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  • General Adolfo Almeida Barbosa (1857-1928)
    Publication . Velez, Rui Manuel Proença Bonita
    Almeida Barbosa pautou toda a sua vida pelo serviço à Pátria, colocando o interesse da Nação sempre à frente dos interesses individuais, cedo se convenceu que, para o efeito, era necessário dotar a Nação com líderes corajosos, empenhados, humildes e, acima de tudo, honestos. O general Adolfo Almeida Barbosa constituiu-se desta forma como uma ilustre figura da nossa História Militar e uma expressão dos valores e das virtudes que devem caracterizar não só todo o militar, mas também todo o cidadão. A sua vida constitui uma referência para todos os militares e, naturalmente, para os novos Alunos da Academia Militar, mas também pode fundar um bom exemplo de como se deve servir a Pátria, sem interesses pessoais e movido de um enorme espirito de nacionalidade.
  • Marechal Manuel de Oliveira Gomes da Costa (1863 – 1929)
    Publication . Silva, António Rodrigues Borges da
    A Academia Militar designou como Patrono dos cursos de entrada no ano letivo 2019-2020 o Marechal Gomes da Costa. No dizer de Joaquim Veríssimo Serrão, «um valoroso cabo-de-guerra, que fora companheiro de Mouzinho nas campanhas de pacificação de Moçambique e que servira em altas missões no Estado da Índia, em Angola e São Tomé e Príncipe. Durante a I Guerra Mundial cobrira-se de glória no teatro de operações de França, como comandante da 1ª Divisão Portuguesa, tendo ali ganho o grande oficialato da Ordem da Torre e Espada. Conhecido pela sua bravura, era um militar de grande pundonor e que muitos consideravam um símbolo das virtudes castrenses». Gomes da Costa foi o 10º Presidente da República Portuguesa e o segundo da Ditadura Nacional.
  • General Pedro Massano de Amorim (1862- 1929)
    Publication . Sousa, Pedro Marquês de
    Pedro Massano de Amorim foi um oficial formado na Escola do Exército para a arma de artilharia, com uma carreira muito relevante especialmente dedicada ao nosso antigo império ultramarino, em funções militares e também como Governador em Moçambique e em Angola. Na fase final da sua carreira e nos últimos três anos da sua vida, foi também Governador-Geral da India portuguesa, onde faleceu em 1929. (...) Em fevereiro de 1930 a revista militar publicou um artigo biográfico sobre Pedro Massano de Amorim, no qual se destacam as suas virtudes e o seu carácter intrépido, leal e de uma rude franqueza, que não ofendia mas antes captava simpatias, sempre com grande coragem e energia, capacidade de decisão e tenacidade.
  • General Raul Augusto Esteves (1878 – 1955)
    Publication . Afonso, Carlos Alberto Rocha
    Coube ao Excelentíssimo General Alexandre Gomes de Lemos Corrêa Leal, Comandante da Escola do Exército entre 1952 e 1956, a iniciativa de propor ao Conselho Escolar “que fosse adoptado para cada Curso de entrada um Patrono, figura simbólica e expressiva da nossa História, que servisse de guia e de rumo aos alunos desse Curso“, tendo recebido “a mais calorosa aprovação do mesmo Conselho”. E assim tem sido desde o ano letivo 1953-1954, ano em que foi escolhido Viriato, heróico chefe militar com reconhecidas qualidades e virtudes militares que serviram de inspiração aos jovens cadetes daquele curso de entrada. Desde então seguiram-se mais 63 figuras notáveis da história da portugalidade, que, servindo a sua Pátria com honra e lustre, foram escolhidos como exemplo de lealdade e de valentia por entre os seus soldados. De tão vasto leque de heróis, foi escolhido para patrono do curso de entrada na Academia Militar no ano letivo 2017-2018 o General Raul Augusto Esteves, exímio comandante e líder de homens, que tão brilhantemente honrou a bandeira de Portugal nos campos entrincheirados da Flandres como Comandante do Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro. Foi também Comandante do Regimento de Sapadores de Caminhos de Ferro e Diretor da Arma de Engenharia, sendo por inúmeras vezes chamado a cumprir as mais difíceis missões, sempre com alto sentido patriótico e pleno de virtudes, devendo, como tal, ser um exemplo a seguir.
