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- A Batalha de Almanza : O sangue da afirmação de PortugalPublication . Borges, João VieiraA 25 de Abril de 1707, um exército Aliado de cerca de 16.000 homens, sob o comando do 2º marquês das Minas e do conde de Galway foi derrotado em Almansa, no âmbito da Guerra da Sucessão de Espanha (GSE), por um exército com cerca de 25.400 homens sob o comando do duque de Berwick, designado Exército das Duas Coroas. Depois de um sucesso grandioso para os aliados, com a conquista de Madrid a 28 de Junho de 1706 ainda com D. Pedro 11 no trono de Portugal, D. João V iniciava o seu reinado com uma derrota militar que, para muitos analistas, teria sido decisiva para o desenrolar da GSE, pelo menos no que respeita às repercussões no teatro de operações da Península Ibérica. A análise que se segue inclui a participação de Portugal na GSE e uma descrição pormenorizada da batalha. Faremos, posteriormente, uma outra análise da batalha de Almansa no âmbito da GSE, à luz dos princípios da guerra, sem esquecermos os factores de degradação e as consequências políticas, económicas e militares da mesma contenda. Terminaremos, adiante, com algumas mensagens em jeito de considerações finais. Aprendemos com os nossos mestres que se devem tirar lições da História e aprender com a experiência de todas as gerações, mesmo (ou, sobretudo) quando sofremos as mais pesadas derrotas. Apesar desta batalha ter constituído um marco no desenrolar da GSE na Península Ibérica (sobejamente negativo para as hostes portuguesas e aliadas), muitos outros marcos determinariam o resultado final da guerra. No entanto, e na linha da análise escrita por Carlos Selvagem, não podemos deixar de destacar que o sangue derramado pelos portugueses nesta batalha e neste conflito, contribuiu de modo muito significativo para a afirmação de Portugal no concerto das nações da Europa, poucos anos depois de se ter tornado independente da vizinha Espanha. Da bibliografia histórica destacaríamos as fontes primárias que nos foram facultadas pelo Arquivo Histórico Militar, em especial o Diário Bélico, de Frei Domingos da Conceição e duas cartas do marquês das Minas dirigidas ao secretário de Estado, Diogo de Mendonça Corte-Real. Gostaríamos de agradecer o apoio que nos foi dado na revisão pelo Mestre Eurico Dias e pelo Dr. Pedro de Avillez e, sobretudo, o grande incentivo e colaboração que nos foram dados pelo Coronel Carlos Gomes Bessa (da CPHM), que inclusivamente nos cedeu um texto inédito da sua autoria, com o título Ocorrências militares no reinado de D. João V, em que aborda, com muito rigor e sentido crítico, a referida batalha de Almansa.
- Conceitos sobre a criação e desenvolvimento de uma Unidade Formativa Militar em contexto AfricanoPublication . Barbosa, Justino Manuel EstevesEste Relatório Detalhado de Atividade Profissional da Arma de Infantaria, versa a experiência do autor na vertente da formação. A experiência na área da formação foi adquirida na Escola de Sargentos do Exército onde o autor lecionou várias disciplinas, comandou as Companhias de Alunos e foi o Chefe da Seção de Estudos e Planeamento, tendo à sua responsabilidade, nesta função, a conceção da restruturação do Curso de Formação de Sargentos. Mais tarde, na função de Chefe da Seção de Logística teve a seu cargo a elaboração do Plano de Necessidades da Escola de Sargentos do Exército, dando origem ao novo Plano Diretor da Escola, adquirindo consequentemente, uma abrangência de conhecimentos sobre as necessidades em infraestruturas para Unidades Formativas. O autor foi ainda Coordenador da Área de Tecnologias Militares, Diretor dos Cursos de Formação e Promoção de Sargentos, Comandante do Corpo de Alunos, Chefe da Seção de Pessoal e 2º Comandante da Escola de Sargentos do Exército. Entre fevereiro de 2007 e março de 2008, o autor, na qualidade de Diretor Técnico do Projeto 10 – Apoio à Formação da Escola de Sargentos das Forças Armadas de Defesa da Republica de Moçambique, foi responsável pela orientação da edificação dessa Unidade Formativa. A experiencia adquirida, pelo autor foi utilizada para a realização do tema selecionado, apoiado em conceitos de autores, dedicados ao estudo da gestão da formação. O desenvolvimento do referido tema está subdividido, numa primeira parte na apresentação dos conceitos teóricos sobre a conceção de unidades formativas e na segunda parte na apresentação do estudo de caso sobre a criação de uma Escola de Formação num país Africano. Nesta dissertação é desenvolvido todo o faseamento da edificação de uma Unidade Formativa, atendendo a conceções doutrinárias de alguns autores, materializadas na experiência da criação da Escola de Sargentos das Forças Armadas de Defesa de Moçambique em que o autor foi o primeiro Diretor Técnico desse projeto.
