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- Na actual conflitualidade internacional, que missões podem ser atribuídas às companhias de ComandosPublication . Silva, PedroEste Trabalho de Investigação Aplicada analisa o enquadramento mais adequado ao empenhamento de uma Companhia de Comandos em missões relacionadas com a nova conflitualidade e tendo como base o know-howdos Comandos. Define-se em primeiro lugar a nova conflitualidade e os ambientes operacionais possíveis. Numa segunda fase, procede-se a uma apresentação das Tropas Comandos a qual inclui uma resenha histórica e o enquadramento legal desta força. Após a definição da envolvente e do sujeito, analisam-se os cenários de actuação mais adequados ao empenhamento de uma Companhia de Comandos no futuro. Adoptou-se uma metodologia dedutiva, através do uso de fontes bibliográficas, mas também uma metodologia indutiva, através da análise de casos de estudos. Em suma, este trabalho pretende saber em que circunstâncias os Comandos devem ser empregues, quer num ambiente nacional quer internacional
- Ciber-Guerra: Ciber-AmeaçasPublication . Bento, AndréA nível estratégico a guerra da informação implica um domínio do ciberespaço, pois os “ciber-ataques”, vírus e cavalos de Tróia não podemser descurados. Esta forma diferente de guerra implica a adopção de uma política de segurança e defesa para o ciberespaço, pois este impôs uma nova dimensão geopolítica. A definição de uma política de segurança nacional para a área das infra-estruturas de telecomunicações é fundamental. A sua implementaçãoque visa a redução do risco, inclui iniciativas de prevenção/protecção e a atenuação dos efeitos de incidentes. A redução do risco também exige sistemas de alerta antecipado e previsão de ameaças iminentes, para cuja realização é imprescindível a cooperação internacional. No mínimo a dissuasão colabora para a redução do risco. A segurança das redes é, pois, um tema que precisa urgentemente de ser tratado de uma forma racional e usando uma linguagem simples. Dever-se-á ter em conta que tratar riscos de segurança das redes de informações apenascom soluções tecnológicas é adiar um problema. Com este trabalho pretendemos elucidar e realçar quão importante é este problema ao nível do Exército Português. Para isto foram definidos dois tipos de objectivos: Um objectivo geral e alguns objectivos específicos. Como objectivo geral, para este problema, salientamos a importância de saber se o Exército Português, está de facto, preparado para fazer face a este tipo de ameaças. Como objectivos específicos, pretendemos alertar para a importância destas ameaças na sociedade civil e no meio militar, classificar estas ameaças quanto à sua capacidade letal, listar as várias “ciber-ameaças” menos divulgadas e saber se existe alguma unidade vocacionada para defesa destas ameaças no Exército Português. Este novo tipo de guerra está ao nível de quem possui capacidades tecnológicas sofisticadas, bem como de dinheiro para implementarnovas tecnologias, como iremos ter oportunidade de referir durante o trabalho. Portugal e as forças militares estão a passar por um processo de transformação tendo vindo a aperfeiçoar-se para fazer face às ameaças que a era da informação gera, tentando precaver-se da melhor forma possível para fazer face às ciber-ameaças.
- A Batalha de Canas e a Operação Tempestade no Deserto - Análise e Perspectiva HistóricaPublication . Rodrigues, BarroteEste trabalho de investigação incide sobre uma comparação entre a batalha de Canas liderada por Aníbal Barca e a ofensiva terrestre daoperação Tempestade no Deserto, cuja liderança e planeamento são de Norman Schwarzkopf. Passando por uma contextualização histórica para enquadrar os dois objectos em estudo, na qual escrevo sobre o Império Romano e Cartaginês no século III a.C. e posteriormente inserir a potência Americana e o Iraque. Faço a comparação utilizando os princípios da Guerra e funções de combate presentes no Regulamento de Campanha e Operações 130, estabelecendo assim um ponto de ligação onde as duas batalhas se encontram. São duas épocas completamente diferentes, mas muito comuns em alguns aspectos.
