Repository logo
 
Publication

Os laços transatlânticos e as indústrias de defesa.

dc.contributor.authorFragoso, Luís
dc.date.accessioned2016-03-14T14:26:54Z
dc.date.available2016-03-14T14:26:54Z
dc.date.issued2006
dc.description.abstractCom o presente trabalho pretende-se analisar as relações transatlânticas, o seu historial, evolução e presente, bem como avaliar o impacto da evolução dessas relações nas indústrias de defesa e verificar se existe cooperação ou concorrência. As relações transatlânticas ganharam importância ao longo do século XX tendo como momentos mais significativos a participação activa e determinante dos Norte Americanos nas duas Guerras Mundiais. Após o fim da II Guerra Mundial, perante a ameaça expansionista Soviética sobre a Europa, os EUA sentindo-se forçados a intervir de novo militarmente na Europa, promoveram a constituição de uma Aliança transatlântica, a OTAN. Esta Aliança entre os EUA, o Canadá e a Europa Ocidental, formalizou e tornou operacionais os laços transatlânticos. Ao longo dos quarenta anos de conflito latente Leste – Oeste, a par do equilíbrio nuclear entre as super potências, assistiu-se a uma corrida aos armamentos entre os blocos antagonistas. O fim da Guerra-Fria provocou uma alteração radical na cena internacional. Com o fim da ameaça soviética terminou a corrida aos armamentos, a OTAN deixou de se preocupar com a defesa do seu território e passou a dar ênfase a um papel de organização de segurança regional preocupada com a pacificação dos múltiplos conflitos que entretanto eclodiram, os EUA emergiram como a única super potência global e, simultaneamente na Europa, os países da CEE decidiram, através do Tratado de Maastricht, transformar-se em União Europeia e assumir duas novas dimensões, uma no âmbito judicial e da segurança interna e outra visando a construção de uma Política Externa e de Segurança Comum. Estas alterações na cena internacional tiveram consequências determinantes na evolução das indústrias de defesa dos dois lados do Atlântico. Durante a Guerra-Fria, apesar das intenções proclamadas no Tratado do Atlântico Norte e dos sucessos na normalização e inter-operacionalidade do equipamento e armamento no seio da Aliança, a cooperação entre as indústrias europeias americanas e europeias não foi significativa. Com o fim da Guerra-Fria, a grande redução da procura de armamentos tornou excedentária a capacidade de produção instalada no espaço euroatlântico. Tal facto obrigou as indústrias a levar a cabo alterações profundas na forma de cooperar e competir. Apesar das limitações impostas pelos estados de um e do outro lado do Atlântico, as empresas têm explorado as oportunidades de cooperação e concorrência que face às circunstâncias melhor sirvam os seus interesses.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/12263
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherIUMpt_PT
dc.subjectRelações transatlânticaspt_PT
dc.subjectIndústria de Defesapt_PT
dc.subjectEvoluçãopt_PT
dc.subjectInteroperabilidadept_PT
dc.subjectEquipamentopt_PT
dc.subjectArmamentopt_PT
dc.titleOs laços transatlânticos e as indústrias de defesa.pt_PT
dc.title.alternativeCooperação ou concorrência?pt_PT
dc.typeother
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeotherpt_PT

Files

Original bundle
Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
20 - CMG Macieira Fragoso.pdf
Size:
4.01 MB
Format:
Adobe Portable Document Format
License bundle
Now showing 1 - 1 of 1
No Thumbnail Available
Name:
license.txt
Size:
1.85 KB
Format:
Item-specific license agreed upon to submission
Description: