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ESHTE - Livros e Capítulos de Livro

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  • Turismo e hospitalidade : contributos científicos e tendências para a inovação e economia azul no setor
    Publication . Calisto, Maria; Silva, Mário; Nunes, Catarina
    Este ebook reúne as sínteses das comunicações apresentadas em 2023 e 2024, refletindo o dinamismo, a diversidade e a relevância das investigações desenvolvidas no âmbito do CiTUR, e o seu contributo para um turismo mais inovador, sustentável e comprometido com o desenvolvimento das comunidades e dos territórios.
  • Pesquisa, citação e referenciação bibliográfica : orientações práticas
    Publication . Conceição, Cristina Palma; Silva, Francisco
    O presente texto pretende orientar a investigação e a consequente elaboração de trabalhos académicos na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE), nomeadamente a citação, a referenciação bibliográfica, a estrutura e a redação, de acordo com normas internacionalmente reconhecidas. São incluídas as ferramentas de inteligência artificial (IA), dada a sua importância no panorama atual do desenvolvimento tecnológico, e que se reflete de igual modo na investigação e produção académicas.
  • Algas à Portuguesa
    Publication . Bonacho, Ricardo
  • Modelos de governança local para o empreendedorismo em turismo: uma proposta a partir dos casos de Cascais e Setúbal
    Publication . Calisto, Maria de Lurdes; Costa, Teresa; Umbelino, Jorge; Afonso, Victor; Nunes, Catarina
  • Contexts and Conditions for Successful CLIL in Portugal
    Publication . Ellison, Maria; Morgado, Margarida; Coelho, Margarida
    Comparativamente com outros países europeus, em Portugal a abordagem CLIL não está universalmente presente no ensino público a todos os níveis. A implementação da abordagem CLIL nas escolas tem vindo a ocorrer sobretudo através da política top-down do programa PEBI, do Ministério da Educação, e por via de diversas iniciativas de base bottom-up realizadas em algumas escolas, embora a extensão da prática CLIL ou da formação de professores CLIL não tenha sido até agora sistematicamente rastreada. O objetivo deste capítulo é mapear a emergência da abordagem CLIL na educação pré-primária, no ensino básico e no ensino secundário português e dar a conhecer contextos diversos e relevantes de implementação, prática e formação de professores CLIL, de forma a orientar a compreensão do que, neste contexto, se passa nas escolas. O capítulo inicia-se com uma breve descrição do estado da arte da atividade CLIL nas escolas portuguesas tendo por base a investigação já realizada a este nível em Portugal. Segue-se um estudo exploratório sobre (1) o âmbito da implementação da abordagem CLIL em Portugal; e (2) a oferta existente de formação de professores CLIL. Apresentam-se e discutem-se resultados obtidos a partir de um inquérito realizado por questionário em formato eletrónico, enviado às escolas em Portugal, e de uma investigação documental sobre o envolvimento das escolas portuguesas em projetos financiados pelo Programa Erasmus+, com enfoque na abordagem CLIL, e sobre a formação contínua acreditada para professores. Nas conclusões destaca-se que (1) no que se refere à implementação da abordagem CLIL, esta não está uniformemente distribuída em termos geográficos; tem uma expressão muito diluída nas escolas; há uma fluidez de práticas comunicacionais no conjunto dos diversos usos de CLIL ao nível linguístico e sociocultural; e é valorizada, pelos professores, enquanto recurso educativo e cultural. Em relação à (2) formação de professores, o estudo revela que para além do programa oficial de formação e monitorização PEBI, os fundos europeus são utilizados pelos professores para desenvolver projetos escolares e adquirir formação, visando o aprofundamento do seu desenvolvimento profissional. O mapeamento das condições e possibilidades de implementação de CLIL nas escolas portuguesas leva as autoras a recomendar que seja dada mais atenção a uma dinâmica de formação e de prática CLIL em diversos contextos disciplinares.
