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Screening Assessment of Sensory Integration (SASI) – Research Ed. v.2.2.: contributo para a validade discriminativa em crianças dos 6 aos 7 anos e 11 meses

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Objetivos: Contribuir para a validade discriminativa da Screening Assessment of Sensory Integration (SASI) Research Ed. v.2.2. entre grupos conhecidos, tanto na pontuação total como nos sete domínios que constituem a prova. Métodos: Neste estudo metodológico e transversal foi utilizado uma amostra não probabilística por conveniência composta por 42 crianças entre os 6 e os 7 anos e 11 meses. A amostra foi dividida em dois grupos: um com 21 crianças com desenvolvimento neurotípico e outro com 21 crianças com problemas de neurodesenvolvimento, sendo os dois grupos homogéneos relativamente ao género e à idade. A recolha da amostra foi realizada maioritariamente pela investigadora em vários agrupamentos escolares em Portugal Continental e em clínicas. Para a amostra das crianças com problemas de neurodesenvolvimento contou-se com o contributo de três terapeutas ocupacionais. Houve ainda uma terapeuta ocupacional que disponibilizou os dados de crianças com desenvolvimento neurotípico. Relativamente à análise dos dados, usou se estatística descritiva para a caraterização da amostra, nomeadamente a análise de frequências. Para a variável idade recorreu-se à análise da média, do desvio padrão, do mínimo e do máximo. Posteriormente, utilizou-se a estatística inferencial para averiguar a validade discriminativa entre grupos conhecidos. Como se verificaram valores dentro da normalidade ou desvios pouco severos à mesma, recorreu-se ao teste t de Student para Amostras Independentes para comparar os dois grupos, nos sete domínios e na pontuação total da SASI v.2.2. O d de Cohen foi tido em conta para avaliar a magnitude de efeito. Resultados: O teste t de Student para Amostras Independentes revelou diferenças extremamente significativas entre os dois grupos (para p < 0,001) em todos os domínios e na pontuação total, revelando o d de Cohen uma magnitude de efeito grande. As crianças com problemas de neurodesenvolvimento apresentaram resultados inferiores aos das crianças com desenvolvimento neurotípico. Conclusões: Este estudo comprovou que a SASI v.2.2. conseguiu ter uma boa capacidade discriminativa entre os dois grupos estudados e que é uma mais-valia para os terapeutas ocupacionais, pois possibilita a realização de uma avaliação completa e de confiança baseada na evidência científica.

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Palavras-chave

Integração sensorial Crianças Screening Assessment of Sensory Integration (SASI) Validade discriminativa

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