EM - IUEM - Ciências Farmacêuticas
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- Abordagem da antibioterapia no tratamento da bacteriúria assintomáticaPublication . Fernandes, Carina Sobral da Silva; Barroso, Maria Helena; Silva, Patrícia CavacoA ASB (ASB) é a presença de uma ou mais espécies de bactérias que crescem na urina em contagens iguais ou superiores a 105 unidades formadoras de colónias (UFC)/mL ou iguais ou superiores a 108 UFC/L. De acordo com a pesquisa realizada, os resultados obtidos nos estudos utilizados nesta monografia, sugerem que a ASB é detetada com mais frequência em mulheres com idade inferior a 60 anos, doentes com diabetes e idosos. Independentemente da presença de piúria, na ausência de sinais ou sintomas atribuíveis à ITU (ITU), a ASB é comum em algumas populações femininas saudáveis e em muitas mulheres ou homens, com anormalidades do aparelho geniturinário que prejudicam a micção. A pergunta a que se pretende obter resposta é se a utilização de antibióticos no tratamento da ASB em adultos é benéfica, sendo que o benefício no seu tratamento é um assunto ainda bastante controverso. A prevalência da ASB sabe-se que varia de acordo com a idade, sexo, atividade sexual e a presença de anormalidades geniturinárias. Encontra-se também aumentada em doentes diabéticos e em idosos. Em homens jovens a ASB é rara, aumentando a sua prevalência a partir dos 60 anos; é comum, e o seu rastreio em mulheres grávidas constitui uma prática corrente baseada na evidência. Estudos epidemiológicos e clínicos têm demonstrado que na maioria das situações clínicas, a ASB é inofensiva, não tendo qualquer correlação com doenças infeciosas graves, complicações e portanto, não requer tratamento. No entanto, muitos pacientes com ASB são tratados desnecessariamente, resultando em morbidades associadas aos antibióticos e uma seleção de resistência antimicrobiana. É por isso muito importante identificar as situações clínicas especiais para as quais a eliminação da doença é benéfica e o tratamento é recomendado.
- Abordagem da suspeita de anafilaxia subsequente à administração de vacinas e injetáveis em farmácia comunitária : perspetiva internacional sobre o material e equipamento obrigatórioPublication . Figueiredo, Andreia Oliveira; Guerreiro, MaraInternacionalmente e em Portugal os farmacêuticos comunitários têm vindo a assumir responsabilidades na administração de vacinas e medicamentos injetáveis, com vista a facilitar o acesso ao medicamento. A implementação deste serviço acarreta a necessidade de capacitação dos farmacêuticos para atuar em caso de suspeita de reação anafilática subsequente, sendo também fundamental a existência dos meios necessários para intervir. O objetivo deste trabalho é discutir o material e equipamento obrigatório para atuar em caso de suspeita de reação anafilática em farmácia comunitária, através da comparação os requisitos vigentes em Portugal com uma amostra de conveniência de quatro países: Irlanda, Austrália, Canadá (British Columbia – BC) e EUA (South Carolina – CS). Portugal é o país com a lista mais extensa de material e equipamento; no outro extremo encontra-se a Irlanda, cuja lista é a mais reduzida. A presença de adrenalina 1 mg/ml é requerida nos cinco países estudados, embora nem todos especifiquem a forma de apresentação (ampolas versus em canetas pré-cheias ou autoinjetores). Apenas as orientações irlandesas relatavam explicitamente que os farmacêuticos estavam autorizados a administrar adrenalina sem prescrição médica para o tratamento do choque anafilático. Portugal é também o país que mais medicamentos inclui na lista de material e equipamento (salbutamol em solução respiratória, corticosteroides injetáveis e oxigénio), embora não inclua anti-histamínicos, obrigatórios no Canadá (BC) e EUA (CS). O esfigmomanómetro e o estetoscópio são elementos obrigatórios em Portugal e nos EUA (CS). Em resumo, as listas de material e equipamento obrigatório nos cinco países estudados apresentam uma exaustividade variável. À luz desta comparação e da evidência disponível foram identificados elementos adicionais cuja inclusão pode ser útil, como um protocolo escrito para gestão da suspeita de reação anafilática, e elementos que se afiguram desnecessários, como os corticosteroides injetáveis.
