CI - APDIS - Associação Portuguesa de Documentação e Informação de Saúde
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A APDIS - Associação Portuguesa de Documentação e Informação de Saúde é uma associação sem fins lucrativos, constituída em 5 de fevereiro de 1991. Tem como finalidade o desenvolvimento da documentação e informação de Saúde no País e a sua articulação com sistemas ou redes nacionais e internacionais, de modo a contribuir para a investigação, formação de pessoal e desenvolvimento de cuidados de saúde em Portugal. Rege-se pela promoção ativa do reconhecimento dos bibliotecários/profissionais de informação da saúde entre os seus pares, perante a tutela e profissionais de saúde/investigadores e ainda perante os doentes e população em geral, em um trabalho que se pretende seja de parceria com as bibliotecas académicas, hospitalares e especializadas, no sentido de promover a literacia em saúde na comunidade.
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- APDIS : passo a passo até à rede de informaçãoPublication . Hungria, Maria Amélia
- APDIS : uma associação (também) vossaPublication . Imperatori, Maria Justina
- The innovation in the continuity : the list of existing periodicals in health libraries and documentation services in portugalPublication . Miguéis, Ana; Sustelo, Arminda; Ferreira, Manuela; Portela, GraçaThe “Associação Portuguesa de Documentação e Informação de Saúde” (APDIS) arouse from a network of libraries and documentation & information centres that work in Portugal with health institutions. Association main purpose is to increment healthcare investigation, training and development towards better healthcare delivery, by helping to provide healthcare information and improve information exchange both at national and international levels. The List of Existing Periodicals in Health Libraries and Documentation Services in Portugal is one of the first professional tools edited by the Association and results from a strong cooperation between health institutions. This effort lead by all APDIS members is already on its sixth edition so far.
- Fontes de Informação em Biomedicina : da simples Meta-Search à personalisável PubMedPublication . Leitão, Rosário BarbosaA necessidade de actualização científica encaminha cada vez mais os clínicos para o uso da Internet. Contudo, o elevado número de fontes de informação em biomedicina, levanta o problema de selecção e interrogação das bases apropriadas. Este artigo tem como objectivo orientar o utilizador na escolha de “sítios” fidedignos, incentivando-o à realização das próprias pesquisas através de indicações simples e concisas. Começando por se abordar metodologias básicas de pesquisa através da Meta-Search, apresentam- se filtros sucessivos de crivagem para apagar o “ruído” de informação pouco relevante. Privilegia-se o enquadramento e a focagem na Medline através da interface PubMed, diferenciando a consistência e a precisão de resultados da linguagem controlada do Medical Subject Heading quando comparada com a linguagem natural. Entre outras vertentes, dá-se especial destaque ao uso do My NCBI para personalizar um espaço na PubMed, não só para guardar equações de pesquisa que permitam a posterior Difusão Selectiva de Informação (DSI) mas também para ajustar os resultados a determinadas preferências de visualização. As sugestões apresentadas, enfatizam a necessidade de utilizar técnicas rigorosas de pesquisa, para que os resultados obtidos abram uma oportunidade de mais e melhor conhecimento.
- As bibliotecas da saúde e os seus profissionaisPublication . Miguéis, AnaTodos sabemos que a sociedade em que vivemos se encontra fortemente marcada pelo desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias. Estas tecnologias, em particular a utilização generalizada e massificada da Internet, preconizaram profundas mudanças nas últimas décadas, não só económicas, mas também sociais, e têm tido um enorme impacto no exercício profissional dos bibliotecários e no âmbito das instituições de saúde em que trabalham. O sector da saúde é, por outro lado, um dos sectores em que emergem e se ampliam novas necessidades de competências profissionais. É, ainda, um dos sectores que emprega mais profissionais com formação superior e avançada, o que determina uma melhoria quantitativa e qualitativa do emprego a nível global no país. É esta uma área em permanente e intensa inovação, o que reforça a competitividade do nosso país, através de actividades de investigação e desenvolvimento científico e tecnológico. Estas actividades requerem um esforço partilhado por múltiplos agentes institucionais e individuais, entre os quais podemos considerar os bibliotecários. É neste ambiente de multiplicidade, de desenvolvimento e de inovação que pretendemos reflectir sobre o papel que desempenham os bibliotecários e as bibliotecas da saúde, encarados numa perspectiva comum de evolução, tendo em conta as tendências que se adivinham. Que competências e que perfis estão em desenvolvimento? De que bibliotecários necessita a Sociedade da Informação, em particular o sector da saúde? Qual o papel que os bibliotecários podem desempenhar face às mudanças que se impõem e às resistências e limitações que os rodeiam? O que é que as bibliotecas da saúde, e os seus profissionais, em particular, podem fazer para melhorar a sua acção? Qual o papel de cada um de nós e que projecto defender pelo conjunto que todos constituímos? Como manter o trilho herdado, que nos dá a nossa identidade, e rumar ao futuro? Muitas são as questões, as dúvidas, as incertezas no que respeita ao nosso futuro, enquanto profissionais e sobre as quais é importante reflectir. Este não é um tema novo nas Jornadas que a APDIS tem realizado ao longo dos anos da sua existência, mas é um tema que, em nosso entender, tem a ver com o nosso percurso profissional e, como tal, nunca será demais reflectir sobre ele. E é isso a que nos propomos nos próximos minutos, sem que tenhamos qualquer outra veleidade que apenas a de nos debruçarmos sobre alguns dos desafios que se colocam.