- Conhecimento tácitoPublication . Rosinha, António Palma
- Da Segunda Guerra Mundial à Guerra ColonialPublication . Borges, João VieiraA honra do desafio que nos foi lançado pela direcção do IDN, tem "atrelada" uma responsabilidade acrescida pelo simples facto de desempenharmos, simultaneamente, as funções de membro da comissão de organização do seminário e as funções de professor regente da disciplina de "Historia do Pensamento Estratégico" no âmbito do Mestrado em História Militar, na Academia Militar. No entanto, a tarefa foi de algum modo facilitada pelas pistas implícitas nos trabalhos de Hervé Coutau-Bégarie e, em particular, na sua obra Tratado de Estratégia, mas sobretudo pelos estudos recentes de António Horta Fernandes e de António Paulo Duarte. Depois de constatarmos que durante o período em análise, ou seja entre 1945-1961, a Estratégia constituiu um domínio quase exclusivo dos pensadores e das escolas militares, orientámos o nosso esforço de pesquisa no sentido de descortinarmos, no esteio das escolas militares, os artigos e as obras sobre Estratégia publicadas em Portugal. Assim, os caminhos da pesquisa apontaram mais facilmente para o recente Instituto de Estudos Superiores Militares (IESM), para a Escola Naval e para a Academia Militar, onde encontrámos algumas obras de professores de referência e alguns artigos na Revista Militar e nos Anais do Clube Militar Naval, citando alguns exemplos. Este período, que abarca os pensadores da "Estratégia das Origens" e da "Estratégia ao serviço da Guerra", não tem ainda, em termos mundiais, a sistematização que lhe viria a dar o General Beaufre em 1963 com a sua Introdução à Estratégia. Como metodologia, começaremos pela visão global (dos factos nuclear e subversivo) no sentido de melhor entendermos a Visão nacional (da consolidação do Estado Novo e da recuperação de um Portugal fundador da NATO, mas marcado pelo "pecado colonial", do atraso da admissão ONU, das profundas reformas nas Forças Armadas Portuguesas, etc.). Só depois tentaremos caracterizar as obras e os pensadores deste período, numa perspectiva de evolução do conceito e da sua aplicabilidade no âmbito das opções estratégicas nacionais. Não esqueceremos ainda a influência da evolução do fenómeno da guerra e de outras escolas de Estratégia. Terminaremos ainda com umas considerações finais, em jeito de conclusão, na esperança que se tornem num Incentivo para um debate mais alargado e também para uma pesquisa mais cuidada.