- Abordagem multifatorial na prevenção de recidiva do cancro da mama: estado da artePublication . Mendes, Marta Nunes Esteves; Bernardo, Maria AlexandraEnquadramento: O cancro da mama é um dos tumores mais comuns entre as mulheres em todo o mundo. A elevada prevalência desta doença tem conduzido a uma abordagem mais aprofundada e multidisciplinar dos diferentes níveis de prevenção. Objetivo: Esta monografia tem como objetivo reunir informação atual sobre a prevenção de recidiva do cancro da mama, incluindo para além das terapêuticas convencionais as abordagens não convencionais. Métodos: A metodologia adotada neste trabalho assenta numa pesquisa bibliográfica de artigos publicados entre os anos 2001 e 2015 nas fontes de dados on-line PubMed Medline, SciELO e LILACS. Foram utilizadas as palavras-chave: “prevention breast cancer recurrence”, “tertiary prevention of breast cancer”, “therapeutic approach and tamoxifen and breast cancer”, “fatores de risco e proteção”, “sobrevivente de cancro” e “breast cancer and physical activity”. Para a organização e gestão de citações e referências bibliográficas foi utilizado o programa Mendeley Desktop®, versão 1.13.8. Resultados: Nesta revisão bibliográfica foram identificadas várias formas de intervenção em ambas as abordagens (convencional e não convencional). A abordagem convencional inclui a terapia endócrina adjuvante, quimioprevenção e cirurgias profiláticas, enquanto a abordagem não convencional inclui o exercício físico, hábitos alimentares, amamentação e as medicinas alternativas. Verificou-se que os resultados obtidos em ambas são de semelhantes. Conclusão: A prevenção da recidiva do cancro da mama possui um amplo espectro de abordagens, revelando-se multifatorial e a associação destas abordagens demonstra ser benéfica e eficaz. Tendo em conta a atual abordagem multidisciplinar a que muitos doentes oncológicos recorrem, o farmacêutico pode ter um contributo no acompanhamento e aconselhamento, permitindo assim melhorar a qualidade de vida dos sobreviventes.
- Abordagem terapêutica multidisciplinar na artrite reumatóide na mulher pós-menopausaPublication . Fernandes, Marta Alexandra Fonseca; Bernardo, Maria AlexandraEnquadramento: A artrite reumatóide é uma doença auto-imune inflamatória crónica que atinge principalmente as mulheres, sobretudo numa fase pós-menopausa. Esta doença está associada à diminuição da qualidade de vida, dor crónica e incapacidade física. O objetivo terapêutico passa por diminuir a atividade da doença, melhorando a qualidade de vida dos afetados. De forma a responder às necessidades desta patologia tem sido proposta uma abordagem multidisciplinar complementar ao tratamento médico/farmacológico convencional. Objetivo: Esta revisão bibliográfica tem como objetivo sistematizar a informação disponível sobre as diferentes abordagens terapêuticas na artrite reumatóide no contexto da mulher pós-menopausica. Métodos: A metodologia adotada neste trabalho assenta numa pesquisa bibliográfica de artigos publicados entre os anos 2000 e 2017 nas fontes de dados online PubMed Medline, SciELO e revistas científicas. Foi utilizado o programa Mendeley Desktop® para organizar as referências bibliográficas. Resultados: Nesta revisão sistemática foram utilizadas 20 referências para a compilação das tabelas resumo dos resultados da abordagem convencional e não convencional. A abordagem convencional inclui os AINE’s, corticosteróides, DMARD’s convencionais e biológicos, cirurgia e terapêuticas complementares como os moduladores seletivos do estrogénio, bisfofonatos e terapia de substituição hormonal. A abordagem não convencional é recente e tem sido implementada como um complemento à abordagem convencional, inclui hábitos alimentares, exercício físico, apoio psicológico e medicinas alternativas. As abordagens convencionais e não convencionais revelam resultados positivos, no entanto, os diferentes parâmetros apresentados dificultam a comparação das duas abordagens terapêuticas. Conclusão: O tratamento farmacológico é a base da terapêutica na artrite reumatóide, contudo, a associação de terapêuticas complementares tem demonstrado efeito benéfico na diminuição da atividade da doença assim como no aumento da qualidade de vida dos doentes afetados.
