Percorrer por autor "Gato, Ana Paula"
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- Aprendizagem baseada em projetos: conhecer e aprender para depois intervirPublication . Ferrito, Cândida; Cerqueira, Andreia Filomena Ferreri de Gusmão Gonçalves; RAMOS, Ana Lúcia; Gato, Ana Paula; Lopes, Joaquim
- Atas do I Seminário: Vulnerabilidades Sociais e Saúde: Pobreza, Exclusão Social e Saúde: Uma Visão InterdisciplinarPublication . Gato, Ana Paula; Canais, Edgar; Santos, José; Moreira, Sandrina Berthault; Barbosa, Vítor
- Atas do III seminário vulnerabilidades sociais e saúde (I Seminário Internacional)Publication . Gato, Ana Paula; Cerqueira, Andreia Filomena Ferreri de Gusmão Gonçalves; Canais, Edgar; Santos, José; Moreira, Sandrina Berthault; Barbosa, Vítor
- Atas do IV Seminário Internacional Vulnerabilidades Sociais e Saúde: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: Velhos Desafios E Novas OportunidadesPublication . Gato, Ana Paula; Cerqueira, Andreia Filomena Ferreri de Gusmão Gonçalves; Canais, Edgar; Santos, José; Moreira, Sandrina Berthault; Barbosa, Vítor
- Atas do V Seminário (III Internacional) Vulnerabilidades Sociais e Saúde “Trabalho, Saúde Mental e Integração Social: Vulnerabilidades e Transições em Tempos de Incerteza”Publication . Gato, Ana Paula; Cerqueira, Andreia Filomena Ferreri de Gusmão Gonçalves; Canais, Edgar; Santos, José; Moreira, Sandrina Berthault; Barbosa, Vítor
- Atas do VI Seminário Internacional Vulnerabilidades Sociais e Saúde “Percursos Migratórios e Cidadania Global: diversidade e (des)igualdades”Publication . Gato, Ana Paula; Cerqueira, Andreia; Canais, Edgar; Santos, José Rebelo dos; Barbosa, Victor; Moreira, Sandrina B.
- Desafios da investigação da história da enfermagem :Publication . Gato, Ana Paula; Nunes, LucíliaSe o passado se constitui como contributo decisivo tanto para a construção da identidade profissional dos enfermeiros, como para o desenvolvimento da disciplina de Enfermagem, entendemos a sua disseminação e ensino como formas de valorização e explicitação disciplinar. Estes emergem como verdadeiro desafio na relação entre investigar e ensinar. Consideramos pois pertinente a investigação sobre o ensino da História de Enfermagem em Portugal. Desenvolve-se um estudo em torno desta problemática com os seguintes objetivos: a) mapear a existência e os contornos do ensino da História de Enfermagem em Portugal, enquanto unidade curricular autónoma; b) analisar as tendências epistemológicas do ensino da História de Enfermagem. A recolha de dados foi feita a partir da consulta dos planos de estudo do Curso de Licenciatura em Enfermagem (CLE), aprovados em Diário da República. Procedemos a análise documental dos planos de estudo e orientações disciplinares relativas a estes, quando disponíveis. Considerou-se para este estudo a categorização para o tipo de instituição, pública (instituição do Estado) e privada (instituição pertencente a entidades particulares, concordatária ou cooperativas).Considerou-se, no caso de instituições com o mesmo plano de estudos em diferentes escolas, um plano. Assim, em fevereiro de 2013, existiam 41 cursos de Licenciatura em Enfermagem, representando 34 planos de estudos. Destes 34, 23,5% [8] apresentam uma unidade curricular de História singularizada e 76,4% [26] não têm a expressão “História” na designação da unidade curricular. Dos planos de estudo que têm unidade curricular designada com “História de Enfermagem”, 62,5% [5] pertencem a instituições públicas e 37,5% [3] a instituições privadas (sendo que um plano se replica em duas escolas da mesma instituição). As designações são: “História de Enfermagem” [3 casos], “História e Epistemologia de Enfermagem” [3 casos], “História e Fundamentos de Enfermagem (I e II)” [1 caso] e “História de Enfermagem e Assistência” [1 caso]. Os Planos de Estudo dos CLE cumprem determinados requisitos, em conformidade com a sua regulamentação. Verificada a Diretiva e a respetiva transposição para a legislação nacional (Lei 9/2009 de 4 de março), a História de Enfermagem não faz parte das matérias obrigatórias de ensino teórico. Trata-se, assim, de uma opção de conceção curricular da instituição de ensino.
