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- Os Fatores que Explicam o Insucesso do Empreendedorismo em PortugalPublication . Estrela, Hildegardo Baptista de Almeida; Pimentel, LuísO empreendedorismo tem sido um campo relevante do desenvolvimento social no país e ao praticá-lo, é relevante proceder ao exame deste fenómeno e retirar novas conclusões no que respeita a este campo de investigação. Neste sentido, para o presente trabalho teve-se como objetivo identificar os fatores que explicam o insucesso de um negócio em Portugal. E como objetivos específicos: identificar os motivos mais importantes para o insucesso das start-ups em geral; determinar quais os indicadores a analisar que permitem distinguir entre casos de sucesso e insucesso, identificar se os fatores de insucesso identificados são predominantemente exógenos (dinâmicos, ligados ao meio e ao mercado) ou endógenos (por inexperiência e decisões erradas dos promotores); analisar de forma qualitativa, através de entrevista semiestruturada, os principais desafios enfrentados pelos empreendedores em Portugal e determinar como são efetuados os incentivos aos empreendedores. Para o nosso estudo utilizou-se uma metodologia qualitativa, através da aplicação de entrevistas a 10 participantes que já tiveram projetos de empreendedorismo em Portugal. Determinou-se que, os principais fatores que o empreendedor deve ter para iniciar um projeto empreendedorismo é ser verdadeiro, ter resiliência ao fracasso, ter sempre foco no que pretende, ser perspicaz para identificar previamente os fatores que poderão ser considerados menos eficazes. Isto porque, quando se consideram os fatores externos como os custos sociais, podem ser dramáticos ao nível profissional e individual, sendo a perceção de culpa o maior fator.
- Tendências, design thinking e inovação no design circular: Plataformas e estratégias visuais para a economia sustentávelPublication . Afonso, Mário Diogo da Silva; Cantú, William AfonsoEste estudo examina de que modo a gestão de design, informada pela análise de tendências, pode acelerar a transição para a economia circular através do envolvimento de consumidores e comunidades na extensão da vida útil dos produtos. O enquadramento teórico assenta em dois eixos complementares: a análise de tendências, que lê sinais de mudança e os converte em linhas de ação traduzidas pela gestão de design em modelos de negócio e rotas de implementação; e a economia circular, em rápida afirmação, mas ainda com lacunas quanto à participação do consumidor. O projeto Looper constitui o objeto de aplicação, enquanto plataforma digital que integra o sentido comunitário e pedagógico para facilitar práticas sustentáveis de reparação, reutilização, partilha, aluguer, recondicionamento e upcycling criativo. A metodologia articula a revisão de literatura com uma exploração qualitativa e uma fase projetual, que culmina na prototipagem funcional de uma aplicação e na construção da identidade visual e posicionamento estratégico da marca. Identificam-se princípios operacionais para reduzir fricções e envolver o consumidor e define-se a arquitetura do ecossistema informação e a proposta de valor da plataforma. Conclui-se que a gestão de design informada por tendências melhora a usabilidade e confiança de serviços, acelera a adoção de práticas circulares e prolonga a vida útil dos produtos, gerando valor social e ambiental.
- Materiais naturais como meio de expressão: a contribuição das artes visuais para a criatividade na educação pré-escolarPublication . Ferreira, Leonia Tatiana Dos Santos; Maia,, Pedro Nuno BandeiraO presente relatório, desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Pré- Escolar da Escola Superior de Educação de Coimbra, apresenta um estudo de investigação-ação realizado durante a prática educativa no ano letivo de 2023/2024, num Jardim de Infância da rede pública, com um grupo de 21 crianças entre os 3 e os 6 anos. Este estudo teve como objetivo compreender de que forma a utilização de materiais naturais em atividades de artes visuais pode favorecer o desenvolvimento da criatividade das crianças em contexto de jardim de infância. A definição do tema partiu da observação de um dos interesses comuns do grupo, especialmente pela natureza e pelas artes visuais. A partir dessa observação surgiu o projeto “Mãos que criam a natureza”, composto por quatro sessões: leitura do Livro Esta Flor É Minha! de Alice Hemming (2023), um passeio onde as crianças realizaram desenho à vista e recolheram materiais naturais, pintura com esses materiais e criação de escultura em barro. A recolha de dados foi realizada através de observação participante, registos fotográficos e videográficos, gravação de áudios, entrevista com as crianças e análise das suas produções gráficas. Ao longo das sessões, verificou-se um desenvolvimento da criatividade, autonomia, imaginação e expressão pessoal das crianças. Verificou-se que a integração de elementos naturais nas práticas artísticas promove aprendizagens significativas e reforça a ligação das crianças com o ambiente. Conclui-se, assim, a importância de integrar regularmente estas práticas no contexto educativo, incentivando uma relação mais consciente e harmoniosa com o mundo que as rodeia.
- O CONTEXTO ORGANIZACIONAL DO MARKETING EM EMPRESAS B2B - O CASO ENERGESTPublication . Guedes, João; Dias, RuiA desindustrialização na Europa, especialmente em Portugal desde a Revolução do 25 de Abril, tem gerado preocupações que requerem atenção urgente. A transformação digital está a alterar o panorama industrial, obrigando as empresas a reavaliar as suas estratégias comerciais. Neste contexto, o marketing digital tornou-se essencial para redefinir abordagens no setor. Este trabalho analisa o impacto do marketing digital nas estratégias comerciais da Energest, uma empresa com mais de 35 anos de experiência na conceção e instalação de equipamentos térmicos industriais. A Energest exemplifica a transformação necessária para se manter competitiva num mercado em constante evolução. Até 20% da energia utilizada em processos industriais é desperdiçada sob a forma de calor residual, o que realça a relevância das soluções da empresa, como caldeiras de recuperação. Estas tecnologias ajudam as indústrias a aumentar a eficiência energética e reduzir custos operacionais. A criação do departamento de marketing permitiu à Energest fortalecer a sua presença digital e atingir novos mercados. Este trabalho investiga como a empresa enfrentou desafios da desindustrialização, aproveitando a transformação digital para aumentar a notoriedade e atrair novos clientes. Como resultado, registou-se um significativo aumento da procura pelas soluções da Energest e uma maior visibilidade junto de potenciais parceiros e clientes. A melhoria das práticas de comunicação interna e externa contribuiu ainda para o aumento das oportunidades de negócio, evidenciado por um crescimento expressivo nas interações nas redes sociais e nas consultas de novos clientes.