  • Do manuscrito à mesa. Cozinhar receitas do século XVIII
    Publication . Freire, Dulce; Pires, Maria; Bonacho, Ricardo
    Centenas de receitas culinárias do século XVIII e duas questões: como cozinhá-las seguindo as atuais exigências de alimentação saudável, saborosa e sustentável? Como trazer para a mesa receitas que estiveram encerradas durante 300 anos num manuscrito? Para procurar respostas, a equipa do projeto ReSEED desafiou os estudantes da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) a reinterpretar as receitas registadas, nos inícios do século XVIII, por Francisco Borges Henriques. A colaboração desenrolou- -se no âmbito do projeto “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades?”, iniciado no ano letivo 2019/2020.
  • Da resiliência à transformação pedagógica: o que aprendemos com os desafios?
    Publication . Pires, Maria; Lopes, Tiago; Gonçalves, Ana; Gonçalves, Susana Filipa; Calisto, Maria; Carvalho, Luísa Cagica; Andraz, Georgette; Pereira, Rosária
    Da resiliência à transformação pedagógica: o que aprendemos com os desafios? Práticas pedagógicas no ensino superior em Portugal. Foi este o mote para a realização do III Encontro de Reflexão e Partilha Pedagógica em Ciências Sociais, ancorado na parceria entre a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE), Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo (ESGHT) da Universidade do Algarve e a Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE) do Instituto Politécnico de Setúbal. O contexto pandémico exigiu a todas as instituições de ensino superior uma rápida – e, diga-se, praticamente abrupta – resposta pela manutenção das suas práticas profissionais. Impôs um desmesurado sentido de resiliência por parte de todos os envolvidos no processo pedagógico, travando métodos e estratégias comuns a todos os eixos da cadeia de ensino, e expondo a emergência de novas ferramentas de ensino-aprendizagem e metodologias que garantissem o cumprimento do seu objetivo primordial – a contínua capacitação dos discentes. Não só os cenários e condições de prática mudaram, como os players deste processo saíram transformados. A resiliência demonstrada implicou a revisão de lógicas educativas, a criação de novas ferramentas e instrumentos de suporte, a revisão de conteúdos científicos, a capacitação tecnológica de todos os envolvidos, e uma maior familiarização com os ritmos de aprendizagem de cada um – quer docentes, quer discentes. Neste sentido, e apesar de todas as dificuldades sentidas, resultam desta catástrofe novos horizontes e perspetivas para os profissionais de educação. É neste contexto que de uma perspetiva reflexiva e otimista sobre a transformação pedagógica, se exploram nesta publicação algumas das respostas encontradas pelos autores para os recentes desafios pedagógicos que têm surgido no ensino superior. Acredita-se que estas estratégias adotadas possam vir a ser adaptadas e disseminadas noutros contextos no ensino, numa perspetiva de valorização de práticas pedagógicas.
