Percorrer por autor "Coelho, Ana"
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- Brincar e pedagogia em educação de infânciaPublication . Coelho, Ana
- Brincar no Jardim Botânico : um projeto com crianças dos 2 aos 6 anosPublication . Rodrigues, Ana Filipa; Teixeira, Filomena; Coelho, AnaProporcionar a crianças de 2-6 anos um contacto direto com Natureza, aliando o brincar livre, o desenvolvimento de competências sociais e a sustentabilidade ambiental, à sensibilização das famílias, foi a finalidade de um projeto, realizado durante 8 semanas, no Jardim Botânico, em Coimbra. A avaliação foi realizada através do Diário de Bordo, questionários às famílias, entrevistas às crianças e Escala de Aptidões Sociais (EAS). Os resultados evidenciaram uma maior cooperação e respeito entre as crianças; diminuição dos conflitos; maior capacidade de levantar questões e resolver problemas; maior empatia com o ambiente e conhecimento de elementos naturais; integração no currículo da instituição, do contacto regular com ambientes naturais; consciencialização, por parte das famílias, das vantagens para o bem-estar e desenvolvimento das crianças, fomentadas por programas de educação outdoor.
- Educação e cuidados em creche : conceptualizações de um grupo de educadorasPublication . Coelho, Ana; Portugal, Maria Gabriela Correia de CastroEm Portugal tem sido realizada pouca investigação acerca da educação e cuidados de crianças pequenas em contextos colectivos de atendimento. Embora seja aceite que uma das principais variáveis que afecta m a qualidade d a creche se relaciona com a formação e desempenho do s educadores que aí trabalham , o modo como eles compreendem as suas práticas e contextos de práticas não têm sido interrogados. O presente trabalho tomou como referência o designado “paradigma do pensamento do professor”, e foi realizado através de uma abordagem qualitativa (a grounded theory), tendo conduzido à formulação de um modelo compreensivo das conceptualizações (crenças e teorias implícitas) de um grupo de educadoras acerca da educação e cuidados de crianças em creche. Esse modelo procura condensar os dados que emergiram do processo analítico e que dizem respeito aos processos através dos quais as educadoras dão significado às suas práticas em creche, aos princípios que lhes servem de orientação, aos dilemas que enfrentam na definição de padrões de acção e na construção curricular, bem como ao modo como a experiência efectiva nesse contexto questiona e é também interrogada pelas suas ideias prévias acerca da educação não parental e acerca da sua própria profissionalidade como educadoras de creche.
- Estilos de liderança e a satisfação profissional das equipas de enfermagem:Publication . Dias, Nuno; Borgas, Ana; Coelho, Ana; Fernandes, Clarinda
- A floresta como espaço de aprendizagem : um complemento à oferta educativa para a infânciaPublication . Duque, Isabel; Pinho, Luana; Bigotte, Emília; Figueiredo, Aida Ferreira; Miguéis, Marlene; Vale, Vera; Coelho, AnaMuito embora, ao nível nacional, haja uma escassez de estudos que nos permitam compreender quanto tempo as crianças passam em contacto com o exterior, analisando a atual oferta educativa e os hábitos familiares, percebemos que as crianças portuguesas passam a maior parte do seu dia em locais fechados. As pesquisas demonstram que o contacto com a natureza pode contrariar os efeitos negativos dos atuais estilos de vida. Usufruindo desse contacto, através de experiências positivas, as crianças têm acesso a uma vida saudável. As investigações apresentam evidências de que a exposição a ambientes naturais pode atenuar o défice de atenção das crianças, promover o desenvolvimento de habilidades motoras, da concentração, da criatividade e da capacidade para resolver problemas e promover melhores tomadas de decisão ambientais (Erickson & Ernst, 2011; Faber & Kuo, 2009; Fjørtoft, 2001; White & Stoecklin, 2008). Para