EM - IUEM - Medicina Dentária
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- O uso da hipnose na gestão da dor e da ansiedade em clínicas dentárias : uma revisão da literaturaPublication . Foll, Éléonore; Chaló, Paulo; Evangelista, José GrilloA ansiedade e a dor em medicina dentária continuam a representar um desafio significativo, influenciando negativamente a experiência do paciente e a adesão aos cuidados de saúde oral. Para além das abordagens farmacológicas, como a anestesia local e a sedação, têm vindo a ser exploradas estratégias complementares não farmacológicas. Entre estas, a hipnose destaca-se pelo seu potencial na modulação dos componentes psicológicos e fisiológicos associados ao tratamento dentário. A presente revisão narrativa da literatura teve como objetivo analisar a evidência científica sobre a eficácia da hipnose na gestão da ansiedade e da dor em medicina dentária em população adulta. Foram incluídos 15 estudos publicados entre 2002 e 2025, com diferentes desenhos metodológicos e realizados em contextos clínicos e experimentais. A avaliação dos desfechos baseou-se em instrumentos validados para ansiedade, dor e parâmetros fisiológicos. De forma geral, os estudos analisados sugerem que a hipnose está associada a uma redução da ansiedade dentária, a uma diminuição da perceção da dor e a uma melhoria da cooperação do paciente durante os procedimentos. Estes efeitos foram observados tanto em medidas subjetivas como em parâmetros fisiológicos. No entanto, verifica-se uma heterogeneidade considerável nos resultados, influenciada por fatores individuais, como a hipnotizabilidade, e pela diversidade dos protocolos utilizados. A hipnose apresenta-se como uma abordagem complementar promissora na gestão da ansiedade e da dor em medicina dentária. Contudo, as limitações metodológicas e a variabilidade dos estudos incluídos evidenciam a necessidade de investigação futura mais rigorosa, com maior padronização e amostras mais representativas, de forma a consolidar a sua aplicabilidade clínica.
- Capacidade de predição de periodontite de parâmetros químicos habitualmente avaliados na urina tipo II (SG, CET, ERY/Hb, BIL e Glu) : estudo piloto em amostra oralPublication . Catela, Marta Sofia Lourenço; Botelho, João; Viana, JoãoIntrodução: A periodontite é uma doença inflamatória crónica que afeta os tecidos de suporte dentário, sendo uma das condições orais mais prevalentes a nível global. O seu diagnóstico convencional requer avaliação clínica e radiográfica realizada por profissionais especializados, limitando a aplicabilidade em rastreios comunitários. A utilização de biomarcadores nos fluidos orais tem sido explorada como alternativa para o desenvolvimento de ferramentas de triagem rápidas e não invasivas. Objetivo: Avaliar a capacidade preditiva de cinco parâmetros químicos de tiras reagentes multiparamétricas de urinálise (SG, CET, ERY/Hb, BIL e GLU) aplicados em amostras de bochecho com soro fisiológico para a identificação de periodontite. Materiais e Métodos: Estudo observacional transversal piloto realizado na Clínica de Medicina Dentária do Instituto Universitário Egas Moniz, entre março e maio de 2026. Cada participante realizou um bochecho com 10 mL de soro fisiológico, analisado com tiras reagentes (Gima Urine Screen 10, Itália). A avaliação periodontal foi realizada por quatro examinadores calibrados através de exame periodontal completo. A associação com o estado periodontal foi avaliada por regressão logística multivariável e curva ROC. Resultados: Dos 500 indivíduos recrutados, 438 constituíram a amostra final, 288 (65,7%) não apresentaram periodontite e 150 (34,3%) foram diagnosticados com periodontite. Observou-se associação significativa entre leucócitos orais e periodontite (OR=1.99; IC95%: 1.47–2.70; p<0.001) e entre eritrócitos/hemoglobina e periodontite (OR=1.61; IC95%: 1.03–2.50; p=0.035). Os restantes parâmetros não demonstraram associação significativa. O modelo apresentou uma AUC de 0.677. Conclusão: Os leucócitos e eritrócitos/hemoglobina avaliados em amostras de bochecho demonstraram associação significativa com periodontite, refletindo a resposta inflamatória neutrofílica e a hemorragia gengival. Embora a capacidade discriminativa seja moderada, os resultados suportam a exploração destas tiras como componente de ferramentas de triagem point-of-care em estudos futuros.
