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ISEC Lisboa - Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico

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  • O Movimento da Escola Moderna numa Turma multinível
    Publication . Brito, Jane; Mestre, Luís
    O presente estudo foi concretizado no âmbito do Mestrado de Qualificação para a Docência em Ensino Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Esta investigação trata-se de um estudo de caso, de natureza qualitativa, que se enquadra no paradigma interpretativo e que teve como objetivo principal compreender as conceções sobre o professor, as potencialidades e limitações numa turma multinível, que se rege pelo modelo pedagógico do Movimento da Escola Moderna (MEM). O tema decorre da realização de um estágio curricular numa escola privada, despertado pela vontade em compreender o que os alunos, encarregados de educação e professores pensavam sobre estar numa turma multinível, com um modelo pedagógico específico. Sendo assim, foram elaborados dois questionários mistos, um para os alunos, outro para os encarregados de educação. As duas professoras da turma submeteram-se a duas entrevistas individuais semidiretivas. A partir das respostas de todos os participantes, foi possível dar respostas às questões de investigação e concretizar os objetivos delineados. Os resultados obtidos através da investigação mostram que todos os participantes veem potencialidades neste tipo de turma, sobretudo, em termos da cooperação desenvolvida. Os encarregados de educação e os professores salientam a importância do modelo pedagógico do MEM como fator potenciador do sucesso educativo, enquanto os alunos realçam o “aprender” como expressão mais referida nos seus discursos. O Tempo de Estudo Autónomo (TEA) e o Trabalho de Aprendizagem Curricular por Projetos Cooperativos são os módulos de atividade do modelo pedagógico do MEM mais referidos em comum, pelos participantes. Por outro lado, em termos de limitações, todos destacam a conjugação pouco frutífera dos dois anos de escolaridade na mesma turma, em algumas situações específicas. A autonomia acaba por ser pouco salientada pelos encarregados de educação, ao contrário da importância que colocam no número de professores que este tipo de turma deve ter. As características apontadas pelos participantes para o professor que leciona estas turmas são transversais à lecionação de qualquer turma, salientando-se, no entanto, a capacidade de implementação da diferenciação pedagógica e a organização da turma como uma comunidade de aprendizagem
  • Diversidade Cultural no 1º Ciclo: Estratégias de Integração numa Escola TEIP
    Publication . Pereira, Raquel; Boléo, Ana
    O presente estudo pretende compreender e analisar as práticas e estratégias adotadas por docentes, que sem formação na área da interculturalidade, integram os seus alunos estrangeiros e/ou provenientes de culturas minoritárias no 1.º ciclo básico e no currículo português. Assim, através de um paradigma interpretativo e estudo de caso, retrata-se a realidade de duas participantes que lecionam numa escola incluída no programa de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP). A recolha de dados foi realizada através de uma entrevista de grupo entre duas docentes com tempo de serviço e formação inicial distintas. O tratamento de dados realizou-se, em grande parte, através de uma análise temática, originando três grandes temas. Os resultados obtidos demonstram que a formação para a interculturalidade fornece um alicerce para integração de alunos estrangeiros nas escolas portuguesas. O bullying, o abandono escolar, a falta de apoios monetários e humanos das escolas, dos agrupamentos e até do Ministério da Educação, são fatores que comprometem o trabalho dos docentes e dificultam a integração desses alunos. Por outro lado, o professor de Português Língua Não Materna (PLNM), as escolas multiculturais, o foco na aprendizagem do português e do inglês são facilitadores desse processo. Torna-se assim imperativo incluir a formação para a interculturalidade no plano de estudos das licenciaturas em Ensino Básico e dos mestrados em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico assim como promover formações contínuas para docentes com muitos anos de serviço.