- Investigação na saúde : o papel das bibliotecasPublication . Meira, MargaridaO Decreto-Lei nº 125/99, de 20 de Abril, estabelece o regime jurídico aplicável às instituições que se dedicam à investigação científica e ao desenvolvimento tecnológico. Este diploma foi, na altura, um primeiro passo no processo de reforma do sistema científico nacional na altura, tendo por intenção dotar o país de instituições de investigação científica e desenvolvimento tecnológico eficazes. No âmbito deste diploma, foram definidos os estatutos das instituições públicas de investigação – os Laboratórios de Estado – e introduziu-se uma nova tipologia de instituições de investigação, denominadas “Laboratórios Associados”. Esta comunicação tem como ponto de partida a experiência numa biblioteca de um Laboratório Associado das ciências da saúde. Que bibliotecas é que temos nesta área, qual o seu papel, o que se espera delas? Será que os responsáveis das instituições, os investigadores e os bibliotecários estão em consonância sobre o que deve ser uma verdadeira biblioteca científica?
- Marketing, comunicação & RP : factores críticos de sucesso das bibliotecas?Publication . Estácio, PedroPartindo da introdução aos conceitos de marketing, comunicação e relações públicas desenvolve-se a reflexão em torno da aplicação dos mesmos ao contexto dos serviços de informação e documentação, através da qual procurará aferir-se se e em que medida podem considerar-se factores críticos de sucesso das bibliotecas e de que modo podem traduzir-se em vantagem competitiva num contexto em permanente mudança. Não basta contudo saber aplicar os conceitos, conhecer ou dominar as técnicas e estratégias de marketing e de comunicação para garantir o sucesso e a vantagem competitiva. Estes dependem igualmente da adopção de “atitudes e comportamentos de marketing” (cultura de marketing), que não podem ser dissociados da aquisição e desenvolvimento de competências específicas nesta área pelo profissionais da informação-documentação (saberes/saber-fazer/aptidões). Adquiridas as competências e criadas as condições para o desenvolvimento de uma cultura de marketing, torna-se possível evoluir para a constituição de “equipas de marketing e comunicação” que se ocuparão do desenho do plano de marketing, aqui entendido como parte integrante do plano estratégico da unidade de informação, sobre o qual se enunciarão sumariamente os principais componentes e objectivos. A concluir, enunciam-se algumas boas práticas que, se deseja, possam contribuir para o sucesso da estratégia e do plano de marketing bem como alguns recursos e ferramentas de apoio ao desenvolvimento dos mesmos.
- Repositório ISCTE : a promoção do acesso livrePublication . Amante, Maria JoãoA criação de um Repositório institucional no ISCTE constituiu uma inovação na organização e, mais especificamente, para a Direcção de Serviços de Biblioteca e Documentação, que liderou este processo. São descritos a metodologia seguida para a concretização do projecto, as vantagens e desvantagens (?) para os vários intervenientes bem como alguns aspectos relativos à plataforma informática utilizada.