- Fotogrametria aplicada à reabilitação total sobre implantes : revisão sistemáticaPublication . Pereira, Miguel Gonçalves Baptista; Marques, Simone; Ribeiro, PauloA aplicação de fluxos de trabalho totalmente digitais em Medicina Dentária implica o domínio de novas técnicas, sobretudo em procedimentos de reabilitação total sobre implantes, onde ainda não existe um protocolo clínico consensual na comunidade científica. A fotogrametria pode ser uma alternativa útil para a reabilitação sobre implantes. Através desta análise, procurou-se compreender de que forma esta tecnologia pode beneficiar a prática clínica, em especial no contexto da reabilitação oral. Foi dada particular atenção à sua fiabilidade enquanto alternativa à impressão digital de implantes com scanner intra-oral, avaliando o seu potencial para melhorar a precisão dos procedimentos e os resultados dos tratamentos. O estudo foi realizado em alinhamento com a metodologia Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA). Procedeu-se à definição e aplicação dos critérios de exclusão e inclusão aos estudos identificados. Foram submetidos a análise artigos das bases de dados PUBMed MEDLINE e WEB of Science baseado em critérios previamente selecionados. Foram incluídos 36 artigos com base nos critérios de inclusão. A fotogrametria demonstrou consistentemente ser uma alternativa fiável, sendo desta forma uma alternativa útil para a prática clínica e para o workflow digital. A evidência analisada demonstrou que a fotogrametria constitui uma alternativa digital com elevada fiabilidade superior ao convencional scaneamento intraoral. A maior exatidão e maior precisão foi corroborada pelos estudos, que validaram a sua utilização por ser um método com alta previsibilidade na captura da posição tridimensional dos implantes.
- Estabilidade cromática de resinas dentárias obtidas por impressão 3D após imersão em diferentes agentes pigmentantesPublication . Colliot, Carla Marine Anne; Costa, Joana Almeida eObjetivos: O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar a estabilidade cromática de três resinas fotopolimerizáveis impressas em 3D após imersão em diferentes agentes pigmentantes. Materiais e métodos: Foram impressos 25 discos (10 x 1,5 mm) de cada resina de impressão 3D: V-Print C&B Temp (VOCO, Cuxhaven, Alemanha), VarseoSmile Crown Plus (BEGO, Bremen, Alemanha) e Voxelprint (FGM, Joinville, Brasil). As amostras foram distribuídas por cinco grupos de imersão (n= 5): água destilada, café, chá, Coca-Cola e Red Bull. Os discos foram submetidos a ciclos de imersão de 5 min, duas vezes por dia, durante 30 dias. A medição da cor foi avaliada com o colorímetro digital OptiShade Style Italiano™ em três momentos: antes da imersão, após 7 dias e 30 dias. Os dados CIE Lab* foram utilizados para cálculo do ΔE e convertidos em unidades NBS. O nível de significância estatística foi fixado em 5 %. Resultados: Os valores de ΔE variaram entre 0,69 ± 0,35, na resina VarseoSmile Crown Plus após 7 dias em Red Bull, e 14,11 ± 2,25, na resina Voxelprint após 30 dias em café. O tipo de resina, a solução de imersão e o tempo influenciaram a alteração cromática. Após 7 dias, as maiores alterações ocorreram sobretudo em café e Coca-Cola. Após 30 dias, observou-se aumento da alteração cromática em vários grupos, sendo o café responsável pelo valor mais elevado de ΔE, particularmente na resina Voxelprint. Conclusões: A estabilidade cromática das resinas impressas em 3D foi influenciada pelo material, pela solução pigmentante e pelo tempo de exposição. As resinas apresentaram comportamentos cromáticos distintos, o que sublinha a importância da escolha do material em função da duração prevista da utilização clínica e dos hábitos alimentares do paciente.