  • "Um novo olhar" - Desenvolver os sentidos na Educação Pré-escolar
    Publication . Nóbrega, Vânia; Varandas, Ana
    Nos últimos tempos os métodos de ensino tradicionais têm vindo a dar lugar a novas práticas, nas quais se começa a assistir a uma maior participação das crianças no seu próprio processo de aprendizagem, visto ser crucial tornarem-se cidadãos mais interventivos. Surge assim a necessidade de estes desenvolverem mais competências, nomeadamente uma observa- ção mais ativa e que lhes permita ter uma maior e melhor perceção do mundo onde vivem. O presente trabalho surge da reflexão de uma futura profissional de educação ao observar que, através da implementação do ensino tradicional, as crianças, normalmente, apenas adquirem o conhecimento que lhes é transmitido. Desta forma, elaborámos um trabalho de investigação, a fim de perceber as grandes mais valias do ensino das ciências através do uso da metodologia de projeto, com crianças do pré-escolar, onde se permita desenvolver mais as suas capacidades e o uso ativo dos seus cinco sentidos. Este trabalho foi construído e desenvolvido num grupo de pré-escolar, com crianças entre os 3 e os 5 anos. Desenvolveu-se uma investigação-ação, onde foram utilizados como instrumentos de recolha de dados a observação, o diário debordo, conversas informais, tarefas de inspiração projetiva e a recolha documental. No final da investigação, verificou-se ter havido uma evolução positiva dos conhecimentos das crianças sobre o ambiente natural que as rodeia, com uma mais pormenorizada interpretação de tudo o que observam. A sua participação ativa em todo o processo de aprendizagem permitiu às crianças uma melhor aquisição de novos conhecimentos e aprendizagens mais significativas.
  • O Contributo da Literatura para a infância na aprendizagem da leitura e da escrita
    Publication . Cabrita, Patrícia; Esteves, Sandrina
    O presente relatório, intitulado “O contributo da literatura para a infância na aprendizagem da leitura e da escrita” surge no âmbito do mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. A aprendizagem da leitura e da escrita é um dos grandes focos no 1.º e 2.º anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Além de promover o desenvolvimento de competências emocionais, a literatura para a infância consiste num recurso valioso no processo de aquisição e consolidação das competências de leitura e escrita. Esta investigação tem como principal foco o contributo da literatura para a infância na aprendizagem da leitura e da escrita. Assim, procurou-se recolher o maior número de estudos possíveis que já falaram sobre esta temática. O presente relatório depara-se assente numa revisão sistemática da literatura. A escolha desta metodologia tem o propósito de conformar uma síntese da literatura sobre o tema escolhido de modo a identificar estudos publicados, adotando-se assim uma recolha de cem artigos que se enquadravam na temática escolhida. Foram recolhidos 400 estudos e 311 estudos foram excluídos por não cumprirem com os fatores de inclusão. Deste modo, foram analisados 89 estudos que cumpriam com os fatores de inclusão. Dos 89 estudos é possível concluir que o tipo de publicação mais encontrado nos estudos são as dissertações e relatório de estágio de qualificação para a docência e que a metodologia mais utilizada é a investigação-ação. Quanto aos temas conferi que o tema mais significativo é literatura para a infância e a aprendizagem da leitura e da escrita com foco na leitura.
  • Tempo de Estudo Autónomo: Perspectiva de um grupo de alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico
    Publication . Tavares, Sylvie; Paramés, Ana
    Este estudo investiga as perceções dos alunos sobre o Tempo de Estudo Autónomo (TEA) e como este se articula com o Plano Individual de Trabalho (PIT), no contexto do Modelo Pedagógico do Movimento da Escola Moderna (MEM). Surge da necessidade de compreender como trabalhar futuramente os diferentes ritmos de aprendizagem de cada aluno em sala de aula, de modo a adaptar estratégias pedagógicas que promovam o sucesso académico de todos. O estudo inicia com uma breve reflexão acerca da escassez de estudos na pedagogia que abordem os ritmos de aprendizagem. Contudo, identifica-se no MEM, especificamente no módulo do TEA, uma abordagem para explorar o tema. O estudo pretende conhecer e apresentar como os alunos percebem o TEA e como este influencia as suas decisões e gestão do trabalho em sala de aula. As questões do estudo abordam a descrição do TEA pelos alunos, e a sua relação com o PIT. Para isso, foram definidos objetivos específicos para estruturar o estudo e direcionar a coleta e análise de dados. Os métodos de investigação incluem observação participante, entrevistas com os alunos e análise documental fornecida pela professora titular. A pesquisa visa entender como os alunos do 2.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico percebem o TEA e a sua articulação com o PIT. O estudo contribui para uma melhor compreensão das perceções dos alunos sobre o TEA e a sua implementação eficaz nas salas de aula e sugere intervenções ao nível da prática pedagógica, permitindo uma abordagem mais individualizada e adaptada aos ritmos de aprendizagem dos alunos. Evidencia-se o contributo do TEA na valorização da autonomia do aluno e na diferenciação pedagógica, através do desenvolvimento de estratégias pedagógicas mais adequadas, assim como o papel dos docentes no apoio proporcionado a cada aluno no seu processo de aprendizagem, promovendo uma educação mais inclusiva e personalizada.
