escolar assume-se como um domínio central no que diz respeito ao desenvolvimento das competências linguísticas das crianças, contribuindo não só para a consolidação da linguagem oral, mas também para a ampliação de vocabulário, para a aquisição de competências metalinguísticas e, ainda, para a construção de bases consistentes na aprendizagem da leitura e da escrita. Neste enquadramento, o presente estudo tem como principal objetivo analisar o contributo de atividades lúdicas – nomeadamente rimas, lengalengas, jogos fonológicos e explorações sonoras – na consciência fonológica em idade pré-escolar, no âmbito de uma prática pedagógica intencional e reflexiva. Para a concretização deste estudo – que assume uma abordagem metodológica mista – foram mobilizados instrumentos de recolha de dados de natureza qualitativa e quantitativa, designadamente um questionário sociodemográfico, uma entrevista semiestruturada à educadora cooperante e o Teste de Avaliação da Linguagem Oral (Sim-Sim, 1997). A recolha de dados envolveu a aplicação individual do teste às crianças e a realização da entrevista em contexto educativo. Os resultados revelam a existência de diferentes níveis de desempenho linguístico entre as crianças, corroborando a natureza progressiva e diferenciada do desenvolvimento da linguagem. Os dados sugerem, ainda, um contributo positivo da estimulação da consciência fonológica ao nível da identificação e manipulação de unidades sonoras e da discriminação auditiva, ainda que não permitam estabelecer uma relação direta e conclusiva com a aprendizagem formal da leitura e da escrita. A análise qualitativa evidencia a importância de contextos educativos ricos em interação, da intencionalidade pedagógica e da diferenciação educativa, destacando o papel do educador como mediador do desenvolvimento linguístico. Neste quadro, assume especial relevância a integração intencional da expressão musical como estratégia pedagógica no desenvolvimento da consciência fonológica. A utilização de canções, histórias cantadas, lengalengas e atividades de exploração sonora manifestou-se especialmente significativa no que diz respeito ao reconhecimento de rimas e a segmentação silábica de forma envolvente e lúdica. A articulação entre a linguagem e a música representou, desse modo, um elemento estruturante da intervenção, proporcionando aprendizagens mais significativas através da musicalidade da linguagem e da repetição. Estas práticas educativas favoreceram um maior envolvimento das crianças e o desenvolvimento das suas competências fonológicas de forma natural e integrada. Globalmente, o estudo reforça a importância de práticas pedagógicas centradas nas crianças, que valorizem a dimensão musical como facilitadora do desenvolvimento das competências comunicativas e da construção de alicerces para aprendizagens futuras.
  • A CRIATIVIDADE NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO
    Publication . Pereira, Telma Denise da Palma; Milheiro , Ana
    Este Relatório Final, que surge no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), contém uma descrição breve das Práticas de Ensino Supervisionadas realizadas em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1.º CEB. Para cada contexto, foi realizado um projeto de intervenção resultado das necessidades identificadas em cada grupo tendo sido explorada a multiculturalidade numa sala de Pré-Escolar e a literacia numa turma de 2.º ano do Ensino Básico. Da Prática de Ensino Supervisionadas em 1.º CEB, emergiu o projeto de investigação tendo a criatividade no 1.º CEB como problemática. Esta investigação, de natureza mista, visou analisar a presença da criatividade nas orientações curriculares e na prática do 1.ºCEB, assim como compreender de que forma esta competência é valorizada e avaliada pelos professores. Para o efeito, contou-se com a participação de sete professores e 157 alunos do 1.ºCEB e, para a recolha de dados, foi aplicada uma escala validada e realizadas entrevistas semiestruturadas. Desta forma, foi possível concluir que apesar da criatividade ser reconhecida como essencial nas diretrizes curriculares, a sua aplicação prática é limitada devido à falta de orientações concretas, especialmente em áreas como Matemática e Cidadania. Tornou-se percetível que os professores enfrentam obstáculos como a subcarga curricular e a falta de apoio, o que restringe a implementação de práticas criativas, que dependem muito da iniciativa individual. A desigualdade na aplicação de estratégias interativas e o desafio na avaliação da criatividade, aliados à falta de formação específica, também contribuem para descurar a componente criativa das e nas crianças que frequentam o 1ºCEB.
