ESEL - Dissertações de Mestrado
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Percorrer ESEL - Dissertações de Mestrado por assunto "Acolhimento"
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- Acolhimento ao cliente oncológico proposto para intervenção cirúrgica na modalidade one day surgeryPublication . Costa, Sónia Alexandra Simões; Alves, Patrícia VinheirasEste relatório de estágio surge no âmbito do 3º Curso de Mestrado e Especialização em Enfermagem na área Médico- Cirúrgica, na vertente Enfermagem Oncológica e tem como objetivo descrever e analisar reflexivamente e com base na evidência científica, o percurso realizado durante o estágio e demonstrar as competências desenvolvidas nesta área de especialização. Com base nas minhas necessidades de desenvolvimento de competências, nas necessidades dos enfermeiros e dos clientes do Serviço Cirurgia Geral onde trabalho, a temática desenvolvida foi o acolhimento do cliente oncológico proposto para intervenção cirúrgica na modalidade “One Day Surgery”, ancorando o percurso na teoria das transições de Afaf Meleis. Utilizou-se a metodologia de projeto, tendo sido efetuado estágio em três Serviços - Unidade de Cirurgia de Ambulatório de um Hospital de Lisboa; Unidade de Cirurgia de Ambulatório de um Hospital de Lisboa; Serviço de Cirurgia Geral de um Hospital de Lisboa. Ao longo do percurso foi feita pesquisa bibliográfica em bases de dados - EBSCO (Cinahl, Medline, Cochrane, Database, Mediclatina, Nursing e Allied, Health Collection), efetuada reflexão na prática e sobre a prática com a equipa, reflexão escrita utilizando o ciclo reflexivo de Gibbs, elaborados documentos que servem como instrumentos de trabalho para os enfermeiros no acolhimento ao cliente proposto para intervenção cirúrgica na modalidade “One Day Surgery”, documentos para os clientes que têm o propósito de os orientar no regresso a casa e facilitar a transição e realizadas sessões de reflexão/ informação no acolhimento ao cliente proposto para intervenção cirúrgica na modalidade “ One Day Surgery”. Este percurso teve impacto positivo no serviço onde trabalho pela dinamização impressa na equipa, no sentido de repensarem as práticas a estes clientes, promover estratégias facilitadoras no bem-estar dos clientes e família e melhorar a qualidade dos cuidados prestados. Foi possível assim, desenvolver as competências de enfermeiro especialista em Enfermagem Médico- cirúrgica a que me propus, atingindo o estado de perito (Benner,2001).
- Acolhimento da pessoa-família submetida a quimioterapia intravesical :Publication . Nunes, Ana Margarida de Arede; Ferreira, ÓscarA evolução do carcinoma urotelial da bexiga tem alta taxa de recidiva e progressão para invasão muscular e disseminação. (Correia, et al, 2010). As recomendações mais recentes para o tratamento desta patologia passam pela realização de uma resseção transuretral complementada por terapia intravesical. (Vahr et al, 2015). Ao enfermeiro cabe planear, executar, coordenar, supervisionar e avaliar os cuidados de enfermagem em todas as fases do tratamento, oferecendo cuidados específicos à pessoa/família submetida a tratamentos de quimioterapia, procurando minimizar os efeitos secundários que possam surgir (Andrade, 2012). Esta prática deve ser iniciada quando do acolhimento. Tal é decisivo para melhorar a adesão ao tratamento, contribui para a qualidade de vida, a reinserção no seio familiar e social do doente e a continuidade do desenvolvimento das atividades rotineiras, promovendo o autocuidado (Machado, et al, 2015). O momento do acolhimento deve ser formal, estruturado e favorável à comunicação entre enfermeiro, pessoa/família. Tal não era a minha realidade laboral pelo que me questionei “quais as intervenções de enfermagem que promovem o acolhimento à pessoa e ou família submetida a quimioterapia intravesical?” Neste sentido, para a operacionalização deste projeto foi realizada uma revisão scoping, levei a cabo dois estágios em contextos hospitalares distintos e um terceiro estágio onde procedi à implementação do projeto. A prática desenvolvida nos diferentes contextos, foi acompanhada por um processo critico e reflexivo das atividades desenvolvidas. O referencial teórico escolhido foi a Teoria do Défice do Autocuidado de Enfermagem, de Dorothea Orem. A implementação do acolhimento de forma estruturada com consequente impacto na melhoria da qualidade dos cuidados prestados à pessoa/família submetida a quimioterapia intravesical, permitindo-me, desenvolver competências comuns e especificas de Enfermeira especialiasta na área de Médico-Cirúrgica e Mestre em Enfermagem.
