UNIPS - SC - Serviços Centrais
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Percorrer UNIPS - SC - Serviços Centrais por autor "Dominguinhos, Pedro"
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- 1.000 das maiores empresas do Distrito de Setúbal no ano de 2014Publication . Pinto, Sandra; Lima, Maria João; Dominguinhos, Pedro
- 1.000 maiores empresas do Distrito de Setúbal 2015Publication . Dominguinhos, Pedro; Pinto, Sandra; Ribeiro, Joaquim Manuel da Silva
- 1.000 maiores empresas do Distrito de Setúbal 2016Publication . Dominguinhos, Pedro; Pinto, Sandra; Ribeiro, Joaquim Manuel da Silva
- 1.000 maiores empresas do Distrito de Setúbal 2017Publication . Dominguinhos, Pedro; Pinto, Sandra; Ribeiro, Joaquim Manuel da Silva
- 500 das maiores empresas do Distrito de Setúbal no ano de 2013Publication . Pinto, Sandra; Dominguinhos, Pedro
- 500 maiores empresas do Distrito de Setúbal no ano de 2011Publication . Carvalho, Luísa Margarida Cagica; Dominguinhos, Pedro; Pinto, Sandra
- 500 maiores empresas do distrito de Setúbal no ano de 2012Publication . Pinto, Sandra; Dominguinhos, Pedro
- Da educação superior para o mercado de trabalho: a inserção profissional dos licenciados no IPSPublication . Costa, Célia; Dominguinhos, PedroA integração efetiva, no mercado de trabalho, dos diplomados com formação académica superior tem despoletado, nos últimos anos, um renovado interesse nas instituições de ensino, nas políticas educativas e de emprego e na sociedade em geral. Com efeito, apesar do crescimento da frequência do ensino superior e do aumento progressivo de diplomados, o atual contexto de crise económica, marcado, essencialmente, pela incerteza, instabilidade e precariedade laboral, tem condicionado o processo de inserção profissional dos jovens que saem da escola para acederem ao mercado de emprego. Neste sentido, para que cada instituição de ensino possa ser mais atuante no processo de transição dos seus diplomados para a vida ativa e, simultaneamente, adaptar a sua oferta formativa, torna-se fundamental acompanhar, de uma forma sistemática, a trajetória profissional dos mesmos. É neste quadro que este trabalho apresenta os resultados do estudo desenvolvido no âmbito do Observatório de Inserção na Vida Ativa do Instituto Politécnico de Setúbal (OIVA/IPS), que tem como objetivo analisar o percurso profissional dos licenciados no IPS, um ano após a obtenção do grau académico, a partir dos resultados de um inquérito por questionário aplicado aos licenciados no IPS no ano letivo 2010/2011. Objetiva-se, igualmente, explanar os resultados atinentes às variáveis do estudo, nomeadamente, a situação profissional e o vínculo laboral dos licenciados empregados, as diferenças de género no acesso ao emprego, os níveis salariais, a caracterização das entidades empregadoras e, a relação existente entre a profissão e a área de formação académica, tendo presente as assimetrias existentes entre as escolas do IPS e, em particular, entre os diversos cursos ministrados. Discutir-se‐á, ainda, e sempre que possível, os resultados obtidos com estudos semelhantes realizados para outras Instituições de Ensino Superior. O presente relatório encontra-se dividido em quatro capítulos principais. No primeiro capítulo é apresentada a revisão da literatura relevante para a discussão da problemática da inserção profissional dos diplomados no mercado de trabalho. Seguidamente, no segundo capítulo, descreve-se a metodologia de investigação, os objetivos e os instrumentos de recolha de dados utilizados. Na terceira parte do relatório procede‐se à análise e discussão dos resultados obtidos nas diversas variáveis em estudo, ao nível do IPS, por escola e curso ministrado. Por fim, no último capítulo destacam-se as principais conclusões apresentando-se ainda algumas reflexões em torno das diferenças existentes entre a situação profissional dos licenciados do IPS.
- Novos desafios do Instituto Politécnico de Setúbal para o séc.XXIPublication . Dias, Otília; Dominguinhos, PedroO objetivo desta apresentação é dar a conhecer o que o Instituto Politécnico de Setúbal, IPS, tem realizado para enfrentar os constrangimentos que foram surgindo no Ensino Superior, ES, bem como a estratégia que pretende implementar no futuro. O Processo de Bolonha trouxe mudanças profundas no panorama educacional do ES, como por exemplo a abertura à equidade e à diversidade de públicos não-tradicionais que podem ingressar no ES e um reforço da aprendizagem ao longo da vida. Em 2006 surge a legislação que permite a entrada de indivíduos Maiores de 23 anos nas Instituições de ES, M23, substituindo os antigos exames ad-hoci, sendo que o IPS foi, desde o início, uma das instituições que mais estudantes M23 conseguiu captar, muitos deles trabalhadores estudantes, tendo por isso implementado várias medidas para se adequar este novo público que chegou ao ES de uma forma mais expressiva (EUROSTAT. (2009). Por outro lado, as dificuldades financeiras que Portugal tem passado, influenciaram significativamente o prosseguimento de estudos de muitos estudantes portugueses. Paralelamente, com a vinda de estudantes da CPLP ao abrigo de várias parcerias, constatou-se que muitos deles não possuíam a estrutura económica e social que lhes permitam a conclusão dos ciclos de estudos. Esta situação, pode ser agravada com a aprovação do Estatuto do Estudante Internacional, em 2014, que fez com que o valor das propinas aumentasse significativamente para a maioria dos estudantes provenientes dos países da CPLP. Assim, o Serviço de Ação Social do IPS, SAS/IPS, que tem como principal objetivo proporcionar as melhores condições de estudo aos estudantes, sobretudo aos carenciados, para além de disponibilizar os apoios diretos, teve necessidade de introduzir programas específicos, como o Programa de Atribuição de Apoios Sociais, PAAS/IPS, em 2010, destinado a apoiar estudantes que, por motivos diversos, não podem beneficiar da concessão de bolsas de estudo atribuídas ao abrigo da legislação em vigor, nomeadamente os estudantes da CPLP. Outra estratégia do IPS para tentar captar mais estudantes, passou pela lecionação dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET), cursos pós-secundários, e desde este ano, pela criação 2 de Cursos de Técnico Superior Profissional, CTeSP, cursos superiores, não conferentes de grau, de cariz profissionalizante, com a duração de 2 anos (120 ECTS), que incluem um estágio em contexto real de trabalho. O IPS espera que, com as medidas, algumas já em ação e outras que serão implementadas já em setembro de 2015, consiga responder aos desafios que se colocam ao ensino superior português.
