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Percorrer AM - EPG - Estudos Pós-Graduados por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Liderança"
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- Comportamentos de liderança na gestão de conflitos em equipas de trabalhoPublication . Taveira, Miguel Carlos dos Santos; Rosinha, António José EstevesO trabalho de equipa tem assumido ultimamente um papel relevante no funcionamento das organizações com o intuito de melhorar não só o desempenho dos membros, mas também como meio de atenuar possíveis conflitos laborais que possam surgir na equipa. Daí a importância do estudo dos conflitos nas equipas de trabalho, com o propósito de minimizar possíveis confrontos que possam destabilizar o funcionamento das equipas. O que nem sempre é fácil, dado que são vários os factores que contribuem para o conflito, desde o ambiente organizacional à atitude dos membros da equipa. O conflito é tido como sinónimo de fragmentação ou desestabilização, mas também pode ajudar no desenvolvimento da equipa pela adopção de novas ideias e métodos que melhorem o funcionamento da mesma. Daí que esta investigação proponha a estudar e analisar casos realizados noutros países e aplica-los no nosso país de modo a perceber como são as relações entre colaboradores e chefias e de que maneira pode contribuir para um ambiente mais activo e menos conflituoso. No qual participaram sessenta e um indivíduos de várias organizações e instituições privadas de diversas áreas. O qual foram aplicadas as escalas de Alpha de Cronbach a partir dos estudos realizados por Sarin e O’Connor (2009) e de Dreu, Envers, Beersma, Kluwer e Nauta (2001). Os resultados obtidos desta investigação mostram um bom relacionamento com o comportamento dos estilos de liderança com a gestão de conflitos. O que significa que existe no corpo organizacional equipas que se comprometem a resolver os problemas sem que haja qualquer fricção ou fragmentação por parte dos membros. Também permitiu tirar ilações relevantes contribuem para o melhor funcionamento das equipas nas organizações. Podendo até serem aplicadas no meio militar na gestão e resolução de conflitos em equipas.
- A Internacionalização das Organizações Não-Governamentais pela atuação conjunta com Forças Nacionais DestacadasPublication . Pinto, Ana Raquel Aureliano; Lourenço, Vitor Marçal; Serralheiro, António JoaquimAs Organizações Não-Governamentais ganham, na atualidade, uma crescente importância. A internacionalização do trabalho e da força de atuação destas Organizações pode ser potenciada pela sinergia que ocorre no TO com as Forças Nacionais Destacadas. Esta investigação está dividida em quatro capítulos. O primeiro capítulo dá uma apresentação geral do trabalho de investigação, descrevendo-se a metodologia aplicada. Depois de justificarmos a escolha do tema do trabalho, apresentamos o tipo de metodologia aplicada, justificando-a. O segundo capítulo apresenta, e enquadra, o Exército e as Forças Nacionais Destacadas que o compõem. Enquadramos historicamente a Instituição Militar, para um melhor entendimento das Forças e estruturas que depois apresentamos. Por sua vez, o terceiro capítulo deste trabalho aborda as Organizações Não-Governamentais, dando uma perspetiva sistémica das mesmas. Neste capítulo, fomos beber à origem destas Organizações, a constante presença das mesmas em TO. Por último, o quarto capítulo apresenta uma visão teórica sobre os conceitos de motivação e de liderança. Abordamos as principais teorias dos dois conceitos, enquadrando o tratamento das respostas dos entrevistados. É também referido que as variáveis que, segundo este trabalho, podem influenciar a sinergia são: a liderança e a motivação. Verificamos que a liderança transformacional que potencia o desenvolvimento da motivação intrínseca é fundamental para os líderes que atuam no TO. Concluímos este trabalho constando que, de fato, aquilo que nos propusemos foi atingido, possibilitando investigações futuras.