- Desafios actuais e aprendizagem ao longo da vidaPublication . Andrade, IsabelTomando como ponto de partida uma breve reflexão sobre os conceitos de educação e formação ao longo da vida e de aprendizagem ao longo da vida, (na língua francesa: “education et formation tout au long de la vie”, e na língua inglesa: lifelong learning), abordam-se os desafios actuais com que os profissionais de informação se deparam numa sociedade onde o factor de sucesso das organizações é a “criação de ambientes de aprendizagem” e onde há que proceder à avaliação crítica de instrumentos de diversa natureza, com vista ao desenvolvimento da “produtividade do conhecimento” e das competências a ele associadas. Ao longo dos últimos anos a abordagem dos problemas da formação, do emprego e do desemprego, tem ocupado um lugar de destaque na agenda internacional, em particular na União Europeia, colocando a sociedade do conhecimento, bem como as tendências económicas da sociedade em geral, (a globalização, a evolução das estruturas familiares, a evolução demográfica e o impacto da tecnologia digital), vantagens e desafios potenciais para a União Europeia e os seus cidadãos. Designando-se a nova economia como knowledge-based economy – a “economia baseada no conhecimento”, e implicando a inovação nas organizações a capacidade de recolher informação, criar novos conhecimentos, disseminá-los e aplicá-los, é hoje indiscutível a importância do conhecimento no desenvolvimento económico. Porque, nas últimas décadas, se constata a emergência de novos conceitos, o de learning economy – a “economia da aprendizagem”, que se baseia na hipótese da aceleração tanto da produção como da destruição do conhecimento e o de knowledge-driven economy – a “economia guiada pelo conhecimento” – que vem alargar o debate com a inclusão de aspectos da esfera social, associados à economia baseada no conhecimento e às novas tecnologias da informação e da comunicação, aborda-se a forma como estes conceitos se ligam a padrões de crescimento baseados em aspetos intangíveis, como o comércio electrónico e a criação das auto-estradas da informação. Por fim, descreve-se o modo como, no espaço europeu, esta problemática da aprendizagem ao longo da vida, aparece reflectida no Livro Branco sobre a Educação e a Formação e no Memorando sobre a Aprendizagem ao Longo da Vida, (onde os conceitos de aprendizagem formal, não-formal e informal aparecem caracterizados: a) aprendizagem formal, que se desenvolve em instituições de ensino e formação, conduzindo à aquisição dos diplomas e das qualificações; b) aprendizagem não-formal, que decorre de acções desenvolvidas no exterior dos sistemas formais, tais como no trabalho, na comunidade, na vida associativa, etc., e que não conduzem necessariamente à certificação; c) aprendizagem informal, resultante das situações mais amplas de vida, e que frequentemente não é individual e socialmente reconhecida), e de que forma associações profissionais, como a IFLA e a EBLIDA, tornaram visíveis os novos papéis e funções multidisciplinares dos profissionais de informação, como agentes de implementação de um paradigma em que a “aprendizagem ao longo da vida”, entendida como “toda e qualquer actividade de aprendizagem, com um objectivo, empreendida numa base contínua e visando melhorar conhecimentos, aptidões e competências”, deve tornar-se um imperativo.
- Implementação de serviços de referência para assistentes digitais pessoais (PDA’s) nas bibliotecas da saúdePublication . Saraiva, PaulaA necessidade por parte dos utilizadores das Bibliotecas de Saúde, de possuir informação com evidência científica, concisa e móvel no decorrer da sua prática clínica e académica diária, por forma a minimizar os erros de diagnóstico, tem constituído um grave problema para estes profissionais de saúde, que necessitam de ter junto de si uma biblioteca portátil 24 horas por dia. Os PDAs (Personal Digital Assistants), pela sua portabilidade e acessibilidade, poderão solucionar este problema, tendo vindo a ser introduzidos com êxito, os serviços para PDAs no seio das Bibliotecas de Saúde. Este estudo teve por objectivo contribuir para a implementação de novos serviços de referência de apoio à decisão dos utilizadores das Bibliotecas de Saúde em Portugal, com recurso aos PDAs, por forma a garantir-lhes autonomia e mobilidade nos seus locais de trabalho, indagando as bibliotecas de saúde portuguesas e europeias, sobre esta nova oportunidade de intervir no apoio aos seus utilizadores e averiguando que tipo de serviços estão dispostas a oferecer. A metodologia utilizada foi o inquérito por questionário, às Bibliotecas de Saúde Portuguesas e Europeias, assim como, entrevistas a utilizadores de PDAs em medicina. Concluiu-se, que a utilização dos PDAs em medicina é já um processo irreversível, sendo missão das Bibliotecas de Saúde Portuguesas, acompanhar a evolução destas tecnologias móveis, por forma a introduzi-las gradualmente, nos futuros serviços prestados aos seus utilizadores.
