AM - DC - DAL - Departamento de Administração e Liderança
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- Subsídios para um novo modelo de Ensino Superior Militar Universitário em PortugalPublication . Borges, João VieiraCircunscrevendo o tradicional debate do subsistema do ensino superioir militar, ao vector do ensino superior militar universitário (ESMU), o presente artigo tem como pressuposto a necessidade e urgência da reflexão sobre um novo modelo em Portugal. Assim, centrando o esforço de análise nos cursos de Ciências Militares ministrados pela Escola Naval, pela Academia Militar e pela Academia da Força Aérea, caracterizou-se a especificidade do ESMU e identificaram-se ainda as diferentes variáveis de um modelo teórico. Fez-se, em seguida, a análise do modelo actual, tendo por base a avaliação entretando realizada, os modelos de outros países aliados (EUA e França), os factores influenciadores (de ordem política, económica, sociocultural e militar) e as variáveis mais determinantes. Finalmente, e apesar da ausência de resposta a muitas questões, levantaram-se subsídios para um novo modelo de ESMU para Portugal. Com o novo modelo pretende-se cuidar da formação do homem, do Cidadão, do Soldado e do Chefe, e proporcionar competências profissionais mais objectivas e opções de carreira mais diversificadas aos "oficiais de qualidade e cidadãos de excelência" do século XXI
- Serviço multi-canal: uma estratégia para o futuroPublication . Reis, João Carlos Gonçalves dos; Melão, Nuno Filipe RosaDesde o seu aparecimento, os serviços têm assumido um papel vital nas nossas vidas. Recentemente, com o despoletar das novas tecnologias e com a difusão da Internet, os serviços multicanal obtiveram uma atenção considerável no relacionamento entre clientes e organizações. Este artigo fornece uma síntese de literatura sobre os serviços multicanal, com especial destaque para as suas vantagens e limitações e para as questões de qualidade. Conclui-se que em geral os benefícios ultrapassam as suas limitações e que as questões de qualidade estão inerentemente ligadas ao desenho e controlo de serviços multicanal. Este artigo é também um convite para investigação adicional nesta área.
- Desenho e controlo de serviços multicanal: Um estudo de caso de um banco portuguêsPublication . Reis, João Carlos Gonçalves dos; Melão, Nuno Filipe RosaApesar de as organizações utilizarem cada vez mais múltiplos canais para prestarem serviços, pouco se sabe como estes serviços são concebidos e controlados na realidade. O objetivo deste artigo é explorar os processos e práticas de desenho e controlo de serviços multicanal. A metodologia baseia-se num estudo de caso único, de natureza qualitativa, exploratória e representativa, de um banco português, e recorre a entrevistas, observação e documentos internos. Os resultados sugerem que os processos de desenho e controlo possuem uma natureza semi- estruturada e estruturada, respetivamente, e mostram que se empregam práticas para promover a sua melhoria contínua. A principal conclusão é que a consistência entre canais é crucial no desenho e controlo de serviços multi- canal, devendo as organizações desenvolver mecanismos de integração como é exemplificado neste estudo de caso.
- Research Opportunities in Multi-channel Services: A Systematic ReviewPublication . Reis, João Carlos Gonçalves dos; Amorim, Marlene Paula Castro; Melão, Nuno Filipe RosaThe present study presents the results of a systematic review on multi-channel services, to synthesize the existing body of knowledge and propose avenues for further research. We present theories that are widely corroborated, as well as suggestions presented by scholars that represent research opportunities. Towards this aim, using a comprehensive review of 118 peer-reviewed articles, the results suggest that existing studies are mainly focused on the analysis of consumer interactions with multi-channel front-office services, whereas the management of back-office processes and control aspects remain largely undressed. These topics represent strategic challenges and opportunities for future research.