- LIDERANÇA COLETIVA - LIDERANÇA PARTILHADA E EQUIPAS AUTOGERIDAS EM CONTEXTO MILITAR: UM PROJETO ADHOC DE RESPONSABILIDADE SOCIAL, GERADOR DE MUDANÇA, INOVAÇÃO E, EMPREENDEDORISMO SOCIOPROFISSIONAL E CULTURALPublication . Pires, António do Nascimento; Rosinha, António PalmaEste trabalho insere-se no mestrado Liderança: Pessoas e Organizações, desenvolvido na Academia Militar Portuguesa. Representa um Estudo de Caso empírico retrospetivo, baseado num projeto de investigação sobre Liderança Coletiva - Liderança Partilhada e Equipas Autogeridas em contexto Militar. Pretendemos descrever, analisar e identificar comportamentos de Liderança Coletiva - Liderança Partilhada e Equipa Autogerida, utilizando, como ferramentas basilares, as Teorias Ecológica e, Bioecológica do Desenvolvemento Humano de Urie Bronfenbrenner - sua influência para a geração de atributos típicos da Liderança, Liderança Transformacional, Autoliderança e Liderança Coletiva - à luz da respetiva revisão de literatura e, através da análise das respostas a um questionário para o efeito. São protagonistas, os Militares que incorporaram a Fanfarra do Regimento de Artilharia Antiaérea N.º 1, no período compreendido entre o ano 2000 e 2012, num projeto de Responsabilidade Social Adhoc, operacionalizado através de um projeto de Empreendedorismo Socioprofissional e Cultural, também Adhoc. A liderança esteve sempre presente, num processo Ensino/Aprendizagem e de Gestão do Conhecimento contínuo e evolutivo “On the Job Training”. Revelando-se gerador de mudança individual, coletiva e organizacional, promoveu interdependência, efetividade, satisfação efetiva, resultando na reinserção socioprofissional de jovens militares
- Liderança de equipasPublication . Pinto, Carlos Alberto da Silva de Sousa; Rosinha, António Palma RosinhaA presente investigação compreende um estudo longitudinal realizado numa organização de cariz financeiro que participou num programa de desenvolvimento de liderança de equipas. O objetivo foi verificar se a formação em liderança e as dinâmicas de equipas proporcionadas pelo programa contribuíram para um aumento da coesão, satisfação e desempenho da equipa. O programa de desenvolvimento de liderança seguiu uma abordagem da liderança centrada na “Equipa” e na “Organização” (Liderança de Equipas), questionando o paradigma da liderança como fenómeno individual e contrapondo a construção da identidade de liderança enquanto processo social. O programa de liderança é constituído por um conjunto de provas de situação (dinâmicas de grupo), onde foram aplicados e desenvolvidos os conhecimentos de liderança adquiridos aquando da componente teórica do programa. Foi utilizada uma metodologia quantitativa, recorrendo à aplicação de questionários que foram aplicados ao longo do programa de desenvolvimento de liderança de equipas. Procedeu-se à validação do questionário, dado não existirem estudos nesta área para a população portuguesa. Da análise dos resultados, podemos constatar da relevância que o programa de desenvolvimento de liderança de equipas utilizado teve na coesão, no desempenho e na satisfação das equipas.
- Liderar colaboradores eficazes: Burnout, Engagement ou uma questão de estilo?Publication . Gouveia, Hugo André França; Silva, Mário Rui Pinto daA presente investigação aplicada tem como objetivo verificar a associação e compreender de que forma é que a os estilos de liderança Transformacional, Transacional, Laissez-faire e o construto da Liderança Autêntica se relacionam com o Engagement, Burnout e Autoeficácia num departamento de tecnologias de informação de uma prestigiada instituição bancária portuguesa. Para o efeito, foram aplicadas as escalas correspondentes às variáveis em estudo a 75 colaboradores do departamento, correspondendo a cerca de 90% do total de colaboradores (83 colaboradores) do departamento do banco. Como método, foi seguida uma natureza de investigação aplicada, uma lógica hipotéticodedutiva, sendo os objetivos descritivos e um procedimento estatístico. Foi feito o tratamento estatístico e realizado o teste de normalidade Kolmogorov-Smirnov, com o objetivo de identificar se os resultados das escalas seguem uma distribuição normal, aplicando-se para o efeito o coeficiente Pearson, o que se verificou no caso da escala da Autoeficácia, ou se os resultados não seguem uma distribuição normal, o que se verificou no caso das escalas Multifatorial de Liderança, de Liderança Autêntica, Engagement e Burnout, aplicando-se nesses caso o coeficiente de Spearman. Após o tratamento e aplicação dos coeficientes de correlação, verificaram-se associações positivas estatisticamente significativas e elevadas entre a escala Multifatorial de Liderança e as escalas de Liderança Autêntica (ρs=0,743; p <0,01), Multifatorial de Liderança e Engagement (ρs=0,581; p <0,01), tendo sido também verificada uma associação positiva estatisticamente significativa, mas moderada, entre a escala Multifatorial de Liderança e a Autoeficácia (ρs=0,306; p <0,01). Foi também verificada uma associação negativa não estatisticamente significativa e baixa entre a escala Multifatorial de Liderança e o Burnout (ρs=- 0,211). A nível das dimensões, foram ainda verificadas várias associações positivas e estatisticamente significativas (p<0,01) entre as várias dimensões dos estilos de liderança, fatores e resultados, da Liderança Autêntica do Engagement, e Autoeficácia, assim como se verificaram muitas associações negativas e estatisticamente significativas (p<-0,01) entre a as dimensões referidas e a variável Liderança Laissez-faire, Burnout e respetivas dimensões. Estes resultados, reforçam a teoria que sugere uma ligação positiva entre os estilos de Liderança nomeadamente a Liderança Transformacional, Liderança transacional, Liderança Autêntica, o Engagement e a Autoeficácia e, por outro lado, uma relação negativa entre as variáveis referidas e o estilo de Liderança Laissez-faire, assim como o Burnout.
- Os Modelos de Liderança no Contexto da Gamificação - Estudo de casoPublication . PEREIRA, JOÃO PEDRO GONÇALVES RODRIGUES ; Costa, Renato Lopes daA presente investigação pretende relacionar duas variáveis de estudo: os modelos de liderança e o seu enquadramento no âmbito de um Simulador de Gestão e a forma como a temática da aprendizagem organizacional, enquadrada à luz do domínio da gamificação, pode resultar numa ferramenta crucial de aprendizagem. Nos últimos 30 anos, o comércio e os investimentos internacionais têm crescido muito mais rápidamente do que a economia mundial no seu todo. Os líderes e a temática da liderança assumem neste pressuposto um papel crucial, sendo por isso importante estudar esta temática do ponto de vista dos estudos disruptivos que assumam a ligação deste contexto com outras áreas do domínio empresarial. Pretende-se contribuir para o desenvolvimento desta temática de três formas distintas: numa primeira vertente, relacionar os desempenhos obtidos pelos jogadores com o estilo de liderança aferido com base em respostas dadas a um inquérito aplicado (após a participação como gestor virtual de uma organização adotado pelos mesmos na condução da gestão de uma empresa) no espaço de um ano civil; numa segunda vertente, perceber como o estilo de gestão vai e pode afetar os resultados finais do jogo, e numa terceira vertente, perceber qual o estilo de liderança mais representativo no decorrer do referido simulador. De referir, que o Simulador de Gestão recria uma empresa e está repartido por quatro decisões trimestrais. A amostra avaliada é constituída por 92 jogadores. Os resultados obtidos sugerem uma maior incidência de tomadas de decisão no âmbito do modelo dos traços.
- O papel da inteligência emocional na gestão de conflitos e o sucesso escolarPublication . Freitas, Tânia Mora Ferreira de; Rouco, José Carlos Dias; Silva, Mário PintoAs escolas têm como objetivo primário preparar os jovens para a integração na sociedade. Como tal, estimulam o desenvolvimento de competências para tornar os alunos aptos para as adversidades do futuro. Tradicionalmente, admite-se que as capacidades cognitivas têm um grande peso no sucesso escolar. Contudo, as competências socio afetivas têm sido sugeridas como variáveis potencialmente explicativas do desempenho escolar. O presente estudo pretendeu verificar a associação entre a Inteligência Emocional (IE) na Gestão de Conflitos e no sucesso escolar de alunos (n=52; média ± desvio-padrão: 17,7±0,7 anos) do ensino secundário dos Estabelecimentos Militares de Ensino - não superior (EME’s). A metodologia de investigação apresentou duas fases: 1) pesquisa bibliográfica sobre a IE, gestão de conflitos e o sucesso escolar; 2) aplicação e análise dos questionários, o MSCEIT e o autodiagnóstico dos estilos de gestão de conflitos. Observou-se que os alunos dos EME’s contêm valores de IE superiores aos valores reportados na sua faixa etária, e que utilizam maioritariamente três estilos de gestão de conflitos, nomeadamente: a competição (preferencial), inação, e (o menos utilizado) a cedência. Verificou-se que a IE não prediz a gestão de conflitos, contudo observou-se uma correlação positiva, entre o estilo cedência e a IE. Verificou-se também que a IE prediz 33% da disciplina de matemática, e é diferenciadora quanto ao género.
- Preditores da Emergência da Liderança em Contexto MilitarPublication . Cunha, Sandrina Costa; Rosinha, António José Palma EstevesEste trabalho de pesquisa tem como objetivo identificar quais as variáveis que são preditoras e explicativas da emergência da liderança no contexto da educação e treino da Academia Militar. Participaram 378 Cadetes-Alunos do 1º ao 4º anos, a frequentar o ano letivo 2013/14, maioritariamente do sexo masculino (n=89,7%). Foram utilizados as seguintes medidas de modo a operacionalizar o estudo: questionário de experiência de liderança, questionário de auto liderança RSLQ, Inventário Big Five e questionário de emergência da liderança. Da análise dos resultados, verifica-se que no contexto da educação e treino, os traços de personalidade Conscienciosidade (β=0,18; p<0,001) e Extroversão (β=0,43; p<0,001), bem como a estratégia do pensamento construtivo da auto liderança (β=0,13; p<0,001) são preditores da emergência da liderança, exercendo efeitos indiretos. Estas variáveis contribuem para a auto identidade do Cadete-Aluno (β=0,43; p<0,001), que por sua vez contribui para a quantidade de experiência de liderança (β=0,38; p<0,001), esta com efeitos diretos sobre a emergência da liderança. A auto identidade assume-se como uma variável mediadora do processo de emergência da liderança.
