Browsing by Author "Gaspar, Carlos"
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- Afeganistão : Quo Vadis?Publication . Reis, Bruno Cardoso; Pinto, Cândida; Rodrigues, Carlos Coutinho; Gaspar, Carlos; Branco, Carlos; Noivo, Diogo; Rodrigues, Domingos; Simão, Licínia; Pinto, Luís Valença; Saraiva, Maria Francisca; Freire, Maria Raquel; Pures, Nuno Lemos; Seabra, Pedro; Rato, Vasco
- A Aliança Atlântica e o método dos alargamentosPublication . Gaspar, CarlosEm dois momentos cruciais – durante o período da fundação da Aliança Atlântica e depois do fim da Guerra Fria, quando a sua continuidade foi posta em causa – a comunidade de defesa transatlântica recorreu ao método dos alargamentos para consolidar a sua centralidade na arquitectura de segurança ocidental e o seu lugar chave como garante dos equilíbrios e da estabilidade estratégica regional e internacional. Entre 1948 e 1955, desde as primeiras conversações tripartidas acerca do pacto, até à integração da República Federal da Alemanha na Organização do Tratado do Atlântico Norte, os alargamentos sucessivos da Aliança Atlântica definiram a sua natureza e o seu estatuto. A seguir a 1991, esse método foi recuperado, quer para receber a Polónia, a República Checa e a Hungria, quer para abrir as portas à Rússia, à Ucrânia e outros antigos adversários. Esse processo entrou numa fase crucial com o 11 de Setembro e a aproximação de uma nova fase do alargamento
- AUKUS e os interesses de segurança e defesa no Indo-PacíficoPublication . Cruz, Bernardo Ivo; Reis, Bruno Cardoso; Gaspar, Carlos; Soller, Diana; Rodrigues, Domingos; Neves, Nuno Correia; Nunes, Isabel Ferreira; Tomé, Luis; Freire, Maria Raquel; Daehnhardt, Patrícia; Rato, VascoAUKUS E OS INTERESSES DE SEGURANÇA E DEFESA NO INDO-PACÍFICO” é o tema em análise no IDN Brief de novembro. Dez especialistas refletem sobre as consequências do novo acordo de “segurança reforçada” entre os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.
- BrexitPublication . Hayes, Kirsty; Bongardt, Annette; Torres, Francisco; Coutinho, Francisco Pereira; Gaspar, Carlos; Daehnhardt, Patricia; Nunes, Isabel FerreiraAo longo dos anos o Reino Unido (RU) acumulou privilégios e exceções, obstruindo permanentemente o processo de integração europeia. Em 29 de março de 2017 invocou o artigo 50 para a saída da União Europeia (UE), decisão democrática que envolveu um referendo, confirmado várias vezes no Parlamento por maiorias esmagadoras e pelo resultado das eleições gerais de junho de 2017. Trata-se de um desenvolvimento positivo e necessário, visto que a União tem de salvaguardar a sua integridade e avançar com o projeto de integração europeia. Por outro lado, a UE também não pode permitir que ex-membros obtenham concessões ou privilégios que estão reservados aos membros da UE (que têm obrigações) e que iriam minar o normal funcionamento da União e o projeto político de integração. Por isso, a UE não pode ceder a tentativas de abuso dos benefícios do clube através do tipo de “Brexit” (eufemisticamente denominado “soft Brexit”, acordos à medida ou de transição e similares) que alguns no RU parecem reclamar.
- China 2049Publication . Gaspar, Carlos; Costa, Cátia Miriam; Cardoso, Diogo; Silva, Jorge Tavares da; Tomé, Luis; Rato, Vasco; Rios, XulioAs relações formais da China com a Europa comunitária tiveram início em 1975, ainda antes da “abertura ao mundo” encetada por Deng Xiaoping. Dessa aproximação estratégica viriam a resultar intensas ligações, sobretudo comerciais, beneficiando as duas partes. Ao longo ciclo de convergência política, económica e diplomática nas relações sino-europeias sucedeu uma União Europeia (UE) mais crítica da China. A competição económica entrou numa fase mais intensa e o défice comercial da UE com a China agudizou-se. O PIB chinês ultrapassou o da UE. A Comissão Europeia passa a considerar a China um parceiro negocial, um competidor estratégico e um “rival sistémico”. Uma potência revisionista que defende uma ordem mundial alternativa. Às restrições nas exportações de tecnologia de ponta para a China, a UE acopla o “de-risking”. O ciclo de divergência entre a Europa e a China provavelmente vai continuar.
- A Cimeira da NATO em WashingtonPublication . Nunes, Isabel Ferreira; Daehnhardt, Patrícia; Ojanen, Hanna; Gaspar, Carlos; Forsberg, Tuomas; Fiott, Daniel; Gruszczak, Artur
- A Cimeira de Madrid e o novo conceito estratégico da NATOPublication . Daehnhardt, Patrícia; Reis, Bruno Cardoso; Arteaga, Felix; Kaim, Markus; Quencez, Martin; Lorenz, Wojciech; Garcia, Francisco Proença; Gaspar, CarlosA Cimeira da NATO de Madrid foi uma cimeira histórica. A Aliança Atlântica adotou o seu novo conceito estratégico, num contexto radicalmente diferente do ambiente estratégico de há 12 anos atrás, quando, em 2010, o último conceito estratégico da Aliança tinha definido uma política de “reset” com a Rússia. Agora, a Aliança Atlântica depara-se, há cinco meses, com o regresso da guerra à Europa, com a invasão russa da Ucrânia a marcar a nova orientação estratégica da Aliança e a confirmar a deterioração de relações com a Rússia. Na definição do novo conceito estratégico, que decisões foram tomadas na cimeira de Madrid? Como responderam os principais Estados-membros europeus? E como se posicionam Lisboa, Madrid, Berlim, Paris e Varsóvia neste novo contexto estratégico? Este IDN Brief reúne um conjunto de especialistas, nacionais e estrangeiros, para responder a estas e outras questões.
- O conceito estratégico da Aliança AtlânticaPublication . Gaspar, Carlos
- Conflitos, convergências e crisesPublication . Gaspar, CarlosO conflito, a convergência e a crise caracterizam cada um dos três ciclos sucessivos nas relações entre os Estados Unidos e a China durante os últimos sessenta anos. O primeiro ciclo foi dominado pelos conflitos entre a China como nova potência comunista, aliada da União Soviética, e os Estados Unidos, principal potência ocidental. O segundo ciclo definiu-se pela convergência, ao mesmo tempo tardia e inesperada, entre Washington e Pequim. O terceiro ciclo ficou marcado pelas crises recorrentes no pós-Guerra Fria. Os Estados Unidos e a China representam culturas radicalmente diferentes, têm interesses estratégicos divergentes e estão separados por uma profunda heterogeneidade política. Porém, a indiferença nunca teve lugar nas suas relações mesmo quando a lógica da estratégia faria prever o contrário. No princípio do novo século, a chave da evolução do sistema internacional passou a estar nas suas mãos e tanto Washington, como Pequim, reconhecem as relações bilaterais como a prioridade das respetivas políticas externas.
- As consequências estratégicas da guerra Russo-UcranianaPublication . Gaspar, Carlos
