Publicação
O Design Como Prática Crítica. Um Estudo Sobre Discursos e Experiências de Emancipação do Design de Comunicação
| dc.contributor.advisor | Sobreiro Rainha, Ana Luísa | |
| dc.contributor.author | Da Cunha Rodrigues, Patrícia | |
| dc.date.accessioned | 2026-09-02T14:27:04Z | |
| dc.date.available | 2026-09-02T14:27:04Z | |
| dc.date.issued | 2025-04-02 | |
| dc.date.submitted | 2026 | |
| dc.description.abstract | Este estudo tem o propósito de analisar o design de comunicação, através dos seus discursos e experiências, orientados por uma prática crítica. Compreendendo a disciplina na sua evolução histórica, detendo-nos particularmente no início dos anos sessenta, propomo-nos analisar a transição do design de comunicação como uma ferramenta de mercado para o seu alargamento enquanto fenómeno cultural, tornando esta prática um campo disciplinar mais consciente e crítico. Importa-nos, por isso, também, tratar a exploração do design de comunicação numa perspetiva emancipatória, de forma a esclarecer e questionar as alterações que permitiram a sua autonomia disciplinar e progressiva emancipação. Desta forma, relevância como orientação para o trabalho, no que concerne ao design de comunicação como prática crítica, autores como Ken Garland, Anthony Dunne e Fiona Raby e Francisco Laranjo, fundamentais para o início da pesquisa e para situar a questão proposta nesta investigação, isto é, a construção crítica da disciplina do design como meio de emancipação disciplinar. No âmbito da contextualização histórica e da sua importância para o questionamento e debate crítico são tidos em conta os discursos de Norman Potter, Beatriz Colomina, Alexandra Midal, Richard Hollis e William Morris. Na construção da argumentação são notadas referências a Victor Papanek e Ruben Pater, sobretudo no que concerne à reavaliação do impacto da prática no contexto envolvente e a forma como esta se relaciona com o mesmo. No que toca à exploração dos discursos emancipatórios do design, são guias para a reflexão autores como Alexandra Midal, e, num plano mais filosófico, Jacques Rancière. Finalmente, o objetivo deste estudo é, não só esclarecer estas problemáticas mais teorizantes, mas também relacioná-las com algumas práticas exemplares do design de comunicação, de forma a compreender a disciplina como campo de construção crítica enquanto exercício especulativo, prática participativa e catalizador de debate, de reflexão e negociação, propondo questões como: Que mudanças no design contribuíram para a sua transição de uma ferramenta de mercado para meio de debate cultural e prática mais consciente e crítica? Como é que a exploração crítica do design de comunicação sob uma perspetiva emancipatória pode contribuir para uma prática mais interviniente e comunitária? De que forma o debate, a consciência histórica e prática crítica contribuem para a reavaliação do design no contexto social e cultural? | por |
| dc.identifier.tid | 204356318 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/64475 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.uri | N/A | |
| dc.subject | Critical Design | |
| dc.subject | Autonomia | |
| dc.subject | Emancipação | |
| dc.subject | Responsabilização | |
| dc.subject | Participação | |
| dc.title | O Design Como Prática Crítica. Um Estudo Sobre Discursos e Experiências de Emancipação do Design de Comunicação | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.grantor | Escola Superior de Artes e Design | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Design |
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