Percorrer por autor "Carvalho, Luísa Serrano"
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- Aprender sem idadePublication . Carvalho, Luísa Serrano; Ferreira, IsabelO envelhecimento da população assume-se como uma realidade cada vez mais premente no nosso país, apontando, as estatísticas, para um acentuar deste fenómeno nos próximos anos. Envelhecimento não se apresenta, no entanto, como sinónimo de inatividade, inutilidade ou perda total de capacidades, pelo que, reconhecendo que a educação é permanente, que a aprendizagem se faz ao longo da vida, a educação pode constituir-se como uma mais-valia para os idosos, fomentando a construção de novos objetivos e projetos de vida. As Universidades Seniores emergem, neste contexto, como uma resposta educativa e social, através da qual se fomenta a integração e permanência dos idosos nas estruturas sociais e se contribui para o seu bem-estar, por meio da promoção de atividades de aprendizagem, lazer e convívio. Através de um estudo realizado junto dos indivíduos que frequentavam a Universidade Sénior de Elvas pretendeu-se analisar o papel das universidades seniores no quotidiano dos idosos, partindo precisamente da análise das experiências, perceções e expetativas dos indivíduos. Os resultados remeteram para um claro impacto da universidade sénior no quotidiano nos idosos, com especial ênfase na sua vertente formativa/educativa. Não obstante uma dimensão social, de lazer e de convívio, os resultados vincaram a componente de aprendizagem ao longo da vida, enquanto ponto de partida e de chegada dos que frequentam a instituição.
- Educação inclusiva e liderança: o papel do diretor de agrupamento de escolasPublication . Passarudo, Joaquim; Carvalho, Luísa Serrano; Panaças, Maria LuísaA educação inclusiva apresenta-se hoje como um desafio à escola tal como a concebemos. Todo o processo de ensino aprendizagem deve ser pautado pelos princípios da igualdade de oportunidades educativas e sociais a que todos têm direito. O quadro legislativo que prevê esta inclusão tem vindo a sofrer alterações ao longo do tempo, mas o lema de Uma escola para Todos tem-se mantido, porque sempre se defendeu uma maior responsabilização da escola para o processo de inclusão de alunos com algum tipo de NEE. Um objetivo tão amplo, na opinião de Correia (2005) só pode ser alcançado se houver colaboração e cooperação entre todos os intervenientes do processo educativo dos alunos, designadamente líderes da escola, professores, profissionais especializados, alunos e respetivas famílias. Este artigo dá conta de alguns resultados de um estudo de caso no qual se procurou conhecer a importância da liderança, em particular dos diretores de escolas, no desenvolvimento de práticas, culturas e políticas promotoras de uma educação inclusiva de qualidade assim como verificar o modo como os documentos estruturantes de um agrupamento espelham essas mesmas políticas.
- A emergência de práticas educativas promotoras de educação para o desenvolvimentoPublication . Ferreira, Isabel; Marchão, Amélia; Carvalho, Luísa Serrano; Mendes, TeresaA Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED) surge como uma tentativa de honrar os compromissos assumidos por Portugal em diferentes fóruns internacionais e tem como objetivo promover a cidadania global através de processos de aprendizagem e de sensibilização da sociedade portuguesa para as questões do desenvolvimento, num contexto de crescente interdependência. Na origem da Educação para o Desenvolvimento (ED) está uma trajetória de mudança quer no universo da educação quer no do desenvolvimento. No primeiro, alvo do nosso interesse, afirmou-se a complementaridade entre educação formal e não formal e foi-se conferindo uma importância crescente às metodologias participativas. Por seu lado, o desenvolvimento passou a ser assumido como a adoção de exigências comuns de equilíbrio e coesão social, de valorização de princípios de participação e de dignidade. O objetivo do presente estudo é, por meio da investigação-ação, promover a consolidação da ED. Para tal, considerou-se a necessidade de conhecer a abordagem que é feita por diferentes intervenientes, em matéria de ED, para se equacionar uma posterior intervenção. Para o efeito, numa primeira fase, procedeu-se, por meio da aplicação de um inquérito por questionário aos docentes da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Portalegre, à identificação de módulos existentes sobre ED nas unidades curriculares dos cursos de formação de educadores e professores. Numa segunda fase, envolvendo os estudantes, pretendeu-se proceder a uma identificação similar, mas desta feita nos contextos onde os mesmos realizam a (Iniciação à) Prática de Ensino Supervisionada. Convidaram-se os estudantes a incluir tópicos de ED nos planos e instrumentos de observação a aplicar nos contextos educativos formais e não formais onde observam e onde realizam as suas intervenções. Numa perspetiva de investigação-ação, pretendem-se identificar práticas educativas potenciadoras de ED, bem como sensibilizar formadores e futuros profissionais para a importância, inclusão e trabalho em torno da ED.