além dos benefícios na saúde, no desenvolvimento social, emocional e na consciência ambiental, há benefícios cognitivos associados a uma oferta educativa de cariz ambiental que promova o contacto direto e regular das crianças com a natureza (Godbay, 2009; Wells, 2000). Pretendemos com esta comunicação apresentar um programa que visa complementar a atual oferta educativa para crianças entre os 3 e os 5 anos. Trata-se de um projeto piloto cujo público-alvo são crianças que frequentam a Educação Pré-Escolar e que pretende implementar, desenvolver e avaliar um programa educativo, que articula a educação pré-escolar, a educação ambiental e a educação para a saúde, em regime outdoor
- As forest/nature kindergarten como modelos inspiradores de contextos exteriores de aprendizagem, na educação pré-escolar : uma revisão sistemática de literaturaPublication . Ramos, Raquel; Figueiredo, Aida; Coelho, AnaO presente estudo enquadra-se na mudança que se tem assistido nos currículos internacionais, direcionada para as práticas educativas no exterior e associada à expansão, um pouco por todo o Mundo, das Forest/Nature Kindergarten. A revisão sistemática da literatura permitiu aprofundar o enquadramento teórico da tese de investigação em curso, tendo como objetivos: i) Identificar e caracterizar as principais teorias e princípios pedagógicos subjacentes às Forest/Nature Kindergarten; ii) e compreender e relacionar os conceitos affordances e risky play com a promoção de contextos exteriores de aprendizagem. Partiu-se da questão de investigação: “Quais os contributos das principais abordagens teóricas e conceitos subjacentes às Forest Kindergarten, para o desenvolvimento de práticas educativas em contextos natureza?” e através dos termos de pesquisa definidos e de critérios de inclusão e exclusão, definiu-se o corpus de análise, que se caracteriza por estudos recentes, desenvolvidos em diferentes contextos, desde a Europa, América e Oceânia. A técnica de análise de conteúdo temática permitiu identificar princípios pedagógicos, relacionados com o papel da natureza, dos atores educativos e da cultura, no processo de aprendizagem da criança e com a importância das affordances e do risky play para o desenvolvimento da criança, corroborando com autores clássicos que defendem a sua interação com o meio e o brincar livre. O estudo poderá contribuir para a valorização das Forest/Nature Kindergarten como modelos de inspiração e, consequentemente, fomentar a reflexão e questionamento por parte dos educadores, no que respeita à sua responsabilidade social e ética de criar oportunidades e experiências à criança, felizes e significativas.
- Formação de conjuntos em educação pré-escolar : uma primeira experiência, um ponto de partidaPublication . Duque, Isabel; Pinho, Luana; Carvalho, Patrícia; Coelho, Ana; Vale, Vera; M. L. Martins, FernandoAs crianças devem ter oportunidade para desenvolver aprendizagens matemáticas, devendo a promoção desses momentos, na Educação Pré-Escolar (EPE), estar relacionada com o contexto e de acordo com os seus interesses. Sabemos que um dos objetivos da educação em Estatística, nesta etapa, está relacionado, ainda que de modo implícito, com a promoção da literacia estatística, que envolve a recolha e organização de dados (ME, 1997, 2010). Neste texto vamos apresentar a realização de uma experiência na qual a abordagem aos conteúdos da estatística foi feita por meio da metodologia de trabalho de projeto. Com base nos dados recolhidos durante a experiência pretendemos compreender as potencialidades de conciliar a metodologia de trabalho de projeto e os conhecimentos de um(a) educador(a) nas aprendizagens das crianças. Alguns resultados preliminares evidenciam que o contexto transdisciplinar associado aos conhecimentos estatísticos de um(a) educador(a) são determinantes para a promoção da literacia estatística e do raciocínio estatístico nas crianças.
