A carregar...
13 resultados
Resultados da pesquisa
A mostrar 1 - 10 de 13
- Sete preciosidades medievais a descobrir e a valorizarPublication . Costa, JoaquimO presente artigo visa dar a conhecer os arcos memoriais e marmoirais existentes, porque, no âmbito do património românico e gótico, são dos monumentos menos conhecidos, e pretende evidenciar a necessidade de os valorizar em virtude de serem um ativo importante para o conhecimento histórico, para a educação patrimonial e para a promoção turístico-cultural de um território.
- A violência literária contra Manuel de Faria e SousaPublication . Costa, JoaquimManuel de Faria e Sousa é um dos escritores portugueses mais contestados, sobretudo durante o século XIX e inícios do seguinte. Embora uma parte considerável das apreciações negativas a que esteve sujeito seja fruto de ter ficado em Madrid após a Restauração da Independência Portuguesa em 1640, consideramos que as críticas que teve são, igualmente, o resultado das suas opções literárias, nomeadamente a usurpação de poemas a favor de Luís de Camões. O despoletar desta animosidade pode ser o reflexo da forma de escrever literatura, no século XIX, muito conotada com aspectos nacionalistas, em que, por vezes, a primazia, na obra literária era conferida ao critério nacional.
- D. Mafalda – Infanta, Princesa, Regente, Freira e Abadessa de Arouca. Do Mosteiro de S. Cristóvão de Rio Tinto ao vale do Tâmega e Sousa. Beata Mafalda de Portugal da Igreja Católica RomanaPublication . Costa, JoaquimConferência sobre a vida e obra de Mafalda Sanches, inserida na Ação de Formação de Curta Duração (ACD), de três horas, para professores e funcionários do AEIDM – Agrupamento de Escolas Infanta D. Mafalda (Rio Tinto), no âmbito do CFAE JR – Centro de Formação de Agrupamento de Escolas Júlio Resende – Gondomar, com o apoio da Rota do Românico e do Município de Lousada, realizada a 14 de setembro de 2023, e inserida no programa de atividades para o Ano Letivo 2023-2024.
- Ainda os trabalhos nobiliários de Manuel de Faria e SousaPublication . Costa, JoaquimManuel de Faria e Sousa (1590-1649) foi um dos portugueses mais eruditos de seiscentos. Conquanto o escritor tenha direcionado a maior parte da sua atenção para a poesia, para os comentários à obra de Luís de Camões e para a historiografia, o escritor também mostrou interesse por trabalhos nobiliários e de genealogia. A descrição da vida de Luís de Camões, a tradução para castelhano do nobiliário do Conde D. Pedro e as suas anotações à obra manuscrita Escudos de armas, la mayor parte de Portugal são exemplos do empenho do escritor felgueirense no registo e divulgação das famílias nobres portuguesas. Após apresentação biográfica do escritor, cujas raízes remontam à família dos Sousas, ou dos Sousões, uma das grandes famílias nobres dos inícios da nacionalidade, o presente trabalho analisa os (poucos) trabalhos nobiliários do escritor procurando evidenciar a amplitude da sua obra literária e, ao mesmo tempo, demonstrar o seu empenho em querer notabilizar a história de Portugal em tempos da União Ibérica (1580-1640).
- Manuel de Faria e Sousa: cidadão do mundo e das letras ao serviço de PortugalPublication . Costa, JoaquimManuel de Faria e Sousa é uma personalidade relevante para compreendermos o Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro (Felgueiras) numa determinada época e contexto histórico. Nesta casa monacal, Faria e Sousa foi batizado e aprendeu as primeiras letras, merecendo menções nas suas obras literárias e, no final dos tempos, foi seu desejo ser neste espaço religioso sepultado. Homem das letras e um dos grandes divulgadores da obra de Luís de Camões, Faria e Sousa é, contudo, uma figura controversa pelas opções pessoais e políticas assumidas durante uma das épocas mais conturbadas da nossa história: os sessenta anos de domínio filipino. Nesta publicação procurámos trazer à luz a essência de Manuel de Faria e Sousa, analisando o seu percurso pessoal e literário e cruzando-o com as vivências do Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro no período que precedeu a Restauração da Independência de Portugal.