  • Comunicação entre a Escola e a(s) Familia(s)
    Publication . Maças, Inês; Pacheco, Inês
    A relação entre a escola e a família constitui um fator determinante para o sucesso educativo das crianças, sendo a comunicação entre ambas uma dimensão central dessa parceria. Este trabalho teve como objetivos compreender de que forma a comunicação entre a escola e a família é percecionada e experienciada no contexto de uma turma do 2.º ano de escolaridade, a partir da perspetiva dos pais, bem como analisar as formas de comunicação utilizadas, com destaque para o uso do WhatsApp, refletindo sobre a sua utilidade, eficácia e impacto na relação escola-família. Adotou-se uma metodologia mista que integrou a aplicação de questionários a 27 pais e a realização de entrevistas semiestruturadas a 5 participantes, o que permitiu recolher simultaneamente dados quantitativos e qualitativos acerca das perceções dos pais relativamente aos diferentes aspetos da comunicação. Os resultados evidenciaram uma perceção maioritariamente positiva da relação escola-família, com os pais a valorizarem o papel ativo que desempenham no percurso educativo dos filhos e a reconhecerem a importância de uma colaboração estreita e contínua com a escola. A comunicação revelou-se eficaz na generalidade, destacando-se a centralidade do grupo de WhatsApp pela rapidez e utilidade na troca de informações, embora se tenham identificado limitações relacionadas com notificações excessivas, má interpretação de mensagens e falta de privacidade.
  • A Educação Inclusiva: Transição do Pré-Escolar para o 1º Ciclo do EB - Perceções e práticas dos agentes educativos, encarregados de educação e crianças
    Publication . Roque, Ana; Mestre, Amélia
    A investigação analisou as perceções de diferentes intervenientes educativos acerca da transição da educação pré-escolar para o 1.º ciclo do ensino básico, compreendida como um processo contínuo, estruturado e inclusivo, envolvendo crianças, famílias e profissionais. Destacou-se a importância da continuidade pedagógica e da articulação curricular para garantir a progressão das aprendizagens e a adaptação emocional das crianças. A colaboração entre educadores e professores, a articulação horizontal e vertical das disciplinas e a promoção de uma cultura escolar inclusiva foram identificadas como fatores determinantes para uma transição harmoniosa. O envolvimento ativo das famílias revelou-se essencial, ao proporcionar segurança, confiança e coerência entre o contexto familiar e escolar. Paralelamente, a formação contínua dos docentes em práticas inclusivas mostrou-se decisiva para a aplicação de estratégias diferenciadas, reforçando a articulação entre ciclos e assegurando oportunidades equitativas de aprendizagem. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, que integrou entrevistas semiestruturadas a educadoras de infância, professoras do 1.º CEB, docentes de educação especial e de apoio pedagógico, técnicos especializados e crianças, bem como um questionário aplicado a encarregados de educação de um agrupamento de escolas em Lisboa. Os resultados confirmaram a relevância da cooperação entre profissionais, famílias e comunidade educativa, concluindo-se que a transição escolar beneficia de uma abordagem integrada que reforça simultaneamente a qualidade e a equidade do processo educativo.
