Percorrer por autor "Pinto, Paulo Feytor"
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- Adaptação multimédia de um texto escritoPublication . Rodrigues, Maria Rosário; Pinto, Paulo FeytorNeste texto apresenta-se uma reflexão crítica sobre práticas pedagógicas de dois professores responsáveis pela lecionação conjunta da unidade curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, da licenciatura em Educação Básica. A reflexão assenta em resultados recolhidos através da observação participante durante aulas com duas turmas, através das reflexões individuais finais escritas pela totalidade dos estudantes das duas turmas, através de três trabalhos produzidos a pares por alguns estudantes e, por fim, através de entrevista com estes estudantes. Com o conjunto de atividades em análise, pretendia-se desenvolver a competência de escrita narrativa e de produção de um texto multimédia. Constatou-se, porém, que as novas aprendizagens mais relevantes se verificaram noutras áreas: na produção do guião, ferramenta transformadora do texto escrito em texto multimédia, e no registo da expressão oral planificada das crianças que colaboraram na criação do PhotoStory.
- A aprendizagem proporcionada pela transformação de um texto escrito num texto multimédiaPublication . Rodrigues, Maria Rosário; Pinto, Paulo FeytorNeste texto apresenta-se uma reflexão crítica sobre práticas pedagógicas de dois professores responsáveis pela lecionação conjunta da unidade curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, da licenciatura em Educação Básica. A reflexão assenta em resultados recolhidos através da observação participante durante aulas com duas turmas, através das reflexões individuais finais escritas pela totalidade dos estudantes das duas turmas, através de três trabalhos produzidos a pares por alguns estudantes e, por fim, através de entrevista com estes estudantes. Com o conjunto de atividades em análise, pretendia-se desenvolver a competência de escrita narrativa e de produção de um texto multimédia. Constatou-se, porém, que as novas aprendizagens mais relevantes se verificaram noutras áreas: na produção do guião, ferramenta transformadora do texto escrito em texto multimédia, e no registo da expressão oral planificada das crianças que colaboraram na criação do PhotoStory.
- Atitudes portuguesas e europeias perante as línguasPublication . Pinto, Paulo FeytorA partir da análise dos resultados de um estudo sobre o conhecimento de línguas nos países da União Europeia, realizado no âmbito do Ano Europeu das Línguas, é feito um breve diagnóstico das atitudes dos portugueses perante as línguas estrangeiras. Neste diagnóstico, a cultura linguística portuguesa é parcialmente comparada com as de outros países europeus e sobre algumas das suas características mais relevantes é apresentado um enquadramento histórico.
- Contributos para um modelo de formação de professores de português língua não maternaPublication . Pinto, Paulo Feytor
- Cooperação para o desenvolvimento e consolidação da língua portuguesa: contributos teóricos e política linguística portuguesaPublication . Pinto, Paulo FeytorEste artigo explora a dimensão política e estratégica que a língua portuguesa tem nos programas portugueses de cooperação para o desenvolvimento. Para melhor compreender a política linguística portuguesa através da cooperação, num primeiro momento, é apresentado o quadro teórico que tem sido internacionalmente desenvolvido pelos estudos em política linguística e é feita uma brevíssima caracterização sociolinguística dos seis países que beneficiam da ajuda pública portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Num segundo momento, são apresentados e analisados os documentos nacionais e da Comunidade de Países de Língua Portuguesa que atual e oficialmente orientam a cooperação pública portuguesa: Estratégia de Promoção da Língua Portuguesa (2008), Conceito Estratégico da Cooperação Portuguesa (2014), Plano de Ação de Brasília (2010) e Plano de Ação de Lisboa (2013). Por fim, apresentam-se perspetivas de desenvolvimento da política de difusão do português que, no enquadramento atual, poderão potenciar a aprendizagem da língua nos países beneficiários da ajuda pública portuguesa. Considerando a tendência para a adoção da educação bilingue no início de escolaridade, aliada ao facto de este nível apenas abranger a população infantil, a reflexão proposta privilegiará, sempre que possível, a formação profissional de jovens e adultos, ao longo da vida, em português.
- Cultura oral: oratura, escritas ágrafas, geografia corporal e observação diretaPublication . Pinto, Paulo FeytorNeste texto apresentam-se características do património oral que podem constituir matéria-prima para a conceção de um leque variado de estratégias e/ou materiais para a aprendizagem de conteúdos e desenvolvimento de competências dos programas de Português (língua materna) e de Português Língua Não Materna, para projetos ou sequências interdisciplinares ou de educação intercultural. O conceito de património oral é aqui encarado num sentido muito lato. Ele inclui, não só os textos poéticos, narrativos e dramáticos próprios da literatura de tradição oral, a oratura, mas também formas de escrita ágrafa em linguagem visual, do domínio da picturalidade, e especificidades da estrutura lexical das línguas cujos falantes não adotaram ainda um sistema de escrita, que se revelam no léxico utilizado para representar o tempo, o espaço e o comportamento humano (geografia corporal e observação direta). Apesar de se tratar de um património de matriz oral, as suas características, tendo origem na cultura oral, perduram também nas sociedades contemporâneas de tradição escrita.
- Educação e diversidade linguística em PortugalPublication . Pinto, Paulo FeytorDesde os últimos anos do século XX, a diversidade de línguas vivas disponíveis no currículo dos ensinos básico e secundário tem vindo paulatinamente a aumen-tar. Nas décadas anteriores, além do português, as outras línguas aprendidas antes do ensino superior eram o inglês, o francês e o alemão, todas disponíveis como primeira língua estrangeira, a partir do 5º ano. O processo de abertura à diversidade linguística encetou-se com a introdução do espanhol, como segunda língua estrangeira, no 3º ciclo do ensino básico, em 1997. Nos anos seguintes, as novas línguas introduzidas no currículo foram duas línguas originárias de Portugal, a língua gestual portuguesa (LGP) e o mirandês. Já na segunda década do século XXI, o mandarim está a ser aprendido por centenas de alunos do 1º ciclo do ensino básico e do ensino secundário. A introdução no currículo de duas línguas estrangeiras, espanhol e mandarim, e de duas línguas autóctones, LGP e mirandês, parece ser um caso paradigmático da influência que fatores externos podem ter sobre a política linguística de um país. Parece ainda evidente que a oferta destas línguas não se insere numa política de educação linguística consistente, mas é antes um conjunto de respostas a problemas linguísticos independentes.
- Educação intercultural na aula de portuguêsPublication . Pinto, Paulo Feytor
- Escrita em português: a questão ortográficaPublication . Pinto, Paulo Feytor
- Os gajos não falam calão: o que falam os portugueses ciganos então?Publication . Pinto, Paulo Feytor
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