- Abordagens analíticas na deteção de contrafações de medicamentosPublication . Pinto, Rafael Duarte; Gonçalves, Luísa LimaNa última década a contrafação de medicamentos tornou-se uma realidade crescente a nível global e por isso, um grave problema para a saúde pública. Os medicamentos mais contrafeitos atualmente são os antibióticos, os anti-hipertensores, os anti-retrovirais, os antimaláricos, os tuberculostáticos, os usados nas doenças cardiovasculares e oncológicas e na disfunção erétil. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que nos países desenvolvidos a contrafação de medicamentos atinja 1 % do valor de mercado. No entanto, este valor chega a atingir os 30% quando falamos de países em vias de desenvolvimento do continente africano, asiático e sul-americano onde a venda de tuberculostáticos, anti-retrovirais e antimaláricos contrafeitos é constante. Foram apontadas várias medidas para dificultar e reduzir os números destas práticas fraudulentas como, a criação de marcas únicas nas embalagens (selos, marca de água e/ou “data matrix”), a redução da duração das patentes dos medicamentos e o apoio à inovação, pesquisa e desenvolvimento de novos tratamentos e novos métodos de análise para a deteção de contrafações. Nos últimos anos o controlo da malária veio diminuindo e atualmente a incidência desta doença atinge números críticos. Anualmente registam-se cerca de 207 milhões de novos casos por todo o mundo sendo que um milhão termina com a morte do doente. O tratamento de primeira linha para esta doença é a terapêutica combinada de derivados da artemisina (ACT), como o artesunato, foco principal da contrafação de antimaláricos em todo o Mundo. Como forma de detetar e posteriormente punir quem fabrica e contrabandeia medicamentos contrafeitos, existem vários métodos analíticos e de controlo de qualidade que podem ser usados para quantificar e qualificar os seus conteúdos. Em termos de controlo de qualidade os testes de inspeção visual e desintegração e em termos analíticos métodos cromatográficos e espetroscópicos.
- Ação terapêutica da canelaPublication . Calisto, Joana Martins Tendeiro; Mesquita, Maria Fernanda deO género Cinnamomum compreende várias espécies de canela, de entre as quais se destacam C. zeylanicum, C. cassia e C. burmannii e C. tamala, as quais são detentoras de importantes propriedades farmacológicas: antioxidante, antimicrobiana, antilipidémica, hipoglicemiante, gastroprotetora, antidiarreica, hepatoprotetora, analgésica, anti-inflamatória e antitumoral. O presente trabalho centra-se na revisão de literatura sobre atividades farmacológicas e terapêuticas daquelas espécies de canela, tendo por objetivo estabelecer uma relação entre as partes de cada uma delas e as suas propriedades, não ignorando constituintes químicos nelas presentes. Com vista a uma ação terapêutica segura, abordam-se igualmente estudos de toxicidade e possíveis reações adversas associadas ao uso da canela, bem como algumas das suas interações com outros fármacos.