- Batalha de MogadíscioPublication . Alvarenga, HugoO tema desta investigação incide sobre a Batalha deMogadíscio. O objectivo que o trabalho se propõe atingir é apresentar uma modalidade de acção alternativa que na perspectiva do autor conseguiria atingir os objectivos da operação em estudo, bem como colmatar erros que possam ter existido. A forma como o tema é abordado, visa apresentar osacontecimentos históricos que conduziram à batalha, uma narração da forma como a batalha ocorreu e a apresentação de uma modalidade de acção alternativa. Esta modalidade de acção tem por objectivo mostrar uma outra forma como as forças podiam ter sido empregues evitando os erros que foram cometidos no dia 3 de Outubro de 1993. A pesquisa bibliográfica realizada permitiu constatar, a importância do correcto dimensionamento das forças à missão que lhes é atribuída, assim como a constatação da necessidade de existir uma cadeia de comando que garanta o comando centralizado das operações. A elaboração de uma modalidade de acção alternativa, não só permite que se retirem lições do estudo da operação executada, como ao mesmo tempo apresenta uma possível solução táctica para a batalha de Mogadíscio. O espírito desta investigação foi desde o inicio abordar os acontecimentos numa perspectiva pedagógica com a intenção de aprender enão com o propósito de apenas enumerar erros ou de julgar os comandantes que duranteo combate tiveram que tomar decisões.
- A influência do Mosquete na Arte MilitarPublication . Couto, BrunoEste trabalho de investigação aplicada reflecte a evolução do armamento, nomeadamente o mosquete e procura analisar as influências deste na arte militar no que diz respeito à táctica de infantaria durante os séculos XVIII e XIX. Para tal realizaram-se estudos sobre a evolução do mosquete ao longo destes séculos bem como acerca de três batalhas importantes relativas a esses séculos, sendo elas a Batalha de Concord e Lexington, a Batalha do Buçaco e por último a Batalha de Gettysburg. A realização deste trabalho seguiu como metodologia de estudo a investigação documental, concluindo a existência de influências do armamento sobre a táctica e relatando nomeadamente quais.
- Gestão de armazém. Estudo do caso no DGMEPublication . Paiva, VladimirA optimização dos serviços, reorganização dos espaços nos armazéns, a gestão de stocks e as novas normas impostas pela Comunidade Europeia são factores dominantes que obrigam as empresas do sector a investir em soluções informáticas. Nenhuma tecnologia permite uma resolução perfeita de todos os problemas nas empresas. No entanto, pode ajudar a reduzir drasticamente os erros humanos e a aumentar a produtividade de todos os processos logísticos de uma empresa. Um bom sistema de gestão de armazém permite um melhor controlo dos stocks, reduz os erros humanos e optimiza os processos e a utilização dos espaços. Com a concorrência cada vez mais feroz, esse ganho de eficiência pode ser vital para um sector de fornecimento, tendo em conta a necessidade de reduzir ao máximo os custos de operações e os stocks em armazém (gestão do stocks just-in-time). Nesta perspectiva, e perante uma das missões que é atribuída ao Deposito Geral de Material do Exercito que é de garantir a armazenagem de acordo com determinações superiores, foi-lhe pedido um grande esforço na área de Reabastecimento que passa pela criação de um sistema de informação único, pela modernização de reabastecimento e pela realização de uma correcta gestão de armazenagem, com vista a optimizar os recursos e melhorar a eficiência no funcionamento de um armazém.
- A Gestão Financeira em Entidades com Autonomia Administrativa e FinanceiraPublication . Oliveira, RuiA racionalização e a eficiência na utilização dos dinheiros públicos configuram, por si só, um dos maiores desafios da Administração Pública Portuguesa. Com efeito, foi desenhada a Reforma da Administração Financeira do Estado que, no seu núcleo, estabeleceu como objectivo fulcral uma Reforma no Tesouro Público, contemplando um novo Regime da Tesouraria do Estado. O presente trabalho versa sobre a análise do princípio da unidade da tesouraria, previsto no novo Regime da Tesouraria do Estado, e os constrangimentos da sua aplicação nos Serviços e Fundos Autónomos, designadamente numdos estabelecimentos Fabris do Exército – Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento. Da revisão da literatura infere-se que este princípio é um eixo de actuação fundamental para a reforma da gestão financeira pública e que pressupõe uma Reforma do Tesouro Público. Esta assenta na criação de uma entidade equiparada a uma entidade bancária que assegura a centralização dos fundos dos Serviços Integrados, dos Serviços e Fundos Autónomos (SFA) e, mais recentemente, das Entidade Públicas Empresariais (EPE). A centralização dos fundos proporciona maiorliquidez que, através de uma gestão previsional e integrada, potencia os ganhos e optimiza o recurso ao endividamento público, minimizando os respectivos encargos financeiros inerentes. Não obstante, têm-se levantado algumas reservas quanto à sua aplicação deste princípio aos Serviços e Fundos Autónomos, essencialmente por razões constrangedoras à boa gestão financeira destes organismos. Das entrevistas realizadas junto da Direcção e chefia dos Serviços de Finanças e Contabilidade das OGFE, bem como dos gestores de conta dos Bancos com quem este Organismo assumiu compromissos, conclui-se que a aplicação deste principio pode colocar obstáculos à boa gestão financeira deste Estabelecimento Fabril do Exército. O estudo realizado procura ainda apontar recomendações no sentido de se ultrapassar algumas das limitações que a adesão deste princípio pode provocar.