- A Reforma do Ensino Supeior Militar em PortugalPublication . Gabinete Apoio TécnicoO Ensino Superior Militar (ESM) tem sido alvo de uma crescente e harmoniosa integração no sistema de ensino superior português, mantendo a prioridade na formação de excelência dos oficiais dos quadros permanentes dos três ramos das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana, assim como na valorização das ciências militares enquanto vetor de afirmação estratégica. Neste âmbito, os estabelecimentos de Ensino Superior Público Universitário Militar (EESPUM) têm efetuado, ao longo dos últimos anos, uma reforma profunda, tanto ao nível das estruturas que os integram, como dos ciclos de estudo que proporcionam. Esta reforma tem tido como pressupostos, entre outros, a excelência da formação, a evolução do Processo de Bolonha, a "transformação" da segurança e defesa , a avaliação e certificação por parte da Agência para a Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), a otimização dos recursos humanos e materiais, e a necessidade da criação de mais e melhores sinergias ao nível do ESM. Depois de um período em que se publicaram vários artigos sobre o ESM, designadamente nos anos que antecederam a criação do IESM, poucas notícias têm sido publicadas sobre as reformas em curso, para além da referência aos diplomas legais mais ou menos relacionados com a matéria. Na prática, constata-se que existe um desconhecimento generalizado, inclusivamente entre os militares, relativamente a todo o processo da reforma em curso no ESM. Muito para além da integração das alunas do sexo feminino, da formação de oficiais da Guarda Nacional Republicana (GNR) na AM (desde 1991) ou da presença de alunos dos países de língua oficial portuguesa nos EESPUM, a reforma tem sido mais estruturante, ao evoluir para níveis mais avançados de ensino, designadamente: assegurando o mestrado integrado aos novos oficiais dos quadros permanentes das Forças Armadas e da GNR, sustentado por um novo tipo de ensino, mais exigente ao nível técnico e pedagógico para os docentes e mais responsabilizante para os alunos (mas sem deixar de cuidar da reformação militar e comportamental - estandartes da especificidade); garantindo mestrados e doutoramentos ( em associação com universidades ) abertos a alunos militares e civis em áreas estratégicas das ciências militares. Com a publicação deste artigo pretende fazer-se um ponto de situação da reforma em curso , informando e opinando sobre os aspetos essenciais, de modo a que o público em geral e os militares em particular possam ter uma visão mais correta, transparente, construtiva e abrangente do trabalho já desenvolvido e muito especialmente do trabalho em desenvolvimento.
- Disclosing paths for multi-channel service research: A contemporaneous phenomenon and guidelines for future investigationsPublication . Reis, João Carlos Gonçalves dos; Amorim, Marlene Paula Castro; Melão, Nuno Filipe RosaThe present paper reports on the findings of a systematic literature review on multi-channel services. In doing so, it uses an affinity diagram to show the results of a content analysis regarding the issues addressed by the existing literature in the field. This enables to understand areas of interest in the contemporary subject of research, find gaps in the literature and, lastly, to uncover guidelines for future research. The results suggest that future investigations should focus on the integration of traditional and virtual services, on quality issues and customer behaviour towards the use of multi-channel services. Previous research also suggests that multi-channel services are largely unaddressed, regarding issues as back-office processes, within the scope of operations management. Subsequently, since multi-channel services are multidisciplinary in nature, these guidelines represent a fruitful opportunity for future research to involve other disciplines.
- O controlo interno e a implementação de auditorias online no Safex em contexto de e-governance: Tecnologias, desafios e oportunidadesPublication . Gonçalves, Luís MiguelO presente Relatório Detalhado de Atividade Profissional é apresentado no âmbito da obtenção do Grau de Mestre dos Oficiais do Exército licenciados pré-Bolonha pela Academia Militar na Área específica de Administração Militar. A sua redação e estruturação tem por base o definido na NEP 520 e NEP 517/1ª da AM, para esta tipologia de trabalhos, tendo o autor, optado por desenvolver um tema no âmbito da sua atividade profissional, considerado como pioneiro e inovador. O Tenente-Coronel de Administração Militar do Exército Português, Luís Miguel Gonçalves, nasceu a 25 de Novembro de 1971. Do seu percurso académico e formativo, consta frequência pré-Universitária, em estabelecimento militar de ensino, no Instituto Militar dos Pupilos do Exército, na área de Contabilidade e Administração; a Licenciatura em Ciências Militares, na especialidade de Administração Militar, pela Academia Militar, em 1995, com a Classificação final de 13,58 