Percorrer por autor "Fernandes, António Horta"
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- As aporias do terrorismo: contra-resposta a um polemista equivocadoPublication . Fernandes, António Horta
- Da Hostilidade à Construção da Paz. Para uma Revisão Crítica de Alguns Conceitos EstratégicosPublication . Duarte, António Paulo Silva; Fernandes, António HortaNum mundo em convulsão face ao terminus da Guerra Fria, no contexto de uma revolução económico-social gerada pela hiper-velocidade cibernética da globalização, os conceitos que de antanho estruturavam/enquadravam o pensamento no que diz respeito à segurança/defesa e ameaça/risco, assim como as noções de aspiração, interesse e objectivos nacionais passam a ser contestadas pela realidade em mutação. O presente artigo é um esquisso visando repensar estes conceitos, tendo em conta a evolução do mundo, de modo a torná-los mais operativos, dotando-os de capacidade de moldar e ao mesmo tempo de exprimir uma realidade em movimento. Basicamente, considera-se a defesa como um acto reactivo contra alguém e a segurança como um dinâmico procurar estar seguro. A ameaça é conceptualizada como uma expressão activa do desejo de transformação político-estratégica e o risco como um puro evento não directamente intencional que pode, contudo, gerar insegurança político-estratégica. A problemática dos objectivos e interesses joga-se num quadro de atribuição de fins à estratégia”.
- É a guerra um 'bom pastor'? Reação crítica a formulações de António Paulo DuartePublication . Fernandes, António Horta
- A estratégia e as relações internacionaisPublication . Fernandes, António HortaO presente estudo pretende fazer um primeiro balanço acerca das relações disciplinares tecidas entre as Relações Internacionais e a Estratégia, de modo a pôr em ordem algumas confusões conceptuais. Pretende-se ainda indagar de como a estratégia tem sido acolhida pela Academia portuguesa no âmbito dos cursos de Relações Internacionais.
- Estratégia, guerra e terrorismo : a inexistência de um vínculo topológicoPublication . Fernandes, António HortaO presente artigo pretende pôr em causa as propaladas relações do terrorismo com a guerra e com a estratégia, mostrando, nomeadamente, o sem sentido da noção de “guerra anti‑terrorista”. Para isso, procura‑se repensar o conceito de terrorismo, mostrando que na actividade terrorista não cabe qualquer lógica política de raiz, mas apenas a violência pela violência, contrariamente àquilo que caracteriza a guerra e a estratégia: a primeira expressando a dimensão violenta da política, por excelência, que também existe; a segunda, reflectindo a contenção prudencial dessa mesma violência política.
- A Estratégia: Arte e/ou CiênciaPublication . Fernandes, António HortaPretende-se descortinar se a estratégia é uma disciplina predominantemente científica, ou se a sua faceta de arte é inerradicável. O desenrolar do trabalho permite desimplicitar os pressupostos epistemológicos modernos que estão por detrás da dicotomia arte/ciência e perceber a ilusão que preside a esses mesmos pressupostos, mergulhando nessa outra muito problemática dicotomia sujeito/objecto. O paradigma pós-moderno apresenta-se então como a solução mais viável para um enquadramento epistemológico da disciplina estratégica.
- Estratégia: Hostilidade ou Competição?Publication . Fernandes, António HortaNeste artigo sobre teoria geral da estratégia discute-se, a propósito de uma obra de Francisco Abreu, os fundamentos da estratégia, nomeadamente o alcance da disciplina estratégica em termos objectuais. Equaciona-se a legitimidade de alargar o campo da estratégia à competição empresarial, mesmo num âmbito de uma teoria sistémica para a estratégia, em função de racionais epistemológicos e de racionais praxistas ligados à consideração da estratégia como uma ética do conflito.
- Geopolítica aplicadaPublication . Correia, Pedro de Pezarat; Nogueira, José Manuel Freire; Daehnhardt, Patrícia; Gaspar, Carlos; Tomé, Luís; Saraiva, Luís Eduardo; Dias, Carlos Manuel Mendes; Fernandes, António HortaO caos identitário atingiu a geopolítica. A derivação semântica tende a confundir geopolítica com geoestratégia, a apropriação da geoestratégia pela geopolítica que desvirtua o seu conceito “kjelleniano”. Influência da escola realista norte-americana. Esta amálgama concetual abre espaço para o surgimento de novas abordagens da geopolítica. A nova geopolítica, ainda numa fase ensaísta, nas suas quatro dimensões, ecopolítica, demopolítica, geoeconomia e biopolítica. Visão prospetiva obrigatória na análise geopolítica. Análises prospetivas de dois temas atuais da nova geopolítica e que exigem intervenções urgentes dos poderes políticos: o Ártico, que de espaço geopolítico e geoestratégico marginal está a tornar-se, em virtude do aquecimento global, centro e fator determinante de uma revolução geopolítica; as migrações, fenómeno geopolítico de primeira importância, fator de manipulação das decisões políticas nos espaços de destino e acolhimento.