  • A IMPORTÂNCIA DA AUSCULTAÇÃO DA CRIANÇA NOS PROCESSOS EDUCATIVOS
    Publication . Gomes, Sandra Cristina Silva; Milheiro , Ana
    Este relatório, desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino no 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), apresenta uma análise detalhada da Prática de Ensino Supervisionada (PES) e da investigação que surgiu neste âmbito. O tema central da investigação foi a Importância da Auscultação das Crianças nos Processos Educativos, que emergiu durante a observação das práticas pedagógicas realizadas no âmbito da PES. A prática pedagógica foi observada em dois contextos, uma, em sala de Educação Pré-Escolar e uma, com turma de 1.º ano do 1º CEB. Contudo, a investigação focou-se no 1.º CEB, onde se procurou compreender o nível de participação das crianças nos processos de tomada de decisão na escola. A investigação seguiu uma metodologia qualitativa, baseada no paradigma humanístico-interpretativo, recorrendo a entrevistas semiestruturadas a duas professoras, e a conversas informais com os alunos, que permitiram. O confronto entre as perceções apuradas revelou dados importantes sobre a participação das crianças na tomada de decisão na Escola. Dos resultados apurados é de ressalvar que as professoras desempenham um papel fundamental na criação de um espaço de aprendizagem adaptado, no qual as práticas pedagógicas são ajustadas às necessidades e interesses das crianças. A auscultação ativa dos alunos mostrou-se essencial para a promoção de um ambiente escolar colaborativo, onde as crianças se sentem valorizadas e ouvidas. O estudo realizado remete para o facto da auscultação das crianças nas práticas pedagógicas não só favorece o seu bem-estar e desenvolvimento integral, mas torna-as também agentes ativos na construção do seu percurso escolar.
  • A Organização do espaço e a sua influência no clima e no ambiente da sala de aula em 1ºCiclo do Ensino Básico
    Publication . Barbosa, Anabela Moreira Rodrigues; Leitão, Ana
    No âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do Primeiro Ciclo do Ensino Básico, foi elaborado o presente relatório final que resulta do percurso formativo, bem como das experiências significativas, da Prática do Ensino Supervisionado numa sala de Jardim de Infância e numa Turma de 1ºAno do 1ºCiclo do Ensino Básico (1ºCEB). A primeira experiência, em contexto de Jardim de Infância, baseou-se na necessidade de criar na sala uma área que permitisse às crianças a realização de atividades práticas e investigativas e o desenvolvimento de projetos de pesquisa, reconhecendo a importância da Área do Conhecimento do Mundo na estimulação do desenvolvimento da criança. A segunda prática, em contexto de Sala do 1ºAno do 1º CEB, resultou da observação do comportamento da turma e da necessidade de procurar estratégias para resolver a permanente agitação do grupo e a sua dificuldade de concentração durante as aulas. Este estudo debruça-se sobre a importância da organização do espaço educativo de acordo com os objetivos e a sua influência no ambiente e no clima da sala de aula. Ao adequar a disposição das mesas e cadeiras e a consequente distribuição/agrupamento dos alunos às atividades a desenvolver, registou-se uma melhoria no ambiente da sala e na concentração e interesse das crianças. Os alunos aprenderam a trabalhar em grupo, respeitando as opiniões dos seus pares. Nesta investigação adotou-se uma metodologia de natureza qualitativa e as técnicas de investigação utilizadas para recolha de dados, foram a observação, inquérito por questionário aos professores do 1ºCEB e análise de alguns documentos. Relativamente aos instrumentos, recorreu-se às grelhas de observação e às notas de campo. A informação recolhida e a respetiva análise permitiram compreender alguns fatores que influenciam o ambiente e o clima de sala de aula e como estes são afetados pela organização da sala, de acordo com a intenção pedagógica do momento. O relatório termina com uma reflexão sobre todo o processo de aprendizagem realizado.