- Acesso a medicamentos em Portugal através de programas de acesso precoce e autorização de utilização excecionalPublication . Silva, Ana Margarida Lima da; Félix, JorgeIntrodução: O acesso a medicamentos representa um desafio significativo de saúde pública, particularmente no contexto de doenças graves e/ou crónicas em que não existem alternativas terapêuticas. Em Portugal, os Programas de Acesso Precoce (PAP) e as Autorizações de Utilização Excecional (AUE) constituem mecanismos que possibilitam o acesso a medicamentos antes de uma decisão de financiamento público, desde que seja demonstrada a inexistência de alternativa terapêutica em que o doente corra o risco imediato de vida ou de sofrer complicações graves. Objetivos: O objetivo principal deste estudo é caracterizar o acesso a medicamentos em Portugal através de PAPs, entre 1 de janeiro de 2015 e 20 de julho de 2024. Adicionalmente, o estudo pretende descrever os procedimentos e a legislação atualmente em vigor dos PAPs e AUEs, realizar uma análise qualitativa e quantitativa dos medicamentos aprovados por procedimento centralizado pela Agência Europeia do Medicamento (EMA). Metodologia: Foi realizado um estudo qualitativo descritivo, com recurso a dados secundários provenientes de bases de dados da EMA, do INFARMED I.P e da base de dados de medicamentos de uso humano - INFOMED. As variáveis avaliadas incluíram os medicamentos autorizados pela EMA, os medicamentos com apresentações registadas em Portugal, bem como todos os PAPs ativos ou indeferidos durante o período de estudo. Os dados permitiram analisar o acesso e padrões de aprovação de medicamentos em Portugal através de PAPs. Resultados: No que diz respeito à legislação e procedimentos de PAPs e AUEs, identificou-se uma reformulação relevante da legislação sobre AUEs com a Deliberação nº 840/2023. Esta Deliberação simplificou e clarificou os procedimentos relativos à AUE, dividindo-os em dois grandes grupos: as AUE relativas a grandes grupos populacionais e as AUE relativas a doentes específicos. Discussão: O estudo, através de uma análise qualitativa e quantitativa, analisou os medicamentos autorizados no âmbito dos Programas de Acesso Precoce (PAP), englobando todos os PAPs deferidos e os indeferidos, registados no site do INFARMED, I.P. a 20 de julho de 2024. A análise incluiu dados desde janeiro de 2015, com particular atenção às patologias abrangidas e aos medicamentos disponibilizados. Este enfoque permitiu avaliar o impacto dos PAPs no acesso a tratamentos para diversas condições clínicas, fornecendo assim uma visão abrangente dos medicamentos disponíveis e das áreas terapêuticas prioritárias. Conclusões: Este estudo reforça a importância dos PAPs como mecanismo fundamental para assegurar um acesso acelerado aos medicamentos aprovados pela EMA, desde janeiro de 2015. Esta análise demonstra que os PAPs aumentam temporariamente o acesso, permitindo a utilização precoce de medicamentos inovadores durante os processos de avaliação de financiamento público.
- Ácidos gordos, inflamação e regulação da transcriçãoPublication . Brites, Ana Cláudia Matos; Silva, Alexandra Maia eA inflamação crónica é um problema de saúde mundial que pode ser desencadeado, entre outros factores, por uma dieta errada. O desequilíbrio no consumo de ácidos gordos contribui de modo determinante para esta situação. Os ácidos gordos, enquanto macronutrientes desempenham funções na obtenção de energia necessária para o metabolismo, na homeostase, na constituição celular, na imunidade, na inflamação e na regulação da transcrição, através da sua intervenção em determinadas vias de sinalização. Os ácidos gordos polinsaturados são constituídos por mais do que uma dupla ligação e são inúmeros, mas muitos deles apresentam características comuns, facto que permite o seu agrupamento em diferentes famílias. Os ácidos gordos polinsaturados ω3 e ω6 são duas famílias de ácidos gordos polinsaturados considerados essenciais para os mamíferos, uma vez que estes não são capazes de os sintetizar de novo, sendo necessário que os obtenham através da dieta. Os ácidos gordos polinsaturados ω3 actuam na via de sinalização da inflamação, inibindo factores desencadeadores da mesma, enquanto os ácidos gordos polinsaturados ω6 podem potenciar a inflamação, através da promoção da produção de factores pró-inflamatórios. Para evitar a ocorrência de patologias de carácter inflamatório crónico, é essencial manter o consumo de um rácio equilibrado de ácidos gordos polinsaturados ω6 e ω3, através, por exemplo, de uma dieta do tipo da dieta Mediterrânica. Com efeito, os ácidos gordos polinsaturados podem influenciar a transcrição genética através da sua ligação a factores de transcrição implicados no metabolismo de ácidos gordos, do colesterol e na lipogénese, podendo contribuir para o desenvolvimento de determinadas patologias ou, com efeito protector para as mesmas.
