Percorrer por autor "Vieira, Marta"
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- Ensinar através da modelação matemática : uma primeira discussão baseada numa experiência de ensino no 4º ano de escolaridadePublication . M. L. Martins, Fernando; Vieira, Marta; Reis, Diogo; Ribeiro, MiguelA modelação matemática como ambiente de aprendizagem é, atualmente, considerada uma metodologia que se fundamenta na conjugação da resolução de problemas com referência na realidade envolvente. A sua implementação na sala de aula permite que os alunos assumam um papel de relevo na enunciação de tais situações baseadas na resolução de problemas e na busca da(s) sua(s) solução(ões) sendo, também por isso, encarada como uma das formas de potenciar aprendizagens matemáticas significativas, participando os alunos ativamente no processo e sendo (co)responsáveis pelo conhecimento do grupo através da partilha e discussão sistemática das soluções encontradas. Para uma plena aplicação da modelação matemática como ambiente de aprendizagem o conhecimento do professor assume um lugar de destaque, não só no que concerne à metodologia em si mas também relativamente aos temas matemáticos e suas possíveis conexões. Neste texto iremos apresentar uma experiência de modelação matemática como ambiente de aprendizagem realizada no 1.º Ciclo do Ensino Básico, à volta de uma tarefa envolvendo sequências.
- Gostar e o aprender: utilização do portefólio no 1º cicloPublication . Vieira, Marta; Pinto, JorgeQuando falamos de avaliação associamo-la normalmente a situações formais, que ocorrem em momentos específicos e cujo objetivo é verificar o aprendizado do aluno. No entanto, a avaliação formativa tem outras funções e outras práticas. O conhecimento do professor pode ser mais apoiado para uma ação pedagógica mais eficaz sobre como os alunos vivem tarefas específicas na sala de aula. Para que isso aconteça, é necessário que a avaliação seja usada na vida quotidiana, onde os alunos refletem sobre o que aprenderam e o significado que atribuem às diversas tarefas executadas durante um determinado período de tempo. Este é um dos mais interessantes efeitos do portefólio. A sua utilização no 1.º ciclo do ensino básico é muito interessante por diversos motivos, dos quais se destacam o facto de os alunos, em início de escolaridade, refletirem sobre a sua aprendizagem e o professor conhecer o sentido dado às diferentes tarefas executadas. Este estudo tem como principal objetivo compreender como o uso do portefólio contribui para que alunos e professores construam um diálogo de reflexão sobre as atividades do estudo do meio desenvolvidas em sala de aula. Neste estudo participaram 26 alunos de uma turma do 2.º ano de escolaridade (7-8 anos). Segue uma abordagem qualitativa, assumindo uma metodologia inspirada na investigação-ação. Os dados foram recolhidos através da observação, de entrevistas de explicitação e da análise de documentos. Os dados foram analisados através de análise de conteúdo e permitiu perceber que os alunos distinguem de forma clara as tarefas em que mais aprenderam daquelas de que gostaram mais. A mesma tarefa não foi escolhida pelo mesmo aluno simultaneamente, como aquela em que aprendeu mais e a que mais gostou. As justificações apresentadas pelos alunos entre o gostar e o aprender apontam para algumas características de diferenciação. A qualidade da explicitação acerca das tarefas foi sendo mais desenvolvida e clara com o tempo. Verificou-se que a utilização do portefólio revelou potencialidades, por contribuir para um melhor conhecimento dos alunos enquanto aprendentes e por constituir um contexto de interações proveitosas para a aprendizagem.
- O portefólio na área do estudo do meio no 1º ciclo do ensino básicoPublication . Vieira, Marta; Pinto, Jorge
- Projeto Replay, colaboração com Opo´Lab - design de brinquedos através de reciclagem criativaPublication . Vieira, Marta; Oliveira, RaquelNuma época em que as tecnologias assumem um papel tão predominante, promovendo o isolamento e o individualismo das crianças, é importante criar brinquedos que desenvolvam as capacidades de empatia, de partilha, de interação e altruísmo. Devemos educar as crianças, para a consciência, de que as suas escolhas terão sempre consequências. Ao incentivarmos, a que questionem as suas próprias decisões e escolhas, estimulamos o seu envolvimento, e consciência da responsabilidade do seu papel no mundo. Esse é o objetivo do projeto Replay, envolver as crianças na criação de um brinquedo. As crianças são incluídas no processo, desde o objeto que descartam, à desmontagem do brinquedo, ao entendimento dos diversos elementos que os constituem. São claramente comprometidas na escolha do brinquedo a ser criado, desde a seleção do plástico, ao processo de fabrico, e por fim, à manipulação e intertação com com colegas e adultos. O objeto brinquedo é um modelo que constitui parte de uma memória (Paiva & Santos, 2017) com este projeto pretende-se que esta memória seja perpetuada, através de escolhas conscientes, tendo como foco, um futuro mais sustentável. O presente documento é o relatório do estágio realizado no Opo’Lab, e descreve a minha participação em várias etapas e atividades, e o acompanhamento do projeto Replay. A experiência, foi o ponto de partida para um projeto interventivo, de carácter social, dentro das comunidades de São Tomé e Príncipe, que, com o apoio da Missão Dimix, resultou na criação de um brinquedo, com função educativa, que alerta para a acumulação de desperdício,uma das enormes problemáticas destas ilhas, e a urgência da reutilização de plástico descartado, através das máquinas da Precious Plastic, atribuindo-lhe novas utilidades, e um maior ciclo de vida.
