Percorrer por autor "Oliveira, Teresa"
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- Concepções sobre qualidade de ensino em estabelecimentos de ensino superior público em PortugalPublication . Martins, Maria José D.; Oliveira, Teresa; Barros, João Paulo; Espírito Santo, José; Trindade, Vítor; Bonito, JorgeEste estudo tem como objectivos conhecer e comparar as concepções sobre a qualidade de ensino de docentes e estudantes de três estabelecimentos públicos de ensino superior da região do Alentejo (Portugal) e, no caso dos docentes, conhecer também o que eles sugerem para melhorar a qualidade de ensino nos cursos e nas instituições em que leccionam. Trata-se de um estudo qualitativo, que inclui uma análise de conteúdo de três questões abertas relativas ao modo como 427 estudantes e 103 docentes definem qualidade de ensino e como os docentes sugerem que seja melhorada no curso e na instituição. A análise de conteúdo baseia-se nos modelos teóricos disponíveis, nas actividades previstas para os docentes do ensino superior e, sobretudo, no conteúdo das respostas escritas dos participantes. Os resultados revelam que as respostas de docentes e estudantes dos três estabelecimentos não diferem substancialmente umas das outras e que a qualidade de ensino é mais associada a aspectos de natureza pedagógica, preparação para o mercado de trabalho, articulação com a comunidade e qualificação dos docentes do que com aspectos associados à investigação.
- Concepções sobre qualidade de ensino em estabelecimentos de ensino superior público na regiâo do AlentejoPublication . Martins, Maria José D.; Oliveira, Teresa; Barros, João P.; Espírito Santo, José; Bonito, Jorge; Trindade, VítorEste estudo teve como objectivos conhecer e comparar as concepções sobre qualidade de ensino de docentes e estudantes de estabelecimentos públicos de ensino superior da região do Alentejo. Tratou-se de um estudo qualitativo, que incluiu uma análise de conteúdo a uma questão aberta relativa ao modo como 427 estudantes e 103 docentes definiam qualidade de ensino. A análise de conteúdo baseou-se nos modelos teóricos disponíveis, nas actividades previstas para o ensino superior e, sobretudo, no conteúdo das respostas escritas dos participantes. Os resultados revelaram que as respostas de docentes e estudantes das três instituições, globalmente consideradas, não diferiam substancialmente umas das outras e que a qualidade de ensino era mais associada a aspectos de natureza pedagógica, preparação para o mercado de trabalho, articulação com a comunidade e qualificação dos docentes do que com aspectos associados à investigação.
- Cultura Lusófona Contemporânea - Fronteiras e Horizontes: espaço(s) e tempo(s) de diálogoPublication . Cardoso, Luís Miguel; Mendes, Teresa; Barradas, Filomena; Oliveira, Teresa; Henriques, Luís
- Item Response Theory: A First ApproachPublication . Nunes, Sandra Cristina Dias; Oliveira, Teresa; Oliveira, Amílcar
- IV Congresso Internacional de Cultura Lusófona Contemporânea 2021 CrónicaPublication . Barradas, Maria Filomena; Guimarães, Adriana; Cardoso, Luís; Mendes, Teresa; Henriques, Luís; Oliveira, Teresa; Instituto Politecnico de PortalegreEm 2021, o IV Congresso Internacional de Cultura Lusófona Contemporânea (CICLC 2020) uniu-se às celebrações do 25o aniversário da licenciatura em Jornalismo e Comunicação da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais / Instituto Politécnico de Portalegre (ESECS/IPP), ao escolher como tema a crónica. Etimologicamente derivada de chronos – tempo -, a crónica confundiu-se com a historiografia até ao século XIX, quando a expansão da imprensa e do jornalismo a reinventam e a fazem renascer com a feição que hoje lhe conhecemos. Ao afirmar que a “crónica é como que a conversa íntima, indolente, desleixada, do jornal com os que o leem”, Eça de Queirós cunha, no Distrito d’ Évora (1867), uma das primeiras definições da crónica moderna. Antes, Machado de Assis (1859) atribuíra ao folhetinista, o antecessor imediato do cronista moderno, a capacidade da “fusão admirável do útil e do fútil”. Contemporaneamente, o termo “crónica” parece ser um termo guarda-chuva, que recobre uma panóplia de curtos textos de autor, cuja divulgação é feita através dos media, mas cujos objetivos e funções são muito diversas. Assim, a crónica é opinião e argumentação; é comentário da atualidade; é esclarecimento; é divertimento; é relato; é exercício literário; é experimentação artística; é séria; é divertida; informa; ensina; convence; é esquecida; é lembrada. Não admira que, face à plasticidade que manifesta, a crónica continue a ser um problema para os seus cultores. Manuel António Pina, por exemplo, numa das suas crónicas interroga-se: “E o que é isto de crónicas? Se me perguntam (...) não sei o que é, se me não me perguntam, sei”. António Lobo Antunes chama-lhes “prosinhas”, “literatura alimentar”, lamentando que a escrita da crónica lhe roube tempo da escrita do livro, essa tarefa maior do escritor. Também no espaço lusófono se acumulam exemplos de cronistas consagrados. Machado de Assis, Clarice Lispector, Rubem Braga, Luís Fernando Veríssimo, no Brasil; José Eduardo Agualusa em Angola; Mia Couto em Moçambique são apenas alguns dos nomes que podem ser apresentados como exemplo de cronistas. A notoriedade da forma, atestada pela sua prevalência nos media tradicionais, pela migração da forma para plataformas online, a par da fortuna que goza no mercado editorial, parece ir ao encontro de uma nova máxima popular: a lusofonia é uma nação de cronistas.
- Mas afinal os professores são quadros(?)Publication . Souta, Luís; Oliveira, Teresa
- Problem Based Learning: A Brief ReviewPublication . Nunes, Sandra Cristina Dias; Oliveira, Teresa; Oliveira, Amílcar
- Quem toca seus males retocaPublication . Oliveira, Teresa; Melo, SaraEste projeto foi uma experiência que permitiu enfrentar uma realidade com jovens numa instituição de estudo. O projeto mostra a possibilidade de estar em contacto com os jovens e oferecer ou construir ferramentas que eles possam usar para reforçar as suas aprendizagens sociais e fortalecer as suas relações, tanto pessoais como sociais. A arte é um meio inovador de comunicação que traz benefícios para a sociedade, não apenas de comunicação, mas em termos físicos, cognitivos, relacionais. A arte veio ajudar os técnicos de serviço social quanto ao bem-estar das pessoas, pois com a ajuda na autoestima, segurança, criar relações, a qualidade de vida das pessoas melhorou. A minha abordagem visa juntar jovens, voluntários e coordenadora, para trabalharem em grupo, e sem pensar nas diferenças existentes, construírem uma música que signifique algo para eles. Esquecer as diferenças, as hierarquias e qualquer problema que possa existir, ali permanecem todos iguais. A metodologia de trabalhado, investigação-ação, utilizada passou por duas fases: a primeira parte de investigação, observação e a segunda parte de aplicação do projeto. Desta forma podemos comparar os problemas existentes anteriormente ao projeto e os comportamentos durante e depois de iniciar. Este trabalho destaca o desafio de se expor em grupo, desafia a timidez, a insegurança, e aposta na construção da autoconfiança, na autoestima, na criatividade e na imaginação. Tudo junto é a receita para a base de relações que são construídas.
