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- Cybersecurity for space applicationsPublication . Sousa, Pedro Miguel Ferreira; Cunha, João Carlos Costa Faria daA Humanidade, ao longo dos tempos, tem feito progressos significativos, no que respeita a um conhecimento mais apurado do Espaço, quer em termos científicos quer tecnológicos como por exemplo, comunicarmo-nos entre longas distâncias graças aos satélites em orbita do planeta Terra, exploração de outros corpos celestes através do lançamento de rovers ou até mesmo descobrir a origem do Universo usando telescópios terrestres e orbitais observando vizinhas e distantes galáxias. Torna-se, pois, determinante garantir a cibersegurança dos sistemas espaciais contra as ciberameaças, protegendo o nosso modo de vida. Desde a era da Guerra Fria, a exploração espacial foi amplamente dominada pelos Estados Unidos e a antiga União Soviética que possuíam os recursos e “know-how” para desenvolver satélites e colocá-los em orbita, garantindo que todo esse processo fosse o mais secreto possível (segurança através da obscuridade), para garantir a segurança. No entanto, os avanços na tecnologia, especialmente na computação e digitalização, diminuíram os custos de produção dos satélites, abrindo as portas da Exploração Espacial a novas entidades, aumentando as suas vulnerabilidades a ataques cibernéticos, como consequência. Nos últimos anos, a cibersegurança surgiu como uma preocupação significativa no domínio espacial, impactando o controlo dos satélites, os objetivos da missão, a integridade dos ativos e a segurança das comunicações. A cibersegurança no espaço (segmento terrestre e espacial) é um campo em desenvolvimento, carecendo do estabelecimento de práticas ou com práticas existentes limitadas, tecnologias, metodologias, processos, ferramentas ou normas, estando á mercê de ciberataques como jamming, spoofing ou ataques do tipo engenharia social. Não obstante, tem vindo a ganhar impulso devido às crescentes exigências dos clientes e à incorporação gradual de preocupações de cibersegurança nas normas de desenvolvimento. A Agência Espacial Europeia, por exemplo, está a abordar a cibersegurança nas atualizações da sua norma de engenharia espacial de software ECSS-E-ST-40C e também na qualidade do software ECSS-Q-ST-80C. Este documento detalha um estágio de mestrado integrado na Área do Espaço da Critical Software, com foco no estudo de como proteger os sistemas espaciais contra as ciberameaças. O estágio envolve a pesquisa de ameaças específicas do domínio do Espaço e outros semelhantes (automóvel, ferrovia e aviação), o estado-da-arte em cibersegurança, tecnologias de sistemas e proposta de práticas, tecnologias, metodologias, processos, ferramentas ou mesmo requisitos de normas para melhorar a proteção dos sistemas espaciais contra ameaças e vulnerabilidades.
- “Eu já fui assim?”: um projeto sobre sexualidade e reprodução humana no jardim de infânciaPublication . Jesus, Tatiana Couceiro de; Teixeira, Maria Filomena Rodrigues, 1959-O presente Relatório Final de Mestrado apresenta um projeto desenvolvida com um grupo de crianças de um Jardim de Infância de Coimbra. Contempla ainda, uma componente teórica e investigativa em torno do tema da sexualidade e reprodução Humana. O projeto intitulada como “Eu já fui assim?” teve com principais objetivos: Identificar as semelhanças e diferenças do corpo do homem e da mulher; Conhecer as transformações do corpo da mulher na gravidez; Reconhecer o processo de reprodução humana (fecundação, gravidez e o parto). Esta proposta teve por base a metodologia de trabalho por projeto, onde foi essencial a participação ativa de todas as crianças. Os resultados mostram que a maioria das crianças envolvidas no projeto, apesar de já terem tido contacto com a temática revelaram, no entanto, conceções sobre sexualidade e reprodução humana. Após a implementação do projeto verificou-se uma evolução, tanto a nível de conhecimentos como de atitudes relativamente ao tema. As aprendizagens das crianças foram visíveis através de conversas informais, do feedback dado pela educadora cooperante e pelas famílias e dos registos e ilustrações elaboradas. Conclui-se ser fundamental a abordagem da educação em sexualidade na educação préescolar, de forma a sensibilizar as crianças, desde cedo, para assuntos relacionados com o seu quotidiano. Para tal, importa investir na formação inicial de educadores/as e professores/as, competindo às instituições de Ensino Superior a inclusão de Unidades Curriculares que abordem, entre outras, questões de sexualidade e educação.
- Os GOA - Grupo Organizado de Adeptos e a Gestão da Segurança em eventos Desportivos FutebolísticosPublication . Teixeira, Jaime Lúcio Pereira; Elias, Luís Manuel André
- A CRIATIVIDADE NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICOPublication . Pereira, Telma Denise da Palma; Milheiro , AnaEste Relatório Final, que surge no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), contém uma descrição breve das Práticas de Ensino Supervisionadas realizadas em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1.º CEB. Para cada contexto, foi realizado um projeto de intervenção resultado das necessidades identificadas em cada grupo tendo sido explorada a multiculturalidade numa sala de Pré-Escolar e a literacia numa turma de 2.º ano do Ensino Básico. Da Prática de Ensino Supervisionadas em 1.º CEB, emergiu o projeto de investigação tendo a criatividade no 1.º CEB como problemática. Esta investigação, de natureza mista, visou analisar a presença da criatividade nas orientações curriculares e na prática do 1.ºCEB, assim como compreender de que forma esta competência é valorizada e avaliada pelos professores. Para o efeito, contou-se com a participação de sete professores e 157 alunos do 1.ºCEB e, para a recolha de dados, foi aplicada uma escala validada e realizadas entrevistas semiestruturadas. Desta forma, foi possível concluir que apesar da criatividade ser reconhecida como essencial nas diretrizes curriculares, a sua aplicação prática é limitada devido à falta de orientações concretas, especialmente em áreas como Matemática e Cidadania. Tornou-se percetível que os professores enfrentam obstáculos como a subcarga curricular e a falta de apoio, o que restringe a implementação de práticas criativas, que dependem muito da iniciativa individual. A desigualdade na aplicação de estratégias interativas e o desafio na avaliação da criatividade, aliados à falta de formação específica, também contribuem para descurar a componente criativa das e nas crianças que frequentam o 1ºCEB.