  • “EU CRESCENDO NO MUNDO… COM AS MÃOS NA (T) TERRA” Contributos da Horta Pedagógica como espaço Educativo no Jardim de Infância
    Publication . Guimarães, Andresa Formaeski; Gonçalves , Ana
    O presente relatório final de estágio foi desenvolvido no âmbito da unidade curricular da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, no Instituto Piaget. Intitulado “Eu crescendo no mundo… com as mãos na (T) Terra”, este trabalho reflete um projeto de intervenção pedagógica centrado na horta escolar como espaço educativo promotor de aprendizagens significativas, sustentáveis e cooperativas. A investigação decorreu em contexto de educação pré-escolar, tendo como referência os documentos orientadores nacionais, nomeadamente as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (2016), o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (Martins et al., 2017) e o Referencial de Educação para a Sustentabilidade (Câmara et al., 2018). A questão de investigação orientadora foi: “De que forma a horta pedagógica pode constituir um laboratório vivo de aprendizagens significativas e interventivas?”. Para responder a esta questão, recorreu-se a uma metodologia de investigação-ação, de natureza qualitativa, fundamentada na observação, nos registos de campo, nos registos multimédia, na análise documental e na análise reflexiva do percurso pedagógico desenvolvido. Recorremos ainda à técnica de inquérito por entrevista à educadora cooperante (anexo 1), assimcomo às crianças (anexo 2). Os resultados revelaram que a horta escolar, enquanto estratégia pedagógica, favorece o desenvolvimento da literacia ambiental, da consciência ecológica, da curiosidade científica, da cooperação e do envolvimento ativo das crianças com o meio natural e com os outros. O projeto permitiu observar transformações nas atitudes das crianças perante o ambiente, bem como uma apropriação progressiva do espaço da horta como lugar de pesquisa, responsabilidade e cidadania. Este relatório constitui-se, assim, como um contributo para a valorização do espaço exterior e da educação para a sustentabilidade em contextos educativos, destacando o papel do educador enquanto mediador de experiências significativas e promotor da participação ativa das crianças.
  • Histórias de receção infantil e desenvolvimento da criança:
    Publication . Gonçalves, Hermínia; Leitão, Ana Rita
    O presente relatório insere-se no âmbito da Prática de ensino Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB), cuja experiência em contexto real motivou o desenvolvimento de uma análise crítica reflexiva sobre o contributo das histórias de receção infantil no desenvolvimento da criança em idade pré-escolar. A temática escolhida é de suma importância, posto vários estudos reconhecerem o contributo das narrativas infantis na promoção de aquisições variadas, inclusivamente no plano cognitivo, além de os livros de receção infantil e o ato de contar as histórias de receção infantil motivarem a compreensão acerca do conhecimento do mundo, a promoção de valores morais e de contribuir positivamente para o desenvolvimento de atitudes e comportamentos. Perante este entendimento, empreendeu-se uma investigação tendo por base uma abordagem qualitativa, assente na observação no contexto de atividades desenvolvidas no âmbito da literatura para a infância, na aplicação de inquéritos por questionário junto de Encarregados de Educação (EE) de forma a compreender os contornos do envolvimento parental nesta matéria, na recolha de testemunhos de educadores, por meio de inquérito por entrevista e inquérito por questionário, de forma a apurar com maior detalhe que aspetos se evidenciam aquando da exploração de histórias, assim como a médio e longo prazo, seja em termos de promoção de hábitos de leitura, incremento nas várias dimensões do desenvolvimento linguístico, capacidade de compreensão e expressão orais. Foi orientada uma conversa individual com cada criança, com idades entre os 3 e os 5 anos, da sala Educação Pré-Escolar onde foi realizado o estágio, assim foi possível identificar as histórias preferidas das crianças. Os resultados evidenciam existir uma perceção positiva relativamente aos efeitos das narrativas de receção infantil, reconhecendo tanto os docentes, como os EE que semelhantes narrativos desempenham um papel significativo na faixa etária dos 3 aos 5 anos. Os elementos apurados neste estudo, embora lidando com uma amostra reduzida, reforçam a importância de continuar a prever a exploração de histórias em contexto de Educação Pré-Escolar atendendo a diferentes dimensões do desenvolvimento integral das crianças na faixa etária dos 3 aos 5 anos