- Acolhimento hospitalar da pessoa em situação crítica :Publication . Carvalho, Sofia Isabel Ribeiro Pedro; Mendes, AnabelaO presente relatório expõe o percurso de aprendizagem desenvolvido ao longo do terceiro semestre, pretendendo demonstrar de forma crítica e reflexiva o percurso de aquisição e desenvolvimento de competências como enfermeira especialista na área da pessoa em situação crítica. Hoje em dia, no quotidiano observamos que as equipas em saúde desenvolvem capacidades de maior relevância em técnicas e na tecnologia recente com menos enfase à tecnologia das relações, como o acolhimento com o doente e com a sua família. Acolher e humanizar em serviços críticos é uma intervenção difícil, pois existe de forma particular o medo, a solidão e o constante convívio com a morte. A intervenção do enfermeiro especialista à PSC e família no acolhimento torna-se essencial para a melhoria dos cuidados. Justifica-se assim a importância da temática “Acolhimento hospitalar da PSC: Envolvimento da família na intervenção especializada de enfermagem”. O referencial teórico eleito para fundamentação deste relatório foi a Teoria da Incerteza da doença de Merle Mishel (1990). O percurso formativo permitiu obter e mobilizar conhecimentos e novas competências sustentado na evidência científica de forma a atingir o nível de perícia na área de especialidade supracitada.
- Atender a pessoa idosa - um percurso no cuidar do idoso que vai ser submetido a um cateterismo cardíacoPublication . Anunciação, Isabel Fernandes da; Lopes, Maria dos Anjos PereiraA Humanidade enfrenta agora, o maior dos desafios: como viver mais tempo com qualidade. As políticas de saúde têm sido desenvolvidas no sentido de inverter as altas taxas de mortalidade e morbilidade das doenças deste século, como as doenças cardiovasculares. O tratamento à doença cardíaca passa pelo aumento da angioplastia coronária percutânea como instrumento de reperfusão do enfarte agudo do miocárdio. No hospital onde excerço funções realizam-se cerca de 130 angiografias coronárias por mês a uma população constituida por 55% de idosos. A pessoa idosa abarca fragilidades tipicas do processo de envelhecimento, comorbilidades e um percurso de vida peculiar e único, que associado à doença cardiaca torna-a susceptível a internamentos prolongados e consequentemente a sequelas que reduzem a esperança e a qualidade de vida. Carecendo assim, de um profissional qualificado que seja capaz de avaliá-la na fase pré-cateterismo cardíaco, despistando complicações e diminuindo iatrogenias decorrentes deste exame. Este trabalho pretendeu mostrar um percurso piloto de mudança do real, como enfermeira prestadora de cuidados intencional e refletida, que desenvolveu competências de especialista no domínio específico de enfermagem - Saúde do Idoso, tendo em conta as respostas humanas às situações de vida e aos processos de saúde/doença. Ancorada no conhecimento teórico e na prática do ensino clinico, desenvolveu um percurso de capacitação para a função de guia/orientação/ajuda à pessoa idosa ao compreender de maneira intuitiva cada situação, com uma visão clara do problema do utente e onde o cuidar de enfermagem fez a diferença. Através de uma metodologia de resolução de problemas e fundamentando-me numa filosofia da formação em contexto de trabalho e na literatura científica, levou-se a cabo uma mudança centrada na pessoa idosa, que deixou de ser atendida de forma flutuante e com risco de negligência involuntária, passando a dispor de um atendimento de enfermagem de forma regular e sistematizada em regime de ambulatório (Momento de Orientação), garantindo assim, a segurança efectiva durante o internamento hospitalar para realizar cateterismo cardíaco bem como no regresso a casa.
