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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Even though the European Commission wishes to maintain a trajectory that allows a
sustained energy transition to so-called clean energies, the fact is that the European Union’s
energy mix still includes fossil fuels. However, to break free from dependence on Russia,
it becomes necessary to diversify energy imports. It is under these circumstances that
the producing regions of the Gulf of Guinea and the Mediterranean Basin gain increased
prominence.
Using a constructivist ontological approach and an interpretivist epistemological
framework, this article seeks, through a qualitative research strategy, inductive reasoning,
and a case study research design, to answer the following starting question: How can the
European Union overcome the current challenges to its energy security? The data collection
and processing method focused primarily on the observation of documentary sources and
their subsequent analysis. The conclusions show that access to energy resources from the
Gulf of Guinea and the Mediterranean basin is essential for the European Union to become
independent from fossil fuel imports from Russia and, thereby, achieve its energy security.
Ainda que a Comissão Europeia deseje manter uma trajetória que permita uma transição sustentada para as chamadas energias limpas, o facto é que o cabaz energético da União Europeia continua a incluir combustíveis fósseis. Porém, para se libertar da dependência da Rússia, torna-se necessário diversificar as importações de energia. É nestas circunstâncias que as regiões produtoras do Golfo da Guiné e da Bacia do Mediterrâneo assumem preponderância acrescida. Utilizando uma abordagem ontológica construtivista e um quadro epistemológico interpretativista, este artigo procura, através de uma estratégia de investigação qualitativa, um raciocínio indutivo e um desenho pesquisa do tipo de estudo de caso, responder à seguinte pergunta de partida: Como pode a União Europeia superar os desafios atuais à sua segurança energética? O método de recolha e tratamento de dados centrou-se essencialmente na observação de fontes documentais e na sua posterior análise. As conclusões mostram que o acesso a recursos energéticos do Golfo da Guiné e da Bacia do Mediterrâneo é essencial para a União Europeia se tornar independente da importação de combustíveis fósseis da Rússia e, desse modo, lograr alcançar a sua segurança energética.
Ainda que a Comissão Europeia deseje manter uma trajetória que permita uma transição sustentada para as chamadas energias limpas, o facto é que o cabaz energético da União Europeia continua a incluir combustíveis fósseis. Porém, para se libertar da dependência da Rússia, torna-se necessário diversificar as importações de energia. É nestas circunstâncias que as regiões produtoras do Golfo da Guiné e da Bacia do Mediterrâneo assumem preponderância acrescida. Utilizando uma abordagem ontológica construtivista e um quadro epistemológico interpretativista, este artigo procura, através de uma estratégia de investigação qualitativa, um raciocínio indutivo e um desenho pesquisa do tipo de estudo de caso, responder à seguinte pergunta de partida: Como pode a União Europeia superar os desafios atuais à sua segurança energética? O método de recolha e tratamento de dados centrou-se essencialmente na observação de fontes documentais e na sua posterior análise. As conclusões mostram que o acesso a recursos energéticos do Golfo da Guiné e da Bacia do Mediterrâneo é essencial para a União Europeia se tornar independente da importação de combustíveis fósseis da Rússia e, desse modo, lograr alcançar a sua segurança energética.
Descrição
Palavras-chave
European Union Energy security Russia Fossil fuels Gulf of Guinea Mediterranean Basin União Europeia Segurança energética Rússia Combustíveis fósseis Golfo da Guiné Bacia do Mediterrâneo
