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Authors
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Abstract(s)
No atual contexto de crise económica e financeira nacional, torna-se crucial analisar as políticas na área da saúde, com especial relevo nas medidas adotadas no setor do medicamento, dado o peso deste nas despesas de saúde. A hipertensão arterial é a patologia cardiovascular com maior incidência na população portuguesa e também uma das que mais contribui para a despesa com a saúde. Para este estudo, selecionaram-se os medicamentos anti-hipertensores por DCI, comercializados em julho de 2015, por doses e diferentes laboratórios e os respetivos preços com e sem regimes de comparticipação, com o objetivo de perceber a evolução de preços destes fármacos, em Portugal, no período compreendido entre outubro de
2014 e julho de 2015. Verificou-se que, neste período de tempo, houve um aumento de 9,09% no custo
médio total diário dos medicamentos utilizados no tratamento da hipertensão. O PVP médio por embalagem aumentou 7,87%, onde em regime de comparticipação se verificou, em média, um aumento de 14,22% para o utente e 3,38% para o Estado. Concluiu-se ainda que, os encargos do Estado aumentaram, mas em menor
proporção do que o aumento dos encargos dos utentes.
Description
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Keywords
Medicamentos Portugal Anti-hipertensores Preço