- Intervenção de enfermagem promotora do autocuidado na pessoa com cancro da cabeça e pescoço sob quimioradioterapiaPublication . Lopes, Ana Rita Soares; Sá, Eunice Maria Casimiro dos SantosO presente relatório insere-se no âmbito do 13º Mestrado em Enfermagem na Área de Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica, em Enfermagem Oncológica, e tem como finalidade espelhar o percurso realizado na Unidade Curricular Estágio com Relatório, com vista ao desenvolvimento de competências de enfermeira especialista e de mestre. Para o efeito, descrevo o percurso académico realizado nos diferentes campos de estágio, documentando e analisando os seus contributos para a implementação de um projeto de intervenção. O projeto de intervenção, que se operacionalizou no meu contexto laboral, visa melhorar a qualidade dos cuidados de enfermagem prestados às pessoas com cancro da cabeça e pescoço sob quimioradioterapia, com enfoque na promoção do seu autocuidado. A necessidade de intervenção nesta população está amplamente identificada na evidência científica e foi também referida como essencial pela equipa de enfermagem onde me insiro. Nesse sentido, e como ponto de partida, realizei uma revisão scoping para responder à seguinte questão: “Quais as intervenções de enfermagem que promovem o autocuidado da pessoa com cancro da cabeça e pescoço sob quimioradioterapia, do acolhimento ao follow-up?”. A análise da amostra de artigos selecionados permitiu mapear um conjunto de intervenções que promovem o autocuidado desta população em dois momentos principais: acolhimento e fase ativa do tratamento e no período após o tratamento/follow-up, sendo que o enfermeiro assume um papel central na teia complexa de cuidados que estas pessoas requerem. Recorri também à metodologia de projeto, que funcionou como guia orientador, e escolhi a Teoria do Défice de Autocuidado na Enfermagem de Dorothea Orem como filosofia de cuidados e conceção da prática. Na procura da excelência que deve reger a nossa prática este projeto resultou na realização de reflexões críticas; estudo de caso; tabela com intervenções promotoras do autocuidado para esta população; checklist dos principais efeitos secundários da quimioradioterapia; guia orientador de boas práticas e folheto de acolhimento.
- O acolhimento da pessoa com doença hemato-oncológica e sua famíliaPublication . Gonçalves, Ângela Carina Ramos; Espadinha, Antónia MariaA hospitalização assume-se como um momento de grande tensão em que o doente e a família experienciam sentimentos de ansiedade, medo, fragilidade e vulnerabilidade. O acolhimento de enfermagem assume uma singularidade particular, possibilitando identificar as suas necessidades, problemas, medos, angustias, desejos, expectativas e o impacto que a doença e a hospitalização podem vir a causar na pessoa e família. Neste sentido, o acolhimento deve ser encarado como uma atitude que visa o desenvolvimento de uma relação terapêutica, caraterizando-se por constituir uma parceria entre os diferentes intervenientes fundamentado na sua individualidade e dignidade humana. Foi meu objetivo o desenvolvimento de competências técnicas, científicas e relacionais que me permitissem acolher a pessoa com doença hemato-oncológica e sua família de uma forma holística e especializada. Como metodologia, efetuei uma pesquisa de narrativa bibliográfica recorrendo a bases de dados como COCHRANE, MEDLINE E CINAHL. Fundamentei este percurso na filosofia do “cuidar” de Collière e na aquisição de competências de Benner. Realizei ensinos clínicos em serviços de referência com a finalidade de integrar o saber teórico na prática, visando o desenvolvimento de competências de Enfermeiro Especialista, divulgadas pela OE, e a obtenção do Grau de Mestre, conferido pela ESEL. Recorri a uma prática reflexiva e efetuei o registo escrito de alguns momentos de interação em contexto de prestação direta de cuidados de enfermagem, utilizando o ciclo de Gibbs. Efetuei uma sondagem de opinião aos enfermeiros para conhecer a sua percepção sobre a temática. Como resultados, e para além do desenvolvimento das competências delineadas, elaborei um Guia Orientador de Boas Práticas em Enfermagem para o Acolhimento da Pessoa com Doença Hemato-Oncológica e sua Família e ainda um Guia de Acolhimento a ser fornecido à pessoa e sua família no momento em que é acolhida pela primeira vez no serviço.
