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Caracterização da atividade antioxidante de sumos verdes comerciais e os seus equivalentes manufaturados, ao longo do tempo

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Resumo(s)

Enquadramento: As preocupações com a saúde e a procura de novos produtos têm crescido por parte de um consumidor mais exigente e informado. No entanto, a informação quantitativa nos rótulos das embalagens, respeitante à capacidade antioxidante, é frequentemente insuficiente. Objectivos: Caracterizar e comparar o efeito do tempo na capacidade antioxidante de um sumo verde comercial e o seu equivalente manufaturado. Métodos: 7 amostras independentes de um sumo comercial (C) e 7 amostras independentes do sumo verde equivalente manufaturado (M) foram sujeitas a uma extração hidro-metanólica (1:2). As amostras foram sujeitas a análise para determinar o teor de Fenóis Totais (FT) e a atividade antioxidante através do teste FRAP (Ferric Reducing Antioxidant Potential) e do teste de DPPH (2,2-diphenyl-1-picryl-hydrazyl-hydrate). Os testes foram realizados em triplicado, em 3 momentos: após abertura/confecção (t0), após 24h (t1) e após 72h (t2). Foi aplicado ANOVA de medições repetidas e avaliada a interação entre os fatores independentes e os fatores de medições repetidas. Resultados: Para os valores de FT e DPPH foi obtida uma interação significativa entre o fator independente do sumo e o de repetição no tempo (p <0.001), logo as comparações devem ser feitas com cuidado. Mesmo assim a potência observada (superior a 80%) sugere que os efeitos observados não se devem ao acaso. Assim o tratamento estatístico sugere, para FT que os valores de sumo comercial são significativamente superiores e para o DPPH, os são valores significativamente superiores no sumo comercial apenas para (t1). Sugere ainda que tanto para FT como para DPPH existe um comportamento significativamente diferente entre os dois sumos ao longo do tempo. Em relação ao FRAP, a ausência de interação entre os fatores legitima a comparação entre os sumos e entre os momentos, de forma independente. Neste caso foram observadas diferenças entre os sumos, com valores de FRAP superiores para o sumo comercial (p<0.001). Conclusão: Os parâmetros analisados para os sumos comerciais e manuais revelaram diferenças para os 3 momentos estudados e sugerem vantagens nas propriedades antioxidantes do sumo verde comercial.

Descrição

Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

Palavras-chave

Sumo Verde Vegetais Antioxidantes Fenóis Totais FRAP DPPH

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