valores; o tirocínio para Oficiais de Administração Militar, com a nota final de 15,38 valores; o Curso de Operações Irregulares, tendo obtido a classificação de 17,67 valores; o Curso de Promoção a Capitão, com 16,63 valores; e o Curso de Promoção a Oficial Superior do Instituto de Altos Estudos Militares, com a classificação final de 14,50 valores. No âmbito da formação de pós-graduação, tem averbado créditos no módulo de Metodologia de Investigação Cientifica, pela Academia Militar, no Ano Letivo 2013/14, com a classificação final de 16,00 valores. Para além destes, o Environmental Course For Portugal – NATO School/ SHAPE; formação em Gestão de Projetos/ Exército - Microsoft Enterprise Project Management; o Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores do Instituto de Emprego e Formação Profissional, com Homologação das Competências Pedagógicas; e vários certificados de formações no âmbito da Contabilidade, Administração, Finanças Públicas e Auditorias Financeiras, atribuídas pela Direção de Finanças do Exército e pelo Instituto de Gestão e Administração Pública do Porto. Ao longo dos 25 anos de serviço prestado ao Exército Português, como Oficial de Administração Militar, desempenhou diversos cargos e funções de Comando e Chefia, em várias UEO, nas áreas setoriais e funcionais, da formação, da instrução, da componente operacional, da logística, do pessoal, das finanças públicas, das inspeções e auditorias, da gestão e da Administração Militar. Atualmente o Tenente-Coronel Miguel Gonçalves, desempenha as Funções de Comandante de Batalhão na Escola dos Serviços. Para além dos cargos e funções averbadas no seu Curriculum Vitae detalhado, constituiu em 1996 o Núcleo Logístico de Projeção, Implantação, Acompanhamento e Ajuda Técnica no âmbito do emprego dos meios táticos e operacionais da Área de Responsabilidade FND/ IFOR na Bósnia-Herzegovina (Jugoslávia). Tem publicado na Revista da Administração Militar, vários artigos no âmbito da logística operacional, na função de combate Apoio de Serviços. Na área da formação, foi orientador e supervisor de vários trabalhos, individuais e de grupo aos cursos de promoção a capitão; e constitui-se como elemento primariamente responsável pelo planeamento e implementação dos primeiros cursos no Exército, com formação certificado pela Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, I.P., do Sistema Nacional de Qualificações, certificação inserida no Catálogo Nacional de Qualificações. Na área Inspetiva, integrou várias equipas de Inspeção-Geral do Exército, como inspetor responsável pelas áreas de Logística e Finanças, bem como as de Inspetor, para a área dos recursos humanos – Despesas com Pessoal, nas equipas de inspeção do Comando do Pessoal do Exército. No desempenho das funções de Auditor Financeiro do Centro de Finanças do Comando do Pessoal, realizou diversas auditorias financeiras às UEO do Comando do Pessoal, na sua dependência, tendo desenvolvido e implementado um sistema pioneiro e inovador de monitorização e controlo interno, de auditorias “Online” com análise e reporte mensal, às contas das UEO do Comando do Pessoal, tendo em vista a validação das Demonstrações Financeiras para a Conta de Gerência Anual do Exército. A escolha do tema, “O Controlo Interno e a implementação de Auditorias Online no SAFEx em contexto de e-Governance: Tecnologias, desafios e oportunidades” surge na sequência da implementação destes procedimentos pelo autor, numa altura em que o Exército entrava em operativo com o Sistema Integrado de Gestão (SIG/DN), tendo sido à data reconhecido publicamente pelo TGEN Comandante do Pessoal do Exército, como sendo um procedimento inovador, com notáveis vantagens para a eficiência e eficácia do sistema administrativo-financeiro do Comando do Pessoal e consequentemente do Exército.
- A informação de gestão como ferramenta de apoio à decisãoPublication . Lopes, Helga Marta Machado Santa CombaEste é um Relatório Detalhado de Atividade Profissional adstrito à área de Administração Militar. Helga Marta Machado Santa Comba Lopes nasceu em 29 de maio de 1978. Tem a patente de Major de Administração Militar, está habilitada com o Curso “O Código de Contratos Públicos”, Curso de Fiscalidade: IVA e IRS e Curso do Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP) e a prestação de contas, e possui o grau académico de Licenciada na área científica de Ciências Militares na especialidade de Administração Militar (2003). Ao longo da sua carreira profissional, enquanto oficial de Administração Militar, desempenhou diversas funções, destacando-se aquelas que a seguir se enunciam. Na Academia Militar (2014-2016): Docente no Departamento de Ciências Sociais e Humanas, sendo Professora Regente para as Unidades Curriculares H125 – Contabilidade Financeira I, H126 – Contabilidade Financeira II, H128 – Contabilidade Financeira III, H127 – Fiscalidade; POC da Academia Militar no âmbito das ações tendentes à concretização do Plano para a igualdade e género. Na Direção de Finanças (2013-2014), Chefe da Secção de Gestão Financeira (RGFC); Chefe da Secção de Gestão e Tesouraria (RGFC) e Delegada Responsável pela formação na Direção de Finanças. No Centro de Finanças Geral (2009-2013): Chefe da Secção de Orçamento, Chefe da Secção de Finanças e Contabilidade e Oficial Auditor; Oficial de Segurança; Chefe da Secção de Logística. No Estado-Maior do Exército (2011-2012/2006-2009): Comandante da Companhia de Comando e Serviços da Unidade de Apoio ao Estado-Maior do Exército, Chefe da Subsecção Financeira da Secção Logística. Na Unidade de Apoio da Zona Militar da Madeira (2004-2006): Chefe da Subsecção Financeira da Secção Logística, função anteriormente designada por Adjunto Financeiro; Formadora do Sistema Integrado de Gestão (SIG) do Ministério da Defesa Nacional (MDN) (2005-2006). No Centro de Finanças da Zona Militar da Madeira (2003): Adjunto Financeiro da Secção de Logística. O tema selecionado para discussão tem origem no cargo desempenhado no Centro de Finanças Geral, nomeadamente nas funções desempenhadas como Chefe da Secção de Orçamento, onde para além de outras tarefas, organizava mensalmente a informação de gestão relativa à execução orçamental das Unidades do Comando do Exército, efetuando uma análise detalhada da execução orçamental de cada uma das Unidades, relevando as conclusões consideradas pertinentes para apoiar a tomada de decisão do escalão superior. Das funções desempenhadas, e fruto da experiência profissional adquirida, permitiram o despertar do interesse para este domínio do saber, procurando aprofundar conhecimentos sobre Contabilidade, Gestão e a forma como esta pode ser útil à tomada de decisão, convergindo facilmente aos objetivos estratégicos definidos. Pretendendo o Exército Português a implementação de indicadores de gestão, alvitra-se a reflexão sobre as vantagens e limitações desta implementação, para melhor apoiar a tomada de decisão, avaliando como esta pode influenciar as estruturas organizacionais.
- Ética na AuditoriaPublication . Lopes, Pedro Manuel CerqueiraA presente investigação segue uma estrutura bem definida, abordando o conceito de auditoria e a sua importância quer para grandes entidades, quer para pequenas entidades. Seguidamente é abordado a temática da ética, definido claramente o seu conceito pois apesar da sociedade saber intrinsecamente, é difícil expressar o seu significado. Por conseguinte, é abordada a ética empresarial, sendo muito importante uma vez que a investigação tem como alvo, todas as entidades. Assim sendo, para que as entidades executem o seu trabalho ética e profissionalmente são apresentados os princípios éticos fundamentais, aos quais as entidades recorrem para regerem-se perante a legalidade e a obtenção de lucro. Após o desenvolvimento de todos estes conceitos é apresentado um estudo de caso sobre uma entidade americana, o qual teve um impacto mundial. Ajudando nesta investigação para a melhor perceção de todos os conceitos abordados. Por fim, através do estudo de caso verificou-se que apesar das entidades que recorrem a métodos ilícitos obterem lucro num curto espaço de tempo, a longo prazo irão iniciar um processo de problemas consecutivos. Assim sendo, foi possível concluir que nenhuma entidade sobrevive sem se reger perante os princípios éticos e os valores morais.
- Controlo interno na Setor PúblicoPublication . Gomes, Rafael da SilvaA existência de uma “cultura de controlo” da Administração Financeira do Estado é algo recente na moderna gestão pública portuguesa. Com efeito, o Sistema Nacional de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado define como um dos objetivos da criação daquele sistema e para o qual devem concorrer, de modo correlacionado, as estruturas da administração, permitindo que, nos vários níveis da Administração Financeira do Estado se assuma de modo generalizado, a consciência da decisiva relevância do controlo como ferramenta de melhoria da gestão. A metodologia utilizada consistiu na pesquisa bibliográfica a partir de documentos já publicados, nomeadamente livros e artigos científicos da área da auditoria, legislação acerca do Controlo Interno Nacional e também documentos no âmbito institucional da Guarda Nacional Republicana, legislação e planos. Desta forma o artigo tem como objetivo a caracterização da estrutura do sistema de controlo interno no setor público, particularizando o caso da Guarda Nacional Republicana. Este artigo procura ainda ser uma ferramenta de estudo acerca do sistema de controlo interno, o qual elucida a sua disposição, dimensão, importância e as suas fragilidades, no caso da instituição em estudo. Conclui-se com este artigo que a Guarda Nacional Republicana, apesar de possuir as características essenciais para a concretização das suas competências, existem riscos de controlo interno, sobretudo ao nível do processo da despesas e receitas públicas. O Plano de Gestão de Riscos de Corrução e Infrações Conexas identifica estes riscos, graduando-os e propondo ainda medidas de prevenção.
