ESEC - Capítulos de livros
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- Constrangimentos e estratégias de negociação das pessoas com necessidades especiais para participarem na atividade turísticaPublication . Lima Devile, Eugénia; Antunes Moura, Andreia Filipa; Alves, Joana Pimentel; Figueiredo, ElisabetePretende-se com este capítulo compreender, por um lado, as principais barreiras com que se deparam as pessoas com necessidades especiais (PcNE) no âmbito das suas viagens turísticas e, por outro, compreender de que forma se adaptam no sentido de as ultrapassar ou atenuar. Para atingir estes objetivos, optou-se por uma abordagem metodológica qualitativa, através da realização de entrevistas semiestruturadas a um conjunto de 38 pessoas com diferentes incapacidades e/ou necessidades especiais. Os resultados revelam a existência de um grande número de constrangimentos relacionados, quer com as caraterísticas individuais das PcNE, quer também com os que resultam da relação com outras pessoas. Mesmo assim, as PcNE continuam a participar em atividades turísticas, utilizando estratégias distintas para ultrapassar ou atenuar os constrangimentos encontrados. Foram também observadas algumas disparidades nos constrangimentos, de acordo com o tipo de necessidades especiais, embora muitos constrangimentos sejam transversais a todos os participantes. O capítulo termina com algumas implicações e recomendações para o setor do turismo e para outros atores, que podem ser adotadas no sentido de tornar a prática turística acessível a todas as pessoas.
- Necessidades e motivações das pessoas com necessidades especiais para participar no turismoPublication . Antunes Moura, Andreia Filipa; Lima Devile, Eugénia; Eusébio, CelesteO presente capítulo tem como objetivo analisar as necessidades e as motivações das pessoas com necessidades especiais (PcNE) para participarem em atividades turísticas. Para dar resposta a este objetivo, recorreu-se a uma metodologia mista (entrevistas e questionários a uma amostra de pessoas com necessidades especiais residentes em Portugal). Foram realizadas 38 entrevistas e administrados 504 questionários. Do total dos inquiridos, 113 (22,4% do total) nunca realizaram uma viagem turística. Dos diferentes grupos de inquiridos, são as pessoas com incapacidade as que revelam menor taxa de participação em atividades turísticas. Os resultados revelam que existem necessidades específicas deste mercado, não só em termos de acessibilidade física dos equipamentos e espaços, mas também em termos de serviço e atitude dos recursos humanos que trabalham no setor que, muitas vezes, não são conhecidas pela indústria turística. Outra necessidade importante está relacionada com a existência de informação sobre a acessibilidade dos produtos turísticos em canais de comunicação que sejam acessíveis. Estas necessidades devem ser conhecidas e satisfeitas para que a indústria turística seja acessível e para que as pessoas com necessidades especiais possam participar em experiências turísticas e beneficiar, em termos de qualidade de vida, dessa participação, uma vez que este mercado está fortemente motivado para participar em experiências turísticas. A diversão, o aumento do conhecimento, o descansar, o sair do ambiente habitual e o desenvolvimento de competências são motivações muito importantes deste mercado.
- Projeto Limites Invisíveis: uma abordagem educativa na naturezaPublication . Figueiredo, Aida; Duque, Isabel; Coelho, Ana; Bigotte, EmíliaO projeto Limites Invisíveis (LI), inspirado nos Forest ou Nature Kindergartens dos países escandinavos (Forest Schools nos países de língua inglesa), resulta de uma parceria entre o Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro (UA-DEP), a Escola Superior de Educação de Coimbra do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC-ESEC) e o Centro de Apoio Social de Pais e Amigos da Escola (CASPAE-IPSS), com o apoio do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Os LI englobam três eixos: Intervenção Educativa, Investigação/Monitorização e Formação em contexto/Consultoria. No primeiro e segundo eixos, o projeto tem como foco a oferta educativa desenvolvida em articulação com organizações de Educação de Infância e do 1º Ciclo do Ensino Básico (crianças até aos 10 anos). Essa oferta ocorre em espaço natureza – Mata Nacional do Choupal em Coimbra – e visa sensibilizar e motivar as crianças, as famílias e as comunidades educativas para a importância do espaço exterior natureza como um contexto de desenvolvimento e de aprendizagem através do brincar e da exploração. Cada criança é desafiada a vivenciar/explorar/ experimentar e atribuir significado ao mundo que a rodeia de acordo com o seu tempo, interesses, capacidades e a construir a sua própria infância.
- Ser professor hoje : por mares já navegados rumo às (in)certezas do futuroPublication . Pires, Natália Albino
- Na peugada dos amores de Pedro e Inês pela região oeste : uma proposta de rally culturalPublication . Pires, Natália AlbinoUm dos mitos mais importantes da cultura portuguesa diz respeito à história de amor e desamor entre D. Pedro e D. Inês de Castro e às suas repercussões políticas, tendo sido, desde então, o seu fatídico amor cantado na literatura nacional e europeia. Parte integrante do imaginário coletivo português, o mito foi reescrito na literatura autoral e, simultaneamente, reelaborado na literatura tradicional, principalmente no género lenda. Assim, tendo por base a importância do fundo lendário para a estruturação do imaginário coletivo de uma determinada região, apresentamos uma proposta de percurso turístico, no âmbito do turismo cultural e do turismo criativo, que visa seguir, através de um rally, as peugadas dos amores de Pedro e Inês pela Região Oeste, especialmente no concelho da Lourinhã e nos concelhos limítrofes (Peniche e Óbidos).
- A imagem dos portugueses na Crónica de D. Juan I de Pero López de AyalaPublication . Pires, Natália Albino
- Especificidade das formas adjetivais em romances da tradição oral moderna portuguesa : formas hápaxPublication . Pires, Natália AlbinoUma das questões essenciais que tem norteado os estudos sobre o Romanceiro diz respeito à necessidade de determinar a especificidade da sua linguagem com o fim último de encontrar as características do seu estilo que o distingam de outros géneros literários que circulam na voz do povo e que são transmitidos oralmente de geração em geração. No entanto e na sequência de um estudo mais amplo sobre romances da tradição oral moderna portuguesa editados entre 1828 e 1960, constatámos que uma parte da especificidade da linguagem do género romancístico lhe advém de aspectos linguísticos contidos, entre outros, no léxico dos textos. Não obstante, temos verificado que os estudos das singularidades linguísticas de textos romancísticos são parcos e incidem maioritariamente sobre a variância dos tempos verbais e sobre as fórmulas enquanto estruturas lexicalizadas. Neste artigo, estudaremos a presença de formas adjectivais em romances da tradição oral moderna portuguesa, procurando, por um lado, dar conta das particularidades de ocorrência desta classe de palavras, sobretudo no que se refere às formas que ocorrem uma única vez (formas hápax) numa versão, num romance e num grupo de romances, e, por outro lado, procurando reflectir sobre a sua importância para a construção da especificidade da linguagem do género romancístico.
- As orientações internas de responsabilidade social reduzem as intenções de turnover?Publication . R. Gomes, Daniel; Duarte, Ana Patrícia; Neves, José Gonçalves das
