Publicação
O risco climático físico e de transição no mercado de ações e criptomoedas
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Economia e Gestão | |
| dc.contributor.advisor | Domingues,, Renato Heitor Correia | |
| dc.contributor.author | Santos, José Carlos Silva | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-11T12:45:01Z | |
| dc.date.available | 2026-02-11T12:45:01Z | |
| dc.date.issued | 2025-03-13 | |
| dc.date.submitted | 2026-02-11 | |
| dc.description.abstract | Este estudo analisou a relação entre o risco climático e os índices de ações do sul da Europa, utilizando o Physical Risk Index (PRI) e o Transition Risk Index (TRI), ambos constituintes do Climate Risk Index (CRI), desenvolvido por Bua et al. (2024). Os dados estão compreendidos entre o período de 2016 a 2023, abrangendo eventos climáticos extremos e mudanças na regulamentação ambiental. Os resultados revelaram que o risco climático influência os índices de ações, mas de formas distintas. O Physical Risk Index (PRI) teve impacto positivo nos índices IBEX35 e FTSEMIB, possivelmente devido à presença de empresas de energia renovável nesses índices, como Iberdrola, Endesa, Naturgy, Siemens Gamesa, Enel e Terna, que se podem beneficiar de eventos climáticos extremos. Por outro lado, o Transition Risk Index (TRI), apresentou um impacto negativo nesses mesmos índices, refletindo a aversão dos investidores às incertezas associadas à transição para uma economia de baixo carbono. Essa reação pode ser atribuída à presença de grandes empresas de combustíveis fósseis, como Repsol e Saipem, que enfrentam custos operacionais elevados para adaptação tecnológica. O facto da Bitcoin e a Ethereum, não representarem diretamente uma empresa, faz com que não se enquadre na economia real, sendo movimentado devido à procura e oferta, e à confiança dos investidores, o que faz com que não se verifique impacto do TRI ou do PRI, embora para a mineração destas criptomoedas exista uma pegada de carbono significativa. Este estudo contribui para a literatura financeira ao demonstrar a relevância de considerar simultaneamente os riscos climáticos e a volatilidade dos criptoativos na análise dos mercados financeiros. As descobertas destacam a importância de estratégias de redução de risco que incorporem variáveis climáticas e digitais. | por |
| dc.identifier.tid | 204189551 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/61645 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.uri | N/A | |
| dc.title | O risco climático físico e de transição no mercado de ações e criptomoedas | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.grantor | Instituto Politécnico de Tomar | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Auditoria e Finanças |