  • Nem só da Covid-19 é a culpa: Museus e comunidades - Considerações sobre novas (re)definições e fruições
    Publication . Cadavez, Cândida; Cadavez, Candida
    O propósito inicial do presente capítulo era o de entender e procurar discutir as variáveis ponderadas em função de uma (necessária) redefinição de “museu”. Partindo de um contexto geral em que as práticas de observação e de interação com objetos, monumentos e sítios estariam a ser recicladas, em resultado das características dos novos perfis de visitantes, importaria aferir de que forma as discussões tidas ao mais nível por parte de estudiosos e instituições iam em linha com os habitus (Bourdieu, 1984) coevos de observação e interação com o que se encontra exposto em espaços como os museus. Neste primeiro foco cabia igualmente procurar entender o real papel atribuído à relação entre espaços museológicos e respetivas comunidades, partindo de pressupostos associados a representações identitárias e comunitárias que, servindo de elemento de coesão e de afirmação de grupos, tornariam inerentes a qualquer definição de “museu” práticas e intervenções social e positivamente impactantes, e dotadas de preocupações de responsabilidade civil. Perante o contexto mais específico e abrupto de uma pandemia global, e das resultantes alterações de socialização e, naturalmente, de fruição de objetos patrimonializados, monumentos e sítios, as questões iniciais de partida não perderam a sua pertinência – terão eventualmente ganho ainda mais importância, convidando a outros enfoques, mas que mantêm como válidos os propósitos e caminhos iniciais da presente investigação. De facto, a relevância da discussão em torno da (re)definição de “museu” terá ganho um novo fôlego perante todos os reajustes e adoção de novas práticas diversas resultantes dos tempos de confinamento e dos novos modos de estar com o outro. Assim, o foco deste capítulo foi reajustado de forma a procurar compreender de que modo as mudanças de habitus, em função de confinamentos e de Museologia e Património – Volume 3 74 desconfinamentos intermitentes e frágeis, poderão influenciar a redefinição de “museu”, nomeadamente no que toca à interação entre objetos e visitantes, e ao papel que os espaços museológicos desempenham na comunidade, em particular num contexto tão particular como o referido. Para melhor aferir esta pergunta, importa considerar os seguintes objetivos: • Como acontece a interação entre visitantes e objetos museológicos durante a pandemia? • Como idealizam os visitantes a retoma das suas visitas no quadro de um desconfinamento (total)? • Quem visitará os museus depois da pandemia? • Até que ponto a relação entre os espaços museológicos e as comunidades poderá ter sido alterada, nomeadamente no que reporta aos seus propósitos de responsabilidade social? • De que modo todos estes pontos poderão influenciar a redefinição em curso de “museu”?
  • O património ainda será de Ferro? Um olhar sobre a patrimonialização no Estado Novo e no globalizado século XXI
    Publication . Cadavez, Cândida; Cadavez, Candida
    Segundo David Lowenthal, o património ajuda a evocar identidades e a situar memórias, atraindo públicos e promovendo aspetos da rotina social, sempre com o propósito de especificar comunidades (vd. Lowenthal, 1996: 45). Por isso, todos os grandes poderes fazem gala em exibi-lo e celebrar o seu alegado caráter único (vd. ibidem: 41, 47). Este artigo pretende identificar a voz e o ensinamento dos poderes que agenciam a orgânica da patrimonialização em ambientes concretos. Assim, evoca-se a pertinência do património nos primeiros anos do regime de Salazar e o modo como veiculou lições ideológicas, nomeadamente em práticas a priori meramente turísticas, algumas encenadas pelo principal arquiteto da imagem da “Nação” nos primórdios do regime, António Ferro. Pretende-se, também, compreender se, no início do século XXI, o “património” sistematizado pela propaganda do Estado Novo ainda povoa o imaginário coletivo nacional. Num momento em que as inevitabilidades da globalização dividem públicos entre os que as vêm como um aniquilador de identidades, e os outros que as entendem como um impulsionador para a preservação identitária, urge igualmente averiguar o entendimento que é feito de “património” e as reais motivações para que a patrimonialização e a conservação patrimonial sejam rótulos recorrentes de discursos contemporâneos.
  • No princípio era o «património»: reflexões (possíveis) acerca dos significados e apropriações de «património
    Publication . Cadavez, Cândida
    Este capítulo pretendeu refletir acerca da evolução do conceito de “Património” / “património” e demonstrar que os processos que levam à identificação de representações patrimoniais não são o resultado de “rotulagens” inocentes e naturais, dependendo, antes, de motivações do contexto social e político que permitem ou excluem Museologia e Património – Volume 1 88 agentes de autorização cultural, e do consequente reconhecimento patrimonial de um bem ou de uma prática comunitária. Apesar disso, “Património” e “património” surgem invariavelmente associados à exibição de identidades e autenticidades culturais de grupos mais ou menos extensos, mas são sempre o produto de um “ajuizamento” constrangido pelos intuitos mais importantes para a época em que o mesmo é arquitetado e produzido.