Browsing by Author "Freire, Maria Raquel"
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- Afeganistão : Quo Vadis?Publication . Reis, Bruno Cardoso; Pinto, Cândida; Rodrigues, Carlos Coutinho; Gaspar, Carlos; Branco, Carlos; Noivo, Diogo; Rodrigues, Domingos; Simão, Licínia; Pinto, Luís Valença; Saraiva, Maria Francisca; Freire, Maria Raquel; Pures, Nuno Lemos; Seabra, Pedro; Rato, Vasco
- AUKUS e os interesses de segurança e defesa no Indo-PacíficoPublication . Cruz, Bernardo Ivo; Reis, Bruno Cardoso; Gaspar, Carlos; Soller, Diana; Rodrigues, Domingos; Neves, Nuno Correia; Nunes, Isabel Ferreira; Tomé, Luis; Freire, Maria Raquel; Daehnhardt, Patrícia; Rato, VascoAUKUS E OS INTERESSES DE SEGURANÇA E DEFESA NO INDO-PACÍFICO” é o tema em análise no IDN Brief de novembro. Dez especialistas refletem sobre as consequências do novo acordo de “segurança reforçada” entre os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.
- Contenção, projecção e envolvimento : a política externa russa para o grande Médio OrientePublication . Freire, Maria RaquelEste artigo analisa a política externa russa face ao denominado Grande Médio Oriente. O texto identifica duas dimensões analíticas: a da gestão da conflitualidade e participação da Rússia no Quarteto negocial para a resolução do conflito Israelo-Palestiniano; e a de um contexto securitário denso, onde a luta contra o terrorismo e o ressurgimento do radicalismo islâmico, a questão armamentista e a gestão energética, assumem prioridade. Olhando os desafios e obstáculos subjacentes à projecção das políticas russas na área, o texto argumenta que a crescente relevância do Médio Oriente nas políticas de Moscovo é reflexo da projecção de poder e influência que a Rússia prossegue no sistema internacional. Nesta linha, o artigo conclui que a Rússia joga um jogo difícil, onde procura conciliar interesses com oportunidades, num cenário onde políticas de contenção, projecção e envolvimento se conjugam na delineação do que Moscovo pretende sejam contornos favoráveis às suas opções e acções. Deste modo, a política externa russa pragmática, assertiva e multi- -vectorial afirma-se no Grande Médio Oriente em todas as suas componentes, com o objectivo subjacente de afirmação russa no cenário internacional.
- A Crise na UcrâniaPublication . Seminário "A Crise na Ucrânia"; Sousa, Teresa; Reis, Bruno Cardoso; Franco, Manuela; Costa, Duarte; Freire, Maria Raquel; Daehnhardt, Patrícia; Gaspar, Carlos Eduardo de Medeiros Lino; Meneses, Manuel; Viana, Vítor Daniel Rodrigues
- A crise ucraniana e as transformações no espaço pós-soviéticoPublication . Freire, Maria Raquel; Simão, Licínia Maria dos Santos; Dias, Vanda Amaro; Fazendeiro, Bernardo TelesWebinar realizado no dia 7 de Fevereiro de 2022, em colaboração com o Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (CES/FEUC). Coordenadora Prof. Doutora Helena Carreiras, Diretora do Instituto da Defesa Nacional. A moderação será assegurada por Isabel Ferreira Nunes do IDN.
- Desafios geopolíticosPublication . Gonçalves, Graça Penha; Rodrigues, André Alfar; Infante, Tomás; Dias, Vanda Amaro; Freire, Maria Raquel; Barradas, Joana Rocha; Garrido, Rui; Rodrigues, Carlos Manuel Coutinho
- O espaço pós-soviéticoPublication . Fazendeiro, Bernardo Teles; Freire, Maria Raquel; Dias, Vanda Amaro; Caiser, TomO chamado mundo pós-soviético compreende a Europa de Leste, o Cáucaso e a Ásia Central tendo a Rússia procurado, de maneira cada vez mais visível, assumir um papel assertivo em toda esta vasta região geográfica. Porém, somente na Ásia Central esse posicionamento não se traduziu, até à data, em qualquer intervenção militar direta. Este artigo parte de uma perspetiva comparativa para analisar a inexistência de manifestações de intervencionismo russo na região, em comparação com o eclodir de guerras no Cáucaso e na Europa de Leste. Esta análise centrar-se-á no exame de características políticas, económicas e geográficas regionais especificas na região do Cáucaso e Europa de Leste que possam fomentar uma ação agressiva da Rússia naquela parte do mundo pós-soviético.
- Estratégia de segurança nacional dos EUAPublication . Reis, Bruno Cardoso; Gaspar, Carlos; Soller, Diana; Tomé, Luis; Freire, Maria Raquel; Daehnhardt, Patrícia; Rato, VascoEste Brief analisa os mais recentes documentos estratégicos divulgados a nível oficial pelos EUA,designadamente nas implicações para a estratégia global americana e seus aliados. Para o efeito, publicamos as reflexões de alguns assessores do IDN e conhecidos especialistas nacionais.
- A Guerra na UcrâniaPublication . Reis, Bruno Cardoso; Branco, Carlos; Gaspar, Carlos; Soller, Diana; Nunes, Isabel Ferreira; Fernandes, José Pedro Teixeira; Cunha., Luís; Pinto, Luís Valença; Saraiva., Maria Francisca; Freire, Maria Raquel; Daehnhardt, PatríciaA Guerra na Ucrânia constitui um colossal desafio à ordem de segurança europeia. Preparado enquanto decorrem as operações militares, este número especial do IDN Brief reúne um conjunto de especialistas que avaliam as consequências da guerra para a Europa e para a relação transatlântica.
- A nova (des)ordem mundial: efeitos da pandemiaPublication . Carreiras, Helena; Malamud, Andrés; Pinéu, Daniel; Rodrigues, Domingos; Gomes, João Mira; Fernandes, José Pedro Teixeira; Simão, Licínia; Cunha, Luís; Moita, Luís; Tomé, Luís; Freire, Maria Raquel; Aguirre, Mariano; Lopes, Paula Duarte; Vaz-Pinto, Raquel; Rodrigues, TeresaO IDN Brief especial pandemia chega agora ao fim com um número dedicado ao impacto da COVID-19 na ordem mundial e nos equilíbrios geoestratégicos. Foram 9 edições, em que 90 especialistas partilharam as suas análises sobre os efeitos desta pandemia em múltiplas dimensões: da segurança sanitária à ação das forças armadas, da gestão de crises à segurança humana, da defesa Europeia à relação transatlântica, da cibersegurança aos equilíbrios de poder mundiais. Esta edição fecha com registos de diagnóstico e prospetiva sobre as dinâmicas da tensão e competição entre Estados Unidos e a China, o lugar da Europa e dos seus principais protagonistas, o espaço para o multilateralismo e o papel da ciência, a contradição entre o reforço dos interesses nacionais e as exigências de cooperação, a emergência, estabilidade ou irrelevância estratégica de diferentes espaços regionais, a produção do inimigo, a desconfiança e o medo dos outros. Continuaremos, com outros formatos e iniciativas, a acompanhar os cenários desta crise em desenvolvimento e de uma magnitude sem precedentes, na qual a expressão ‘saudades do futuro’ adquire um sentido muito particular, alimentando tanto visões pessimistas como demandas de ação e transformação.