  • A importância do desenvolvimento da linguagem para a qualidade das relações entre pares em idade pré-escolar
    Publication . Capela, Inês; Silva, Marlene
    O presente relatório surge no âmbito do Mestrado de Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, apresentando todo o trabalho desenvolvido no decorrer da prática de ensino supervisionado em ensino pré-escolar, onde o tema do projeto de intervenção foi “Expressa as Emoções” e cujo principal objetivo era perceber de que forma o desenvolvimento da linguagem contribui para a melhoria da qualidade da relação entre pares. Compreende-se que o desenvolvimento da linguagem é um processo complexo e fundamental para o crescimento e desenvolvimento cognitivo e social das crianças, sendo que o educador tem como principal desafio criar o ambiente propício à promoção da comunicação e da linguagem. A implementação de estratégias promotoras, como atividades interativas, brincadeiras, histórias, possibilita não só a expressão de pensamentos, sentimentos e ideias como permite um construto social, habilidades de comunicação, compreensão e expressão, cruciais para este desenvolvimento e para a relação entre pares. Neste âmbito, o desenvolvimento do projeto baseou-se na metodologia de investigação-ação, e a colheita de dados realizada através de observações, notas de campo, conversas informais, entrevistas e registos fotográficos permitiu uma análise crítica e uma reflexão do trabalho construído. Os resultados do estudo permitiram perceber que, ao incentivar o desenvolvimento da linguagem, promovia-se uma melhor relação entre pares, considerando que a sua interação era melhorada através do comportamento. Permitiu também o aprofundar de conhecimentos e práticas no papel da educadora.
  • O portefólio individual da criança na prática pedagógica dos educadores de infância
    Publication . Santos, Ana Catarina; Nogueira, Clementina
    O presente relatório final surge no âmbito da Unidade Curricular da Prática de Ensino Supervisionada (PES) em Educação Pré-escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB) e destina-se à obtenção do Grau Mestre para a docência nos níveis de ensino referidos. A PES em Educação Pré-escolar foi realizada num estabelecimento de ensino privado e a PES em Ensino do 1.º CEB, num estabelecimento de ensino público, ambos localizados no Distrito de Setúbal. Em cada uma das PES foi desenvolvido um projeto de intervenção que culimou num conjunto de atividades desenvolvidas de acordo com o tema escolhido. Os temas surgiram de uma necessidade do grupo que resultou da observação direta no contexto. Foi ainda desenvolvido um estudo empírico que surgiu na PES em Educação Pré-escolar, e derivado do facto de os Educadores de Infância utilizavam o portefólio individual da criança na sua prática educativa. Neste sentido, pretendeu-se com este estudo de natureza qualitativa perceber como é elaborado/construído o portefólio individual da criança pelos Educadores de Infância que o utilizam. A recolha de dados empíricos ocorreu através de realização de entrevistas a seis Educadoras de Infância do Distrito de Setúbal, que colaboraram no estudo, a exercer funções no ensino público ou no ensino privado e duas educadoras aposentadas recentemente. Com este estudo percebeu-se que na construção do portefólio os Educadores de Infância fazem: (i) o planeamento do portefólio com a criança; (ii) observação; (iii) registo das atividades e produções mais importantes e significativas para a criança; (iv) análise/reflexão e avaliação dessas atividades com a participação da criança. O portefólio individual da criança é elaborado ao longo do ano letivo sendo que alguns Educadores de Infância consideram que a seleção das atividades da criança deve ser feita mensalmente, outros por períodos ou semestres. Concluiu-se que o portefólio individual da criança testemunha uma visão própria da criança.