- Desafios da Investigação da História da Enfermagem: da Sua Visibilidade no EnsinoPublication . Gato, Ana Paula; Nunes, LucíliaSe o passado se constitui como contributo decisivo tanto para a construção da identidade profissional dos enfermeiros, como para o desenvolvimento da disciplina de Enfermagem, entendemos a sua disseminação e ensino como formas de valorização e explicitação disciplinar. Estes emergem como verdadeiro desafio na relação entre investigar e ensinar. Consideramos pois pertinente a investigação sobre o ensino da História de Enfermagem em Portugal. Desenvolve-se um estudo em torno desta problemática com os seguintes objetivos: a) mapear a existência e os contornos do ensino da História de Enfermagem em Portugal, enquanto unidade curricular autónoma; b) analisar as tendências epistemológicas do ensino da História de Enfermagem. A recolha de dados foi feita a partir da consulta dos planos de estudo do Curso de Licenciatura em Enfermagem (CLE), aprovados em Diário da República. Procedemos a análise documental dos planos de estudo e orientações disciplinares relativas a estes, quando disponíveis. Considerou-se para este estudo a categorização para o tipo de instituição, pública (instituição do Estado) e privada (instituição pertencente a entidades particulares, concordatária ou cooperativas).Considerou-se, no caso de instituições com o mesmo plano de estudos em diferentes escolas, um plano. Assim, em fevereiro de 2013, existiam 41 cursos de Licenciatura em Enfermagem, representando 34 planos de estudos. Destes 34, 23,5% [8] apresentam uma unidade curricular de História singularizada e 76,4% [26] não têm a expressão “História” na designação da unidade curricular. Dos planos de estudo que têm unidade curricular designada com “História de Enfermagem”, 62,5% [5] pertencem a instituições públicas e 37,5% [3] a instituições privadas (sendo que um plano se replica em duas escolas da mesma instituição). As designações são: “História de Enfermagem” [3 casos], “História e Epistemologia de Enfermagem” [3 casos], “História e Fundamentos de Enfermagem (I e II)” [1 caso] e “História de Enfermagem e Assistência” [1 caso]. Os Planos de Estudo dos CLE cumprem determinados requisitos, em conformidade com a sua regulamentação. Verificada a Diretiva e a respetiva transposição para a legislação nacional (Lei 9/2009 de 4 de março), a História de Enfermagem não faz parte das matérias obrigatórias de ensino teórico. Trata-se, assim, de uma opção de conceção curricular da instituição de ensino.
- Uma enfermeira em Moçambique: entre o desalento e a esperança.Publication . Gato, Ana Paula
- O Estado Novo e a saúde dos pobres.Publication . Gato, Ana PaulaO Estado Novo criou uma política de saúde baseada na premissa ideológica estabelecida na Constituição de 1933 e na subsequente legislação de que cabia ao Estado cuidar apenas dos pobres. Este texto pretende analisar as políticas de prestação de cuidados de saúde aos pobres durante o Estado Novo. A partir da análise de várias fontes e da historiografia estudam-se os vários contextos de prestação de cuidados e o investimento político e organizacional do regime na área da saúde, de forma a identificar mudanças e continuidades nas políticas de saúde para os mais pobres. O Estado Novo multiplicou serviços de saúde, distribuiu escassos recursos pelos serviços públicos, e acentuou as desigualdades no acesso à saúde, com o recurso ao atestado de pobreza como condição para aceder aos serviços públicos. Encontrámos algumas continuidades na prestação de cuidados aos pobres, nomeadamente no tipo de instituições, no controlo do acesso aos serviços públicos, assim como no controlo social dos mais desfavorecidos através dos serviços de saúde. Consideramos como momentos de mudança em termos de políticas de saúde para os mais pobres as primeiras tentativas de criação de centros de saúde na década de 1930, e a legislação de 1971 que reconheceu a saúde como um direito para todos e permitiu a criação de centros de saúde públicos, ainda durante a ditadura.
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