- O sistema integrado de Gestão e a Contabilidade Analítica numa Unidade de SaúdePublication . Brito, RodrigoAs organizações estão hoje inseridas num mundo globalizado que as obriga e coage de forma a optarem pelo uso das Tecnologias da Informação. Numa tentativa de redução do défice público, a introdução do exigente Regime da Adminstração Financeira do Estado e o Plano Oficial de Contabilidade Pública levou à aquisição por parte do Ministério da Defesa Nacional de um Sistema Integrado de Gestão. A integração dos dados dos três Ramos das Forças Armadas era a meta pretendida. Um conjunto de dificuldades no processo de implementação do Sistema Integrado de Gestão levou à não entrada em produtivo de um conjunto de módulos fundamentais para o processo de tomada de decisão. Neste contexto, o principal objectivo deste trabalho consiste, por um lado, em verificar a adequabilidade do desenho do módulo de Controlling e, por outro lado, propor um modelo adaptado à realidade do Hospital Militar Regional Nª1. Neste sentido, para o desenvolvimento do estudo empírico desenvolveu-se um teste de implementação do módulo de Controlling no bloco de formação do Sistema Integrado de Gestão, baseado no Plano de Contabilidade Analítica dos Hospitais do Ministério da Saúde. Os resultados evidenciam a adequabilidade e a importância da entrada em produtivo do módulo de Controlling, uma ferramenta imprescendível para o processo de tomada de decisão. Da mesma forma verifica-se a pertinência da opção por um modelo adequado à especificidade dos hospitais militares, nomeadamente o Hospital Militar Regional Nº1.
- Gestão de FrotasPublication . Branco, LuísEste trabalho visa analisar a gestão de frotas, nas Forças Armadas, bem como a melhor solução para parque de viaturas do Exército. Da revisão da literatura, ficamos com uma ideia dos serviços existentes no mercado civil. Da análise da situação, concluímos que a gestão de frotas existente no Exercito, tem grandes lacunas e que a gestão de frotas existente na Força Aérea, está se não melhor, pelo menos ao nível das empresas civis. Através da teorização da situação constatamos quais as vantagens e as desvantagens da implementação do sistema da Força Aérea no Exército. Através das entrevistas, concluímos que a implementação de um programa informático de gestão de frotas, como o SIGAUT, seria bastante benéfico para o Exército e até mesmo para o próprio programa. A proposta que é feita no final do trabalho, para além de permitir confirmar se o SIGAUT é ou não adequado às necessidades do Exército, permite fornecer indicadores de gestão válidos, coisa que não se tem até ao momento. Assim, permitirá fazer um planeamento a longo prazo com valores muito precisos e fiáveis.
- Gestão Orçamental e Financeira no ExércitoPublication . Fernandes, HélioEste trabalho visa analisar a organização e metodologia da Gestão Orçamental e Financeira no Exército Português, mais concretamente a adequabilidade do Sistema de Administração Financeira às actuais exigências. Através da análise documental de entidades que supervisionam o Exército na matéria, da comparação das estratégias, métodos e estrutura, com os apresentados por diversos autores e praticados pelas demais Organizações, constata-se que após a reestruturação de Março de 2006 no Exército, esta pouco contribuiu para uma gestão mais económica, eficaz e eficiente. Aliada ao suporte documental aplicaram-se inquéritos por entrevista e por questionário às entidades com responsabilidade directa na gestão no Exército, do qual se espelha a necessidade, utilidade e desejo de mudança. A filosofia de gestão herdada do passado, que segue a mesma linha estrutural e processual da continuidade, não se observa como a mais oportuna. Mesmo após as dificuldades suscitadas pelo novo Sistema de Informação, em nada de substancial se alterou a forma de gerir os recursos da Nação, cujo objectivo fundamental deve ser a prossecução dos interesses públicos com eficácia e economia de meios. Torna-se assim desejável a aplicação ao Exército de uma gestão baseada nos mais eficientes modelos de Gestão Orçamental e na rentabilização do Sistema Integrado de Gestão, não abarcando somente a vertente financeira. Da comparação com os demais Ramos das Forças Armadas Portuguesas e Exércitos de outros países, conclui-se que o Exército se encontra com necessidade de actualização. As propostas de alteração apresentadas ao actual Sistema de Administração e Finanças do Exército, permitem uma adaptação à realidade intra-Ministério e inter-Exércitos, assente nos princípios de gestão universalmente aceites.
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