IPS - ESCE - DCOGRH - Comunicações em congressos
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- Imigrantes em regiões de fronteira: semelhanças e diferençasPublication . Rego, Conceição; Mendes, Maria Filomena; Santos, José Rebelo; Magalhães, Maria da GraçaO fenómeno da imigração em Portugal, país tradicionalmente emissor de emigrantes para os mais diversos continentes, ao longo dos séculos, conheceu novos contornos, nos últimos anos, após a integração do país na União Europeia e, particularmente após a instituição do Espaço Schengen. Tradicionalmente, as regiões de fronteira são espaços que apresentam características de menor intensidade em termos dos níveis de desenvolvimento e de ocupação demográfica. Este facto é particularmente verdadeiro nas regiões da fronteira portuguesa e espanhola. Contudo, com a integração dos países ibéricos na C.E.E., actual União Europeia, estas regiões ganharam uma centralidade nova, do ponto de vista da geografia, ainda que as suas características sócio-económicas e demográficas pouco se tenham alterado. O nosso objectivo, neste estudo, é perceber em que medida estes territórios de transição entre os países ibéricos são, ou não, atractivos do ponto de vista da fixação de imigrantes e, além disso, procurar avaliar se estes indivíduos apresentam características diferentes dos que se fixam nas áreas litorais com níveis de dinamismo económico mais intenso. Para tal iremos usar dados disponíveis do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), particularmente os relativos a stocks por nacionalidades e concelhos, bem como dados do INE (Instituto Nacional de Estatística) procedendo à identificação dos respectivos concelhos de acolhimento, e testando, estatisticamente, as diferenças verificadas entre as zonas com maiores e menores níveis de desenvolvimento.
- Imigrantes em regiões de fronteira: um estudo exploratório sobre o caso da fronteira Luso/EspanholaPublication . Rego, Conceição; Mendes, Maria Filomena; Santos, José; Magalhães, Maria da GraçaO fenómeno da imigração em Portugal, país tradicionalmente emissor de emigrantes para os mais diversos continentes, ao longo dos séculos, conheceu novos contornos, nos últimos anos, após a integração do país na União Europeia e, particularmente após a instituição do Espaço Schengen. Tradicionalmente, as regiões de fronteira são espaços que apresentam características de menor intensidade em termos dos níveis de desenvolvimento e de ocupação demográfica. Este facto é particularmente verdadeiro nas regiões da fronteira portuguesa e espanhola. Contudo, com a integração dos países ibéricos na C.E.E., actual União Europeia, estas regiões ganharam uma centralidade nova, do ponto de vista da geografia, ainda que as suas características sócio-económicas e demográficas pouco se tenham alterado. O nosso objectivo, neste estudo, é perceber em que medida estes territórios de transição entre os países ibéricos são, ou não, atractivos do ponto de vista da fixação de imigrantes e, além disso, procurar avaliar se estes indivíduos apresentam características diferentes dos que se fixam nas áreas litorais com níveis de dinamismo económico mais intenso. Para tal iremos usar dados disponíveis do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), particularmente os relativos a stocks por nacionalidades e concelhos, bem como dados do INE (Instituto Nacional de Estatística) procedendo à identificação dos respectivos concelhos de acolhimento, e testando, estatisticamente, as diferenças verificadas entre as zonas com maiores e menores níveis de desenvolvimento. Posteriormente, procuraremos verificar se a situação existente na fronteira lusoespanhola é comparável com outras verificadas em fronteiras internas no espaço da União Europeia.