- Institucionalização e Relações de AfetoPublication . Coelho, Ana; Pinto, LuísaO projeto de investigação surgiu no âmbito do Estágio Profissional com a duração de 450 horas, desenvolvido num lar de infância e juventude, no período entre dezembro, de 2020, e abril de 2021. Partindo da inserção no contexto e da observação e intervenção que foram sendo desencadeadas, o principal objetivo deste estudo consistiu em compreender a natureza e desenvolvimento das relações de afeto estabelecidas entre jovens e cuidadores formais. Através de uma Metodologia Qualitativa, operacionalizada pela administração de entrevistas semiestruturadas, criamos oportunidades para escutar a voz de 5 jovens e 4 cuidadores, analisando a perceção/significados atribuídos à vivência institucional e à sua eventual repercussão na construção das relações de afeto. As respostas às entrevistas foram objeto de análise de conteúdo e os dados obtidos sugerem que, apesar da vivência afetiva no período que antecede a institucionalização ser marcada por experiências em lugares desprovidos de trocas afetivas, vislumbram-se contornos de novos vínculos estáveis, sendo possível uma reorganização do património afetivo destes jovens. Deste modo, as oportunidades relacionais a que são expostos na institucionalização podem conduzi-los num percurso de continuidade ou mudança ao nível do estilo de vinculação, desde que exista alguém capaz de acolher e apaziguar a sua desorganização interna. Ficou comprovado que a desorganização da vinculação não é uma caraterística fixa destes jovens, apresentando apenas uma moderada estabilidade ao longo do tempo a relação com os cuidadores poderá constituir uma mais-valia na sua contenção/reorganização emocional e na gestão dos conflitos internos. Não obstante, quando esta rede de suporte emocional falha, os jovens vão interiorizando imagens negativas, pautadas pela não responsividade e insegurança e apresentando um funcionamento menos adaptativo face ao meio que os rodeia. Em suma, os resultados obtidos neste estudo reforçam a importância da institucionalização, mais precisamente do “capital humano” e dos laços afetivos entre cuidadores e jovens institucionalizados, que se afiguram uma mais-valia na reorganização emocional, na gestão de conflitos internos e na condução de trajetórias resilientes.
- Intencionalização educativa em crechePublication . Coelho, AnaNeste artigo apresentam-se dados extraídos de uma investigação mais ampla que pretendeu indagar o modo como educadoras em Creche compreendem as suas práticas e contextos de práticas. Essa investigação foi realizada através de uma abordagem qualitativa, a Grounded Theory (Glaser & Strauss, 1967), tendo sido utilizada a entrevista em profundidade como principal método de recolha de dados. A definição do grupo de estudo seguiu os princípios de amostragem teórica, pelo que a inclusão de novos casos foi determinada pelas questões emergentes da análise dos casos iniciais, tendo em vista aumentar a diversidade e contrastar os dados, seguindo os procedimentos do método de comparação constante (Glaser & Strauss, 1967). Participaram neste estudo 14 educadoras a exercerem funções em Creche, tendo sido cada uma delas entrevistada pelo menos 3 vezes. O processo de recolha e análise dos dados conduziu à formulação de um modelo compreensivo das suas conceptualizações (crenças e teorias implícitas) acerca da Educação e Cuidados nesse contexto. Neste artigo apresentamos dados relativos às conceptualizações das educadoras em relação à dimensão educacional da sua prática em Creche.
- Oferta educativa outdoor como complemento de educação pré-escolar : os benefícios do contacto com a naturezaPublication . Coelho, Ana; Vale, Vera; Bigotte, Emília; Ferreira, Aida Figueiredo; Duque, Isabel; Pinho, LuanaA presente comunicação tem como principal objetivo apresentar os fundamentos e linhas de um serviço que visa complementar a atual oferta educativa para crianças entre os 3 e os 5 anos. Trata-se de um projeto-piloto, inspirado na oferta escandinava, cujo público-alvo são crianças que frequentam a Educação Pré-Escolar e que pretende implementar, desenvolver e avaliar um programa educativo, que articule a educação pré-escolar, a educação ambiental e a educação para a saúde, em ambiente outdoor.