  • D. Miguel Pereira Forjaz (1769-1827)
    Publication . Borges, João Vieira
    A Academia Militar é, em todas as Nações, reserva de Tradição, de História, de valores e duma Estética Militar cujo carisma emociona os cidadãos e marca profundamente os Cadetes. Portugal tem na sua AM o orgulho natural duma Nação secularmente sábia, na defesa da sua liberdade e independência e na formação intelectual das gerações portuguesas. O Exº General Alexandre Correia Leal, ilustre Comandante da Escola do Exército, propôs no ano de 1953, ao douto Conselho Escolar, que fosse adoptado para cada curso de entrada um patrono, figura simbólica e expressiva da nossa História, que servisse de guia e de rumo aos alunos desse curso. A ideia mereceu a mais calorosa aprovação tendo sido escolhido como Patrono do curso de entrada de 1953, "VIRIATO, Capitão da Lusitânia", e sido elaborado um folheto alusivo pelo então Ten Cor Alfredo Pereira da Conceição. Desde então e durante os últimos 40 anos, vários foram os Patronos dos diversos cursos, como D. Pedro I, D. Duarte, D. Cristóvão da Gama, António da Silveira e outros, todos eles "Primeiros entre os Primeiros" que serviram de modelo espiritual, pelas suas virtudes e qualidades aos diversos cursos de entrada. Cadete do curso de entrada na AM de 1993-1994! Esperamos que a descrição que a seguir vais ler, entre profundamente no teu espírito, faça vibrar a tua emoção, fortalecer os teus sentimentos e florescer a tua vocação militar, como exemplo dado sem tréguas por D. MIGUEL PEREIRA FORJAZ. E, se assim for, o século XXI, poderá ver-te nos mais altos cargos da nação, capaz de repetir os mesmos lances de heroísmo, decisão e capacidade organizativa, demonstrados pelo teu Patrono e que contribuíram para fazer a grandeza deste país. De D. MIGUEL PEREIRA FORJAZ, pouco se sabia e pouco continuaremos a saber, apesar da grandeza da sua obra como militar e homem de estado. Este trabalho, inicialmente de compilação mas transformado pela inexistência de qualquer estudo anterior, em trabalho de investigação, encheu-nos de honra e satisfação (pela descoberta de novas verdades!) e contou com o apoio de várias entidades/personalidades (vidé agradecimentos), que, em parte, compensaram as limitações de tempo e de "conhecimento" do autor. Esperamos que se torne na "Semente" que algum de vós ou qualquer outro historiador, fará germinar, no sentido de dar continuidade ao estudo de tão ilustre figura da nossa História, a bem da verdade histórica, a bem de PORTUGAL!
  • D. António Luís de Sousa : 2.º Marquês das Minas
    Publication . Leal, João Luís Rodrigues
    D. António Luís de Sousa foi um dos mais eminentes protagonistas da história militar de Portugal, pois obteve feitos inigualáveis, não devendo a formação de sucessivas gerações de líderes ser alheia a tão insigne figura. 0 2º Marquês das Minas, como militar e como patriota, constituiu-se como arquétipo de referência e exemplo de generosidade, coragem, honra e engenho; qualidades que ainda hoje cunham os melhores vultos da nossa história. Que a personalidade de D. António Luís de Sousa deixe esculpido no vosso curso um vinculo indissipável que sirva de catalizador de coesão e camaradagem, e que a evocação do seu exemplo vos permita arrostar as adversidades que se vos depararão ao longo da carreira que acabaste de abraçar. Cadetes do curso de entrada na Academia Militar no ano lectivo 2004-2005, por tudo aquilo que foi escrito e dito, podeis e deveis dizer com inusitado orgulho: «O patrono do nosso curso é D. António Luís de Sousa, o 2º Marquês das Minas».
  • General Tomás António Garcia Rosado (1864-1937)
    Publication . Telo, António José
    (...) A acção de Garcia Rosado no Estado Maior na primeira década da sua carreira leva a que seja considerado um dos mais prometedores oficiais da sua geração. (...) Garcia Rosado é um dos generais com mais prestígio no Exército nos anos vinte, sendo à sua volta e de Sinel de Cordes que se reconstitui o núcleo que corresponde, em larga medida, ao comando final do CEP. (...) Em 1934, Garcia Rosado passa à reforma. Morre em Sintra, a 30 de Agosto de 1937, com 73 anos. Portugal perdia o melhor general da sua geração, o pensador, o diplomata, o organizador, o militar, em resumo, que se podia gabar de, apesar dos muitos entraves políticos, ter cumprido com sucesso muitas missões "impossíveis" ao longo de várias décadas de intenso labor patriótico.