- Conventional versus non-conventional caries removal in deep lesions : a systematic review and meta-analysisPublication . Laville, Emile; Rodrigues, Alexandra PintoIntroduction: The management of deep carious lesions constitutes a major challenge in dentistry due to the risk of pulp exposure. While complete caries removal has long been considered the standard, conservative approaches, such as selective caries removal and the stepwise technique, have been developed to preserve pulp vitality. Materials and methods: This study aimed to compare complete caries removal (CCR), selective caries removal (SCR), and stepwise removal (SWR) for treating deep carious lesions through a systematic review and meta-analysis. Conducted according to PRISMA and registered in PROSPERO (CRD420261321894), the study included randomised clinical trials identified across several databases. The statistical analysis was performed in “R” using a multivariate random-effects model (metafor), with effect estimation expressed as Risk Ratios (RR) and sensitivity analyses. Results: Nine comparison time points were included in the meta-analysis. No statistically significant difference was observed between the techniques. Compared with complete caries removal, the RR was 1.06 (95% CI: 0.25–4.50) for Selective caries Removal and 1.29 (95% CI: 0.34–4.83) for the Stepwise technique. These results were consistent despite substantial heterogeneity. Discussion: These results do not allow for a clear hierarchy among the techniques but are consistent with the current scientific literature, which indicates that lesion control mainly depends on biofilm activity and the quality of the restorative seal. This absence of difference is probably due to the imprecision of the estimates and the heterogeneity in the available data. Conclusion: Conservative approaches represent a reliable alternative to complete caries removal for managing deep carious lesions, reducing the risk of pulp exposure without compromising clinical success, although the current level of evidence remains insufficient to establish their superiority.
- Fatores psicossociais associados a disfunção temporomandibular : uma revisão sistemáticaPublication . Navarro, Anaïs Isabelle Florentine; Torre Canales, Giancarlo De laContexto. As disfunções temporomandibulares (DTM) são condições dolorosas multifatoriais nas quais os fatores psicológicos são considerados fatores determinantes num contexto biopsicossocial. Embora inúmeras revisões sistemáticas tenham avaliado estas associações, os resultados continuam a ser heterogéneos e, por vezes, inconsistentes. Objetivo. Sintetizar as evidências provenientes de revisões sistemáticas sobre a prevalência de fatores psicológicos na DTM e as suas associações com a presença da doença e os resultados clínicos. Métodologia. Esta umbrella review seguiu as diretrizes PRISMA 2020 e um protocolo pré-definido. Foram realizadas pesquisas eletrónicas nas bases de dados MEDLINE, Embase, Web of Science, PsycINFO e CINAHL, desde o início até novembro de 2025. Foram incluídas revisões sistemáticas, com ou sem meta-análise, que avaliassem fatores psicológicos em adultos com DTM. A qualidade metodológica foi avaliada utilizando o AMSTAR-2, e apenas foram retidas as revisões classificadas como de qualidade moderada ou elevada. Resultados. As revisões incluídas demonstraram consistentemente níveis mais elevados de ansiedade, depressão, stress, somatização e catastrofização da dor em doentes com DTM, em comparação com os grupos de controlo. As evidências sugeriram também que vários destes fatores, particularmente a ansiedade, a depressão e o stress, podem atuar como preditores do aparecimento da DTM. A somatização apresentou uma elevada prevalência e esteve associada a uma maior gravidade da dor e a um maior comprometimento funcional. No entanto, a heterogeneidade entre as revisões foi considerável, refletindo diferenças no desenho dos estudos, nas populações e nas ferramentas de avaliação. Conclusão. A depressão, a somatização e a catastrofização da dor estão consistentemente associadas à DTM, enquanto a ansiedade e o stress também se revelam clinicamente importantes. Estes fatores parecem desempenhar um papel relevante no desenvolvimento e na manifestação clínica da DTM.
