Percorrer por autor "Fazendeiro, Bernardo Teles"
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- A crise ucraniana e as transformações no espaço pós-soviéticoPublication . Freire, Maria Raquel; Simão, Licínia Maria dos Santos; Dias, Vanda Amaro; Fazendeiro, Bernardo TelesWebinar realizado no dia 7 de Fevereiro de 2022, em colaboração com o Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (CES/FEUC). Coordenadora Prof. Doutora Helena Carreiras, Diretora do Instituto da Defesa Nacional. A moderação será assegurada por Isabel Ferreira Nunes do IDN.
- O espaço pós-soviéticoPublication . Fazendeiro, Bernardo Teles; Freire, Maria Raquel; Dias, Vanda Amaro; Caiser, TomO chamado mundo pós-soviético compreende a Europa de Leste, o Cáucaso e a Ásia Central tendo a Rússia procurado, de maneira cada vez mais visível, assumir um papel assertivo em toda esta vasta região geográfica. Porém, somente na Ásia Central esse posicionamento não se traduziu, até à data, em qualquer intervenção militar direta. Este artigo parte de uma perspetiva comparativa para analisar a inexistência de manifestações de intervencionismo russo na região, em comparação com o eclodir de guerras no Cáucaso e na Europa de Leste. Esta análise centrar-se-á no exame de características políticas, económicas e geográficas regionais especificas na região do Cáucaso e Europa de Leste que possam fomentar uma ação agressiva da Rússia naquela parte do mundo pós-soviético.
- Novos desafios da EuropaPublication . Brandão, Ana Paula; Palmeira, José; Alves, Mafalda Pinheiro; Eugénio, António; Silva, Hélder Sousa; Cardoso, João Costa; Amorim, António Guedes de; Ferreira, Bruna; Carvalho, João Paulo; Mota, Sarah da; Freire, Maria Raquel; Fazendeiro, Bernardo Teles; Instituto da Defesa NacionalEste artigo analisa o nexo entre a Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD) e o Espaço de Liberdade, Segurança e Justiça (ELSJ) da União Europeia (UE), explorando a evolução das narrativas e práticas que sustentam esta interligação. A investigação parte do quadro conceptual da governação da segurança, que enfatiza a densidade de interações entre atores em espaços definidos por geografia, institucionalização e autoridade normativa. Através de uma análise temática qualitativa de documentos oficiais da UE e do estudo de casos da Operação Sophia e da missão EUAM Ucrânia, o artigo identifica os formatos cooperativos, os avanços institucionais e os desafios persistentes à coordenação entre as duas áreas. A investigação revela uma tendência de subordinação das missões da PCSD a lógicas de segurança interna coletiva, com destaque para o controlo de fronteiras, migração irregular e terrorismo. Apesar dos progressos em matéria de formação, partilha de informação e uso de recursos mútuos, persistem barreiras políticas, jurídicas e operacionais que comprometem a eficácia da cooperação. O artigo conclui que, num contexto de ameaças híbridas e instabilidade geopolítica, é imperativo reforçar os mecanismos de coordenação e formular uma estratégia específica para o nexo PCSD–ELSJ, acompanhada de planos de ação e relatórios de progresso, garantindo transparência, eficácia e controlo democrático