- Acompanhamento farmacoterapêutico em doentes infetados pelo VIH-1Publication . Graça, Jéssica Costa da; Ribeiro, NadineO vírus da imunodeficiência humana (VIH), caracteriza-se pela diminuição das defesas imunitárias do organismo do hospedeiro, expondo-o a diversas infecções oportunistas e inevitavelmente a morte. Contudo, devido ao desenvolvimento acelerado de novas terapêuticas para o tratamento da infeção, com fármacos antirretrovirais mais potentes, capazes de garantir a supressão virológica duradoura, a infeção VIH considera-se hoje uma doença crónica e gerível. Com o aumento da esperança de vida dos doentes infetados, surgem frequentemente problemas relacionados com a medicação, uma vez que estes doentes tendem a ter várias patologias e, como consequência, são polimedicados. O farmacêutico como profissional de saúde especialista do medicamento, é um dos mais qualificados para detetar, prevenir e resolver os resultados negativos associados à medicação, aplicando os seus conhecimentos de maneira a garantir o bem estar e saúde do doente. Esta prática assistencial oferecida pelo farmacêutico define-se como acompanhamento farmacoterapêutico e está associada a resultados positivos no doente infectado pelo VIH, quando aplicada. O objectivo desta monografia é dotar o farmacêutico de ferramentas úteis e adequadas, para conseguir proporcionar o melhor e mais adequado acompanhamento farmacoterapêutico e assim resolver os problemas de saúde que afetam o doente infetado com o vírus VIH, contribuindo para o aumento da sua qualidade de vida.
- Aconselhamento farmacêutico especializado em saude ocular : olho secoPublication . Carvalho, Ana Carolina Duarte; Margarido, PauloOs farmacêuticos são o primeiro contacto do utente com um profissional de saúde sempre que têm um problema, pois as farmácias são um local de fácil acesso para toda a população. O papel do farmacêutico assenta numa relação de confiança com os utentes, ajudando-os na procura dos melhores resultados para si, promovendo a sua saúde e bem-estar. O aconselhamento beneficia sempre o utente, concedendo respostas às suas dúvidas e necessidades para melhorar e preservar a sua saúde e qualidade de vida. A situação atual das farmácias portuguesas está relacionada com as diversas alterações legislativas como é o caso da venda de MNSRM fora das farmácias, as reduções de preços, a liberalização da propriedade das farmácias, a dinamização do mercado de genéricos e o aumento de custos, que levam a uma deterioração da organização financeira destes estabelecimentos, colocando em causa a sustentabilidade das farmácias. Estima-se que o olho seco seja a doença da superfície ocular mais comum em todo o mundo. Está associada a diversos fatores e é descrita por uma perda da homeostase do filme lacrimal e sucessivos sintomas oculares, como é o caso da hiperosmolaridade e instabilidade do filme lacrimal, da inflamação e danos na superfície ocular. Exibe inúmeros fatores de risco como a idade, o sexo, diferentes medicamentos e comorbilidades e determinados comportamentos adotados pelos indivíduos. O tratamento tem como objetivo primordial tratar os sintomas de acordo com a severidade da doença. Contudo, o farmacêutico deve possuir um conhecimento em saúde ocular pois tem a responsabilidade decidir e aconselhar sobre a melhor solução para cada indivíduo que o procura, segundo a severidade dos seus sinais e sintomas.