- A Demografia e a EstratégiaPublication . Borges, João VieiraA "Ordem de Yalta", caracterizada peia Guerra Fria entre as duas superpotências. EUA e URSS, pela "guerra Improvável e paz impossível' de Raymond Aron, foi o período de excelência da Estratégia da Dissuasão, em que esta buscava essencialmente as melhores formas da não-guerra e a gestão das situações de crise. Era, apesar de tudo, uma Ordem estável, pois conheciam-se as ameaças, avaliavam-se os riscos, mediam-se as forcas e previam-se as reacções. A população, como factor de poder, perdeu então a sua importância ancestral, devido ao "equilíbrio de terror" proporcionado pela bomba nuclear. A queda do Muro de Berlim, ocorrida em 9Nov1989, marcou simbolicamente o fim dessa Ordem, e passámos, desde então, a viver num período acelerado de transição, para aquilo que poderá vir a ser uma Nova Ordem Internacional, mas que, entretanto, não é mais do que uma "Desordem Mundial" ou, como lhe chama Gérard Chaliand, uma "Seiva das Nações". Em termos da natureza e concepção política dos Estados, passámos a viver num "sistema homogéneo", em que a maioria das unidades políticas "cultiva" a democracia tipo ocidental e a economia de mercado, num sistema político internacional "unipolar de hegemonia não arrogante, protagonizado pelos EUA, a caminho de um sistema multipolar, mas com um peso substancialmente maior dos restantes actores internacionais, com destaque para as Organizações Internacionais, para as Pessoas Colectivas não Estaduais e para as Pessoas Singulares. Nesta transição, caracterizável como da idade das redes, onde tudo se cruza, destacamos alguns elementos geradores de tensão: a grande velocidade e complexidade das mudanças; as tensões sociais e conflitos regionais de média e baixa intensidade (motivados por razões de ordem territorial, étnica, política e religiosa) especialmente nas instáveis zonas do Sul; o crescimento em número e importância das operações de apoio à paz; o crescimento das ameaças globais. como o terrorismo internacional e a proliferação de armas de destruição maciça, ou outras não essencialmente militares como a droga, e a degradação do ambiente; a expansão dos meios de comunicação de massas, com a ruptura do monopólio estatal da informação e a penetração das fronteiras nacionais e pessoais; a globalização das relações, dos acontecimentos e dos problemas; o aparecimento de tendências supranacionais que podem conduzir à formação de novas unidades políticas mais vastas (grandes espaços); a crise das ideologias e o renascer dos fundamentalismos; e a explosão demográfica, com a consequente urbanização e o acentuar das diferenças entre os mais ricos e os mais pobres. Na prática, os novos fluxos transnacionais — económicos, culturais, humanos e tecnológicos — que escapam, em maior ou menor grau, ao controlo dos Estados, contribuem para volatilidade, incerteza e insegurança do actual Sistema Político Internacional, e para a necessidade de repensar novas noções, como as de Fronteira, Nação e Soberania, e novos valores, como o de Família, Segurança e Ética, e para aquilo que Poirier designa de "crise dos fundamentos" da Estratégia e mesmo da Política. Com este enquadramento do Sistema Político Internacional, torna-se difícil prospectivar o século XXI, o qual será fundamentalmente analisado até ao ano 2025, enquadramento importante numa prospectiva da relação entre a Demografia e a Estratégia. Entre os vários cenários do futuro Sistema Internacional optámos pelo equilíbrio das potências, defendido como mais provável por Henry Kissinger: "O sistema internacional do século XXI será caracterizado por uma aparente contradição: por um lado, fragmentação; por outro, globalização crescente. Ao nível das relações entre Estados, a nova ordem aproximar-se-á mais do sistema europeu de Estados dos séculos XVIII e XIX do que do modelo rígido da Guerra Fria. Incluirá, pelo menos, seis potências: os EUA, a Europa, a China, o Japão, a Rússia e, provavelmente, a Índia, bem como uma multiplicidade de países de tamanho médio e mais pequenos... . O crescimento populacional que se tem desenvolvido nos últimos anos, de 1,6 