  • A educação outdoor na Aprendizagem Matemática
    Publication . Soares, Margarida; Oliveira, Ricardo
    O presente Relatório Final de Mestrado insere-se no âmbito da prática pedagógica supervisionada e tem como tema central a educação outdoor na aprendizagem matemática no 1.º Ciclo do Ensino Básico. A escolha deste tema partiu da necessidade de encontrar abordagens mais significativas, ativas e contextualizadas para o ensino da matemática, promovendo uma ligação entre os conteúdos curriculares e o mundo real. O estudo teve como objetivo geral compreender de que forma o ensino ao ar livre pode potenciar a aprendizagem de conteúdos matemáticos. As questões de investigação orientadoras foram: Que estratégias de educação outdoor promovem a aprendizagem da matemática no 1.º Ciclo do Ensino Básico? Como reagem os alunos às práticas de ensino da matemática realizadas em espaços exteriores? De que forma as atividades ao ar livre contribuem para a compreensão de conceitos matemáticos nos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico? A investigação desenvolveu-se segundo uma abordagem qualitativa, inserida no paradigma interpretativo, com base numa metodologia de investigação-ação. A intervenção foi realizada numa turma do 1.º CEB, através da implementação de atividades matemáticas em contexto exterior. Para a recolha de dados foram utilizados instrumentos como grelhas de observação, diário de bordo, produções dos alunos, registos fotográficos e um questionário aplicado a docentes. Os resultados obtidos revelam um maior envolvimento dos alunos, bem como indícios de melhoria na compreensão de conceitos matemáticos. Este estudo reforça a importância de diversificar estratégias pedagógicas, promovendo práticas educativas que valorizem o corpo, o espaço e a experiência, como elementos essenciais no processo de ensino-aprendizagem.
  • Além da Sala de Aula: O valor da Aprendizagem no Exterior
    Publication . Carriço, Cátia; Serpa, Joana
    A presente investigação tem como tema a importância de brincar ao ar livre no contexto do 1.º ciclo do ensino básico. Partindo do pressuposto de que o contacto com a natureza e os espaços exteriores contribui de forma significativa para o desenvolvimento global das crianças, este trabalho teve como principal objetivo compreender as perceções de professores e alunos relativamente às aprendizagens que ocorrem fora da sala de aula. Foi adotada uma metodologia qualitativa e quantitativa, recorrendo à aplicação de um questionário dirigido a educadores e professores do 1º ciclo do ensino básico, e à realização de entrevistas a crianças do1º Ciclo do Ensino Básico. A análise dos resultados revelou uma valorização clara do brincar ao ar livre por parte dos profissionais de educação, que reconhecem os benefícios a nível físico, emocional, social e cognitivo. Entre as principais aprendizagens destacadas estão a criatividade, a cooperação, a resolução de problemas, o respeito pela natureza e o desenvolvimento da autonomia. As crianças, por sua vez, expressaram entusiasmo pelas brincadeiras no exterior, referindo sentimentos de alegria, liberdade e bem-estar, associando esses momentos à interação com os amigos e à exploração do meio natural. Conclui-se, desta forma, que o brincar ao ar livre é essencial para o crescimento saudável da criança e que é necessário reforçar estratégias, recursos e mentalidades que promovam o contacto regular com o exterior, mesmo perante adversidades como a meteorologia ou a escassez de materiais.
  • Corpo, Movimento e Ensino
    Publication . Antunes, Filipa; Serpa, Joana
    A Educação Física (EF), enquanto componente essencial para o desenvolvimento integral da criança, tem sido alvo de crescente valorização nos documentos curriculares nacionais. No entanto, no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico, a sua implementação continua condicionada por perceções, práticas e constrangimentos diversos. O presente estudo procurou compreender como os professores do 1.º Ciclo percecionam a importância da EF, partindo da constatação de que esta área é, por vezes, desvalorizada face a disciplinas consideradas prioritárias, como o Português e a Matemática. Os conceitos-chave que sustentam este trabalho incluem o desenvolvimento integral, o corpo e o movimento, a ludicidade e a formação docente. A investigação foi orientada pela seguinte questão: Como percecionam os professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico a importância da Educação Física no processo de ensino-aprendizagem? Daqui derivaram os objetivos de conhecer as perceções dos docentes, identificar as práticas pedagógicas desenvolvidas, compreender os principais constrangimentos sentidos e analisar o papel da formação docente na abordagem desta área curricular. Optou-se por uma metodologia de natureza qualitativa, enquadrada no paradigma interpretativo, recorrendo ao estudo de caso como estratégia de investigação. A recolha de dados foi realizada através de um questionário aplicado a vinte professores do 1.º Ciclo de um agrupamento de escolas do concelho de Torres Vedras. A análise dos resultados permitiu concluir que os docentes reconhecem a relevância da EF no desenvolvimento físico, emocional e social das crianças. Contudo, identificam dificuldades como a falta de formação específica, a escassez de recursos e a limitação dos espaços físicos. Os dados reforçam a necessidade de repensar a valorização da EF no currículo e a importância da formação contínua dos docentes nesta área