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Securitização e gestão do risco: uma abordagem conceptual

dc.contributor.authorBatalha, Carlos Alberto Lopes Ramos
dc.date.accessioned2021-05-05T15:36:12Z
dc.date.available2021-05-05T15:36:12Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractNuma base ontológica construtivista, este artigo articula, ao nível conceptual, a teoria de securitização com a vertente técnica da gestão de riscos securitários, advogando que os processos de securitização de ameaças devem ser conduzidos de forma instrumental, com base na intensidade e natureza dos riscos. Contudo, a interdependência securitária dos Estados europeus constrange o próprio processo de securitização ao nível nacional, sendo impossível dissociá-lo do contexto e do nível de análise do complexo de segurança europeu. A gestão dos riscos, ao permitir a diferenciação da sua intensidade e discriminação da sua natureza, possibilita a distinção entre aqueles que são intensivos e cujas ameaças eventualmente deverão ser securitizadas e aqueles que são riscos extensivos e cujas medidas de mitigação passarão por abordagens políticas de essência menos extrema. A securitização de ameaças nacionais deve, assim, ser implementada com base nestas premissas, mas olhando igualmente para a Europa, de forma a evitar a descontextualização da realidade de Portugal com a do restante complexo de segurança regional no qual se encontra inserido e cujos laços de interdependência securitário obrigam a ter em consideração.pt_PT
dc.description.abstractBased on constructivist ontology, this article articulates, at the conceptual level, the theory of securitization with the technical aspect of security risk management, advocating that the process of securitization of threats should be conducted, in an instrumental way and based on the intensity and nature of risks. However, the security interdependence of European states constrains the securitization process at the national level, being impossible to separate it from the context and level of analysis of the European security complex. Risk management, by discriminating their intensity and nature, allows the distinction between intensive risks, whose threats must eventually be securitized and extensive risks, whose mitigation measures will undergo political approaches less extreme. The securitization of national threats must therefore be implemented based on these assumptions, but also looking to the rest of Europe, in order to avoid the decontextualization of the Portuguese reality, with that of the rest of the regional security complex in which it is inserted and whose security interdependence ties is forced to take into considerationpt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/36395
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherIUMpt_PT
dc.subjectSegurança nacionalpt_PT
dc.subjectSecuritizaçãopt_PT
dc.subjectEscola de Copenhagapt_PT
dc.subjectGestão do riscopt_PT
dc.subjectNational securitypt_PT
dc.subjectSecuritizationpt_PT
dc.subjectCopenhagen Schoolpt_PT
dc.subjectRisk managementpt_PT
dc.titleSecuritização e gestão do risco: uma abordagem conceptualpt_PT
dc.title.alternativeSecuritization and risk management: a conceptual approachpt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.titleRevista de Ciências Militarespt_PT
oaire.citation.volumeVol 2, n.º 2 (nov. 2014)pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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Securitização e gestão do risco ...._Carlos Batalha.pdf
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