para 6 biliões de habitantes só neste século, e o que se prevê para os próximos anos, cerca de 9.4 biliões em 2050, a um ritmo diferente nas grandes regiões do globo, criará uma heterogeneidade demográfica tal, que poderá alterar, durante o século XXI, as relações de poder ao nível das relações internacionais e as posições relativas dos países. A preocupação com este crescimento da população mundial, que tem como referência histórica o "Ensaio sobre o Princípio da População", de Thomas Robert Malthus, voltou a renascer neste século, como atestam as diferentes conferências mundiais sobre população, realizadas sobre os auspícios da ONU, em Bucareste (1974), no México (1984), no Rio de Janeiro (1992) e no Cairo (1994). O objectivo final destas conferências centrou-se invariavelmente na "busca do equilíbrio entre a população e os recursos e entre a protecção do ambiente e o desenvolvimento económico". Questões como o envelhecimento médio da população dos países desenvolvidos, o aumento "explosivo" da população em países subdesenvolvidos, a degradação do ambiente e a alteração do equilíbrio da dependência, a crescente concentração da população mundial em áreas urbanas e a nova geopolítica demográfica, que divide a "Cidade Global" em duas partes distintas, serão origem provável de novos factores de conflito no século XXI. Segundo Hervé Le Brás, "O demónio Demográfico substituiu o Demónio Atómico" após a queda do muro de Berlim. Não tendo uma postura tão drástica ou redutora, abordaremos, de seguida, as consequências para a Estratégia da evolução demográfica prevista pelas NU para o século XXI, nas seguintes perspectivas: — A Demografia como "Instrumento" da Estratégia; — A Demografia como "Objecto" da Estratégia; — A Demografia como "Explosor" da Estratégia; — Da importância do estudo da "Estratégia Demográfica".
- Desenvolvimento de um Modelo Teórico–Conceptual para Implementação de Veículos Elétricos: Estudo de Caso do Exército PortuguêsPublication . Santos, Ricardo; Reis, João Carlos Gonçalves dos; Kazanecka, Aneta; Nowakowska, MartaRESUMO (PORTUGUESE): O tema “veículos elétricos” está cada vez mais presente na sociedade Portuguesa e no mundo empresarial em geral. Nesse sentido, será relevante que os Estados possam acompanhar os desenvolvimentos tecnológicos e que se preparem para a implementação deste tipo de mobilidade elétrica. O Exército Português não é exceção e, por esse motivo, decidimos dar os primeiros passos no desenvolvimento de um modelo teórico–conceptual para implementação de veículos elétricos. O modelo desenvolvido tem por base a literatura existente e foi validado empiricamente numa unidade militar do Exército Português. Desta forma, esta investigação visa preencher uma lacuna existente na literatura, uma vez que, pelo que temos conhecimento, é a primeira vez que se desenvolve um modelo de implementação de veículos elétricos nas Forças Armadas Portuguesas. Estudos futuros podem refinar o modelo existente, ou adaptar o modelo desenvolvido para organizações idênticas e que pretendam dar os primeiros passos neste domínio de investigação. ABSTRACT (ENGLISH): The theme “electric vehicles” is increasingly present in the Portuguese society and in the business world in general. In this regard, it will be relevant for States to be able to monitor technological developments and to prepare for the implementation of this type of electric mobility. The Portuguese Army is no exception and, for this reason, we decided to take the first steps in the development of a theoretical–conceptual model for the implementation of electric vehicles. The developed model is based on the existing literature and it was validated empirically in a military unit of the Portuguese Army. Thus, this investigation aims to fill a gap in the literature, since, as far as we know, this is the first time that a model for the implementation of electric vehicles in the Portuguese Armed Forces has been established. Future studies can refine the model presented in this article, or even adapt the conceptual model for identical organizations that intend to take the first steps in this field of research.