- O rosto do acolhimento no bloco de partosPublication . Castro, Silvia Cristina Gaspar de; Presado, Maria HelenaA área da maternidade possui em si algo de mágico. A capacidade do ser humano poder gerar e criar outro novo ser dentro de si é algo fascinante, pela maravilha que é o nascimento de uma criança. (Canavarro, 2001). A visão sobre o parto e a maneira como é vivenciado são singulares. Desta forma, cada mulher deve ter um atendimento diferenciado. O parto realizado em meio hospitalar corresponde a um período em que a mulher está longe do seu contexto familiar e social, sendo os enfermeiros especialistas em saúde materna e obstetrícia os que estão mais próximos pela competência científica, técnica e humana para prestar, além de cuidados de enfermagem gerais, cuidados de enfermagem especializados na área da sua especialidade.” Assim sendo, enquanto prestadores de cuidados têm por dever proporcionar à grávida e acompanhante todas as condições, de modo a oferecer um local em que sejam asseguradas as melhores circunstâncias psicológicas/afectivas, físicas e técnicas. O relatório apresentado pretende dar a conhecer, as competências desenvolvidas no decorrer de um estágio com relatório realizado no bloco de partos do Hospital de Cascais, enquanto aluna do 1º Curso de Mestrado em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa. Objectivei analisar e reflectir sobre as práticas de enfermagem realizadas durante o processo de acolhimento à grávida/casal no bloco de partos, através da seguinte questão de partida: “Qual o contributo na qualidade dos cuidados prestados, na perspectiva da grávida/família, sobre a uniformização dos procedimentos efectuados pelo EESMO durante o acolhimento no BP? “ A metodologia de trabalho utilizada foi descritiva, analítica e reflexiva ao longo do relatório com recurso a metodologia de revisão sistemática da literatura. Os dados foram colhidos por diários de campo, no período de dois meses do ano decorrente. Constatou-se que houve satisfação com o acolhimento prestado pelos profissionais de saúde e pelas informações quanto aos procedimentos a que as grávidas seriam submetidas. Conclui-se que as interacções pessoais são essenciais para auxiliar profissionais e clientes a percorrerem a experiência do acolhimento ao nível hospitalar.
- Promoção do acolhimento do doente oncológico ao bloco operatório :Publication . Baleizão, Andreia Beatriz Calisto; Ferreira, ÓscarO procedimento cirúrgico é entendido pelo doente oncológico como sendo um acontecimento de risco. Os desequilíbrios emocionais provocados por este evento, nomeadamente a vulnerabilidade emocional, podem prejudicar a recuperação pós-operatória. A visita pré-operatória consiste no primeiro contacto do enfermeiro do bloco operatório (BO) com o doente cirúrgico, permitindo avaliar e identificar as suas necessidades e planear os cuidados no período intraoperatório. O acolhimento ao bloco operatório ao adequar-se às características e necessidades da pessoa a acolher pode facilitar na adaptação do doente à nova realidade. Estas intervenções de enfermagem promovem a humanização dos cuidados através do apoio psicológico/emocional e na transmissão de informação sobre o procedimento cirúrgico. Na ausência destas intervenções no bloco operatório surge a necessidade de realizar um projeto de intervenção intitulado “Promoção do acolhimento do doente oncológico ao bloco operatório: cuidados de enfermagem.” Este projeto é desenvolvido no âmbito da unidade curricular de estágio com relatório do 8º Curso de Mestrado na área de Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica, vertente Enfermagem Oncológica para aquisição de competências de Enfermeira Especialista e aquisição do grau de Mestre. Este tem como finalidade a promoção da melhoria da qualidade dos cuidados de enfermagem no acolhimento do doente oncológico ao BO. Neste sentido, pretendo encontrar resposta para a questão: “Quais os cuidados de enfermagem que promovem o acolhimento do doente oncológico no Bloco Operatório?” Este projeto foi desenvolvido em três campos de estágio distintos para adquirir e desenvolver competências neste âmbito. A metodologia foi sustentada pela execução de pesquisa bibliográfica, revisão scoping da literatura, observação e prestação de cuidados de enfermagem, reflexões críticas sobre eventos e documentos de apoio aos cuidados de enfermagem. O projeto permitiu a aquisição e desenvolvimento de competências de Enfermeira Especialista, tal como a promoção da qualidade dos cuidados de enfermagem no acolhimento do doente oncológico ao BO e a sensibilização dos enfermeiros onde o projeto foi instituído, bem como as de Mestre em Enfermagem.