- Fragilidade multidimensional no envelhecimento : a ligação entre a saúde oral e a condição físicaPublication . Fortuna, Beatriz; Santos, Inês Caetano; Ferreira, Luciano Maia AlvesIntrodução: O envelhecimento impõe desafios significativos à saúde pública, especialmente na fragilidade multidimensional que resulta num acréscimo da prevalência da fragilidade física e da fragilidade oral. Estas condições intensificam a vulnerabilidade dos idosos e repercutem negativamente na sua qualidade de vida, reforçando a importância da avaliação precoce e multidisciplinar da fragilidade. Objetivo: Analisar a associação entre a fragilidade oral e a condição física em idosos institucionalizados e não institucionalizados. Materiais e métodos: A amostra consistiu em 122 indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos, não institucionalizados e institucionalizados. A recolha de dados decorreu em duas etapas: Aplicação de questionário estruturado (dados sociodemográficos e avaliação da fragilidade oral através do índice OFI-8) e avaliação objetiva da condição física (medição da bioimpedância e testes funcionais: força de preensão manual (FPM), o Sit-to-Stand Test (STS) e o Timed Up and Go Test (TUGT)). Foram utilizados testes estatísticos não paramétricos, considerando-se p < 0,05. Resultados: A amostra apresentou uma média de idades de 78,82 anos. Verificou-se uma prevalência elevada de fragilidade oral na totalidade da amostra, com maior gravidade no grupo de idosos institucionalizados. Estes apresentaram também piores indicadores funcionais: valores baixos na FPM, no STS e no Índice de Massa Corporal (IMC). Os resultados do TUGT foram homogéneos em ambos os contextos residenciais. Não se verificaram associações estatisticamente significativas entre a fragilidade oral e a FPM, TUGT ou IMC. Identificou-se uma correlação negativa significativa, embora fraca, entre a fragilidade oral e o STS. Conclusões: Este estudo demonstrou uma prevalência elevada de fragilidade oral na população idosa avaliada e evidenciou um impacto negativo da institucionalização na condição física dos participantes.
- Prevalência e características clínicas e radiográficas dos quartos molares numa população portuguesa : estudo retrospetivoPublication . Peloux, Arthur Laurent Pascal; Costa, Hélder Nunes; Bugaighis, ImanObjetivo: Determinar a prevalência do quarto molar supranumerário (M4) numa amostra de pacientes portugueses e caracterizar radiograficamente as suas principais características clínicas e anatómicas. Materiais e Métodos: Estudo descritivo, epidemiológico e retrospetivo, baseado na análise sistemática de ortopantomografias digitais obtidas no âmbito da consulta de triagem da Clínica Dentária Universitária Egas Moniz, no período compreendido entre 1 de janeiro de 2022 e 31 de dezembro de 2024. Foram incluídos 4 921 pacientes elegíveis com idades entre os 9 e os 35 anos. A identificação e caracterização dos M4 foram realizadas por quatro observadores, com revisão conjunta dos casos duvidosos. As variáveis analisadas incluíram localização, tipo, morfologia, estado eruptivo, posição vertical, orientação, relação com estruturas anatómicas adjacentes, presença de lesão associada e suspeita de reabsorção radicular. Foram calculadas frequências absolutas e relativas, médias e intervalos de confiança a 95%. Resultados: Foram identificados 37 pacientes com pelo menos um M4 (prevalência: 0,75%; IC 95%: 0,53–1,03), totalizando 47 M4. Os M4 localizaram-se predominantemente na maxila (85,1%), com predomínio do tipo distomolar (74,5%). A maioria encontrava-se inclusa/impactada (78,7%) e com morfologia rudimentar/microdente (53,2%). A suspeita de reabsorção radicular do dente adjacente foi identificada em 25,5% dos casos. Conclusões: A prevalência do M4 na população estudada (0,75%) é consistente com os valores descritos na literatura internacional. O predomínio maxilar, a elevada taxa de inclusão e a suspeita de reabsorção em um quarto dos casos reforçam a importância da avaliação radiográfica cuidadosa e da monitorização individualizada quando clinicamente indicada. Este estudo constitui, tanto quanto é do nosso conhecimento, o primeiro a caracterizar esta anomalia numa amostra portuguesa.
