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Publicação

Processo de luto: A vivência dos familiares cuidadores de pessoas com demência

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorAbreu, Wilson
dc.contributor.authorRocha, Raquel Maria
dc.date.accessioned2018-03-05T12:28:44Z
dc.date.available2018-03-05T12:28:44Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractGlobalmente continua a aumentar o número de pessoas com demência, torna-se imperativo intervenções especializadas pelos enfermeiros na pessoa doente e no familiar cuidador, durante toda a doença, incluindo o apoio no processo de luto de acordo com a sua vivência e necessidades. Assim surgiram os objetivos: analisar a vivência do luto após a partida do seu familiar, analisar a influência da sobrecarga, do estado de dependência, do estado da demência, da religiosidade/espiritualidade e da intervenção de enfermagem no luto e em como este influencia o sono do familiar cuidador. Metodologia: Realizou-se um estudo qualitativo, fenomenológico, descritivo e transversal, em participantes selecionados de forma aleatória, usando a entrevista semi-estruturada. Os dados obtidos foram sujeitos a uma análise de conteúdo segundo Bardin, identificando 19 categorias: sentimentos após a morte, reorganização da vida no processo de luto, recordação do familiar, apoio informal no processo de luto, sentimentos durante a prestação de cuidados ao familiar, consequências durante essa prestação, reação aquando do diagnóstico de demência, sentimento(s) ao longo da progressão da demência, reações na primeira, segunda e última fase da demência, apoio(s) na prestação de cuidados, nos últimos dias de vida do seu familiar e após a morte do familiar, apoio dos enfermeiros, influência da fé na sua vida e no processo de luto, sonhos com o seu familiar e alterações no sono após a morte do seu familiar. Resultados: Verificou-se que ocorrem sentimentos e reações ambíguos nos familiares cuidadores, não há respostas a todas as necessidades dos familiares e doentes, pois apesar de existirem apoios, não são especializados para as pessoas que lidam com a demência. Toda esta vivência do familiar cuidador concorre para um processo de luto “normal” ou patológico. Conclusão: Os objetivos foram atingidos, apesar de serem sete participantes, evidenciando que existem fatores intrínsecos e extrínsecos ao familiar cuidador de pessoas com demência que influencia o processo de luto, sendo que os enfermeiros especialistas em saúde mental e psiquiatria têm de ter conhecimentos desses fatores, que muitas vezes causam necessidades e alterações físico-psicológicas. Para posteriormente serem realizadas intervenções especializadas e individualizadas desde o início da doença, passando pela fase final e continuando após a morte do doente, prestando apoio ao familiar cuidador. Ainda existe a necessidade dos profissionais e das próprias instituições, como as unidades de cuidados paliativos, desenvolverem competências no cuidar a pessoa com demência e o familiar cuidador.pt_PT
dc.identifier.tid201857570pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/21841
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectFamiliar Cuidadorpt_PT
dc.subjectLutopt_PT
dc.subjectDemênciapt_PT
dc.titleProcesso de luto: A vivência dos familiares cuidadores de pessoas com demênciapt_PT
dc.title.alternativeThe grief: The experience of family caregivers of persons with dementiapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorEscola Superior de Enfermagem do Porto
thesis.degree.nameMestrado em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatriapt_PT

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