  • General João Crisóstomo de Abreu e Sousa (1811-1895)
    Publication . Silva, Albano Manuel Claro Azevedo da
    De João Crisóstomo de Abreu e Sousa, procuraremos. citar os factos mais notáveis da sua brilhante carreira, que o ilustram como um chefe militar e cidadão de reconhecido prestígio. Esta influente personagem, cumpriu com extrema dignidade e notável acerto as mais difíceis e complexas missões, quer combatendo na guerra, quer organizando, dirigindo e estimulando na paz. Notabilizou-se pelos seus altos méritos, a sua verdadeira estatura moral, coragem e a aceitação de todas as responsabilidades, por mais pesadas e graves que elas fossem. A sua carreira singular, sempre o exemplo da dedicação para tudo pronta, de quem tudo faz por espontânea determinação, revelou-nos uma figura que deixou obra como militar, engenheiro e ainda político. Combatente da causa liberal, abandonou os estudos para servir contra as tropas absolutistas de D. Miguel, teria uma carreira ascensional brilhante que faz com que em 1885, nos apareça como general de divisão. Em 28 de Junho de 1880 faz publicar o regulamento que cria a Escola Regimental Prática de Engenharia. Fora do âmbito restrito do Exército, João Crisóstomo, bem apelidado "o primeiro engenheiro do seu tempo", figura muito conceituada e conhecida, influenciou de forma determinante o ensino da engenharia civil, ocupando ainda diferenciados cargos na área das obras públicas. Exemplo da abnegação capaz de todos os sacrifícios, do bom senso, da diligência clarividente e prática são o seu percurso na política. Foi deputado às Cortes, ministro das Obras Públicas, ministro da Guerra e após a queda do governo regenerador, (devido à situação difícil criada pelo Ultimato Inglês de 1890) chefiaria um efémero governo extra-partidário durante 462 dias.
  • General Fernando Tamagnini de Abreu e Silva (1856-1924)
    Publication . Rita, Fernando Manuel da Silva
    A vida e a carreira militar do general Fernando Tamagnini de Abreu e Silva, será uma referência para os Cadetes-Alunos que ingressam na Academia Militar, no ano letivo 2012-2013, curso para o qual foi designado como Patrono. Além das virtudes militares demonstradas em combate durante a Primeira Guerra Mundial, onde foi comandante do Corpo Expedicionário Português, Fernando Tamagnini de Abreu e Silva, distinguiu-se também como um chefe exemplar, pela sua competência técnica, sentido de responsabilidade e o seu exemplo de ética, a par da sua coerência e lealdade, para com os valores e princípios em que acreditava. Quem foi então este oficial, a quem o Governo da República confiou o comando de mais de cinquenta mil homens? O que é que o qualificava para tal missão? Apesar de nunca ter servido em África ou ter desempenhado funções políticas durante a sua carreira militar; os seus percursos por diversas unidades do exército, juntamente com as diferentes comissões de serviço que prestou na Guarda Municipal de Lisboa, conferiram-lhe um atributo excecionalmente importante, que era o facto de ser considerado um militar muito estudioso, astuto e disciplinador, o que lhe granjeou grande fama na época. As suas qualidades de organizador, foram também largamente apreciadas e postas em relevo pelos críticos militares da época, de quase todas as nações aliadas, que assim lhe teceram os mais entusiásticos louvores. Também a sua excecional formação humanista, permitiu-lhe neste período de grande instabilidade política e social, através da sua alma de soldado, dar um exemplo de humildade e espírito de serviço, que de forma verdadeiramente desinteressada, nunca o motivaram para cargos políticos, que servissem interesses pessoais, conduzindo-o apenas ao cumprimento das missões que lhe eram atribuídas. Estas foram apenas algumas das razões, porque foi escolhido o homem, que comandou tão importante destacamento, que marcou a História Militar do nosso país.
  • Resumo histórico da Academia Militar
    Publication . Borges, João Vieira
    A História da Escola do Exército e da Academia Militar lega-nos exemplos ímpares de um acompanhamento do que de melhor se fazia e faz na Europa e, simultaneamente, de um cuidado permanente na adaptação à especificidade nacional, factores facilmente traduzidos nas sucessivas gerações de líderes nacionais que, ao longo de mais de duzentos e treze anos, construíram o forte lastro histórico de que todos nos honramos. E, entre as suas tradições, encontramos os Patronos dos diferentes cursos, que desde 1953 constituem Tradição e factor de Coesão de sucessivas gerações de jovens oficiais marcados pelo ideal de servir Portugal.