- Reabilitação da maxila atrófica posterior : implantes curtos versus elevação do seio maxilar e implantes de comprimento standardPublication . Gouveia, Beatriz Isabel Pulguinhas; Gaspar, João; Lima, LeonelA substituição de dentes perdidos é determinada por questões funcionais, estéticas, psicológicas e pelo impacto social associado ao edentulismo (Omar et al., 2003). Nas últimas décadas, a colocação de implantes tornou-se uma metodologia de tratamento amplamente difundida e previsível para regiões parcialmente edêntulas ou em casos de reabilitação total dos maxilares. No entanto, em alguns casos, a ausência prolongada de dentes resulta numa extensa reabsorção da crista alveolar (Couso‐Queiruga et al., 2021). No caso da maxila posterior, estas alterações dimensionais podem levar os clínicos a equacionar recorrer a técnicas mais complexas e demoradas, como a elevação do seio maxilar (Boyne & James, 1980; Cucchi & Ghensi, 2014). Contudo, apesar da previsibilidade destas técnicas, elas estão frequentemente associadas a algumas desvantagens, como aumento de custos, alta morbilidade, assim como complicações intra e pós-operatórias (Fontana et al., 2011). Em alternativa à elevação do seio maxilar para a colocação de implantes de comprimento standard, existe a possibilidade, em casos que apresentem suficiente altura óssea, de proceder à colocação de implantes curtos ou extra-curtos, que consistem numa alternativa menos invasiva (Anitua et al., 2025;Slotte et al., 2015).
- O cancro oral : desafios e estratégias de comunicação de uma má notíciaPublication . Foures, Camille; Couvaneiro, JoãoO cancro oral tem sido um dos grandes temas da atualidade da saúde, estando no centro de numerosos debates médicos, sociais e culturais. Nesta tese, irei abordar os aspetos sociais relacionados com a temática, orientando o presente trabalho para o tema da comunicação do cancro oral. Entre as questões que se levantam surgem algumas das que se seguem: que especificidades existem nos processos comunicacionais na saúde oral? Como anunciar uma má notícia? Existe relação entre as características comunicacionais e a adesão ao tratamento? Atendendo à centralidade das questões referidas, assim como o meu interesse pela temática, elegi com tema da minha tese: «O cancro oral: desafios e estratégias de comunicação de uma má notícia» Deste modo, poderemos analisar e compreender os diferentes métodos já existentes de comunicação sobre o cancro oral (Alves et al., 2019), os métodos de transmissão de informação ao público de uma faixa etária que começa logo na adolescência (que pode ser marcada pelo início do consumo de álcool, tabaco e relações sexuais, por vezes não protegidas) (Darukaradhya et al., 2023), aos doentes (Rini et al., 2019), mas também aos profissionais de saúde (Narayanan et al., 2010), de forma a transmitir as boas práticas a adotar. Iremos igualmente procurar perceber de que forma se poderá melhorar a sensibilização a diferentes escalas (pessoais, com o apoio dos profissionais de saúde e a nível mundial) (Lin et al., 2021). E sobretudo, como a melhorar e torná-la acessível, tendo em conta parâmetros que variam em função da idade, das condições económicas, sociais e culturais (Baumann et al., 2023).