- Evolução do pensamento estratégicoPublication . Borges, João VieiraA Estratégia é estudada e aplicada diariamente em Portugal, nos E.U.A., na China, na Rússia, na União Europeia, nas grandes empresas de Tóquio a Berlim, enfim, em diferentes unidades políticas e "organizações" que têm em comum a necessidade de possuírem bons líderes para atingirem os seus objectivos, sejam eles de âmbito político, militar ou empresarial. Talvez esta seja uma explicação para o facto dos estudiosos e os "homens de acção" encontrarem a Estratégia em obras e pensadores de referência, oriundos de vários espaços e tempos, com formas de pensar tão diferentes como Sun Tzu e Clausewitz. Para o General Abel Cabral Couto (O Homo strategicus, p. XVII) os grandes pensadores da Estratégia são, entre outros, Lidell Hart, André Beaufre, A. Rapoport, L. Poirier, H. Eccles, J. P. Charnay, T. Schelling, E. Luttwak e Raymond Aron. Para o General José Alberto Loureiro dos Santos (Reflexões sobre Estratégia, 2000, pp. 75-77), os grandes protagonistas da Estratégia podem ser agrupados em quatro grandes conjuntos: os inovadores, os visionários, os realizadores e os doutrinadores. Entre os inovadores e visionários, este autor destaca figuras como Confúcio, Buda, Jesus Cristo, Lao Tsé, Maomé ou Karl Marx. Entre os realizadores destaca, entre outros, Epaminondas, Alexandre, Aníbal, Júlio César, Cortez, Napoleão, Rommel e Churchill; e, entre os doutrinadores, destaca nomes como Clausewitz, Lidell Hart, Raymond Aron e Beaufre. O General Loureiro dos Santos destaca ainda que "...nem sempre existem grandes fronteiras entre as características dos grandes protagonistas da Estratégia. Há muitos que são simultaneamente inovadores e realizadores, ou realizadores e doutrinadores, ou visionários e realizadores, bem como doutrinadores. Grande parte dos protagonistas da Estratégia atrás referidos são pouco conhecidos do público em geral e as suas obras são, inclusivamente, pouco lidas pelo público especializado, apesar de citadas frequentemente. A Estratégia, entendida hoje como a "Ciência do Conflito" ou relacionada (e confundida) frequentemente com o "Planeamento de Médio e Longo Prazo", tem nos nossos dias campos de aplicação muito vastos, desde a Economia à guerra de informação, compreendendo diversos aspectos multidisciplinares que claramente dificultam o seu estudo e análise particular. Deste modo, no sentido de facilitar a compreensão da evolução do pensamento estratégico, optámos pelo critério cronológico e pelo método de análise das grandes obras e dos grandes pensadores (os doutrinadores e alguns realizadores) da Estratégia.
- As Forças Armadas na Segurança Interna: Mitos e RealidadesPublication . Borges, João VieiraA abordagem do tema "Forças Armadas na Segurança Interna", numa altura marcada por fortes constrangimentos financeiros e económicos, pela discussão das grandes opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional e pela reforma da Defesa Nacional, constitui um desafio aliciante com carácter de oportunidade. Efectivamente constitui um desafio, em especial para um militar profissional que também é académico, porque obriga à contraposição da praxis da actuação das Forças Armadas em missões de Segurança Interna numa perspectiva de colaboração das FA com as Forças e Serviços de Segurança, em alternativa a uma visão mais legalista e politizada, que desde 1982 vem "limitando" a intervenção das FA no território nacional, mesmo em face do crescendo das ameaças de cariz transnacional. O carácter de oportunidade advém da actual discussão nas grandes opções do CEDN 2013, designadamente no que respeita à possibilidade das FA colaborarem na SI em missões de combate a ameaças de cariz transnacional.
- Gestão do conhecimento e E-CRMPublication . Sarmento, Manuela; Rosinha, António Palma
- Impacts of Artificial Intelligence on Public Administration: A Systematic Literature ReviewPublication . Reis, João Carlos Gonçalves dos; Santo, Paula Maria Ferreira do Espírito; Melão, Nuno Filipe RosaThe advent of machines power-driven by Artificial Intelligence (AI) have strongly influenced the world in the 21st century. The future of AI is promising and is offering a wide range of opportunities for scholars and academics. Although the theme has received a considerable attention over the last years, much has been speculated and little is known about its impacts on the Public Administration. Thus, the purpose of this article is to make the result of those impacts less ambiguous. To this end, we have conducted a systematic review to provide a comprehensive analysis on the latest impacts of AI on the Public Administration. Our intent is to narrow the field of study, while AI is being continuously strengthened with new empirical evidences.
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