- Luxúria e iconografia na escultura românica portuguesaPublication . Costa, JoaquimA luxúria na iconografia românica portuguesa – enquanto sinónimo de erotismo –, tem sido pouco abordada no panorama científico nacional. O presente artigo procura contribuir para este debate, analisando diversas áreas simbólicas e temáticas que podemos encontrar no bestiário medieval, na Bíblia, ou nas representações do ser humano e do mundo animal. A investigação levou-nos à conclusão de que a luxúria se encontra presente de norte a sul do país, apesar de ter maior incidência no norte, estando especialmente centrada na temática das sereias e onde se destaca o Mosteiro de Travanca por funcionar como polo irradiador, apresentando uma representação sexual algo contida.
- O perfil dos visitantes e turistas dos Centros de Informação da Rota do RomânicoPublication . Costa, JoaquimEste artigo analisa o perfil dos visitantes e turistas dos centros de informação turísticos do projeto Rota do Românico para que se conheça, em particular, quem visita estes espaços informativos e a Rota do Românico, no geral. Os dados quantitativos que servem de base a este estudo demonstram que, desde 2013, os fluxos de entradas nos centros de informação estão a decrescer e que a maioria dos visitantes e turistas são locais e dos concelhos vizinhos ao projeto. Os turistas estrangeiros têm pouca expressão quantitativa. Concluiu-se que o impacto da Rota do Românico é ainda muito regional, sendo necessárias mais ações promocionais e de divulgação para captar novos visitantes e turistas, procurando ganhar uma outra projeção, acima da regional. Uma nova aposta nos centros de informação é recomendável para receber quem visita os monumentos do projeto e para divulgar o património românico e turístico da região.
- Cronologia do Românico de ParedesPublication . Costa, JoaquimO presente artigo descreve cronologicamente a evolução histórica dos cinco elementos patrimoniais românicos de Paredes, que integram a Rota do Românico. Após enquadramento artístico e cronológico com a finalidade de se ter uma perceção geral do património românico em análise, apresentamos as principais datas da Torre dos Alcoforados, da Capela da Senhora da Piedade da Quintã, do Mosteiro de Cête, da Torre do Castelo de Aguiar de Sousa e da Ermida de Nossa Senhora do Vale.
- Manuel de Faria e Sousa: cidadão do mundo e das letras ao serviço de PortugalPublication . Costa, JoaquimManuel de Faria e Sousa é uma personalidade fulcral para compreendermos o Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro numa determinada época e contexto histórico. Ali foi batizado e aprendeu as primeiras letras, mereceu menções nas suas obras literárias e, no final dos tempos, foi seu desejo ali ser sepultado. Homem das letras e um dos grandes divulgadores da obra de Luís de Camões, Manuel de Faria e Sousa é, contudo, uma figura controversa pelas opções pessoais e políticas assumidas durante uma das épocas mais conturbadas da nossa história: os sessenta anos de domínio filipino. Nesta publicação procurámos trazer à luz a essência de Manuel de Faria e Sousa, analisando o seu percurso pessoal e literário e entrecruzando-o com as vivências do Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro no período que precedeu a Restauração da Independência de Portugal.
- Os arcos memoriais e marmoirais, da Idade Média à atualidadePublication . Costa, JoaquimEsta obra analisa um tipo de monumentos medievais, raros e enigmáticos, que apenas subsiste em Portugal, num total de sete, que se tenha conhecimento: Arco da Campeã (Vila Real), Memorial de Alpendorada (Marco de Canaveses), Memorial da Ermida (Penafiel), Marmoiral de Sobrado (Castelo de Paiva), Arco de Paradela (Tarouca), Memorial de Santo António (Arouca) e o Memorial de Odivelas (Odivelas). Para além da revisão da literatura, esta publicação aponta novas leituras e novos caminhos para um tema que, seguramente, não se esgota neste estudo, devido a estes monumentos estarem envoltos em lendas, tradições e mistérios.