- Impacto da Educação no Desenvolvimento Sustentável: Uma Análise Territorial com Base nos ODSPublication . Viegas Loures, Ana; Carvalho, Luísa Serrano; Ferreira, Paulo; Almeida, Dora
- A saga do (an)alfabetismoPublication . Carvalho, Luísa SerranoEm Portugal, existem muitos indivíduos que são analfabetos. Por não terem aprendido a ler/escrever, possuem uma estrutura cerebral distinta dos indivíduos alfabetizados, desenvolvendo estratégias próprias de aprendizagem que se podem traduzir em estilos territoriais de aprendizagem.
- "Sem letras" no mundo das letrasPublication . Carvalho, Luísa SerranoAssumindo como objetivo central, identificar e caracterizar eventuais estilos de aprendizagem, existentes em comunidades com elevadas taxas de analfabetismo, a presente investigação centrou-se no estudo dos processos de aprendizagem de indivíduos analfabetos de seis localidades do concelho de Alandroal e compreendeu a realização de um estudo de caso, assente numa metodologia bidimensional. A análise descritiva e inferencial corroborou a hipótese de que foi o facto de os indivíduos se localizarem em comunidades, com determinadas características geográficas, culturais, económicas e sociais, que conduziu ao desenvolvimento de determinados saberes/maneiras de fazer, que se traduziram em eventuais estilos locais de aprendizagem. Sustenta-se que, pela sua localização geográfica e pelas dinâmicas comunitárias existentes, os contornos/singularidades do processo de aprendizagem dos inquiridos das localidades de Ferreira de Capelins e, essencialmente, de Juromenha, apresentaram-se com especial relevância.
- Universidades da Terceira Idade: dimensão educativa e socialPublication . Carvalho, Luísa Serrano; Fonseca, MariaDeparamo-nos, em Portugal, com uma nova realidade, na qual se evidenciam o aumento da longevidade e o envelhecimento populacional. As novas características da população implicam repensar o perfil das entidades reconhecidas formalmente pelo Estado como respostas sociais para os idosos e a sua capacidade para (cor)responder às necessidades e interesses dos mais velhos. As Universidades da Terceira Idade (UTI) constituem uma resposta socioeducativa, promovendo o emporwerment, o convívio em detrimento da solidão, e o bem-estar físico e psíquico dos mais velhos. Muitos idosos parecem encontrar, nestas instituições, resposta para as suas necessidades de integração social, reconhecendo-se e valorizando-se os saberes adquiridos ao longo da vida. No entanto, as UTI não são reconhecidas pelo Estado como uma resposta social. Com o intuito de se contribuir para a investigação nesta área, pretende-se, através de um estudo de caso, evidenciar, além do papel educativo, o papel social das UTI, nomeadamente da Universidade Sénior de Monforte. De referir que também a Associação Rede de Universidades da Terceira Idade (RUTIS) se move, presentemente, pelo reconhecimento social das mesmas através de uma petição pública.
