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Authors
Abstract(s)
A presente dissertação pretende abordar o papel dos recursos humanos com especial enfoque
na prevenção do burnout, analisando as perceções tanto dos gestores dos recursos humanos
como dos colaboradores das empresas, relativamente a este tema.
As exigências e as pressões sobre os colaboradores, influenciam o desenvolvimento da
síndrome de burnout, devido a uma combinação de fatores muito variáveis de pessoa para
pessoa, tais como, a despersonalização do próprio indivíduo e a falta de realização profissional
caraterizada por um sentimento de incompetência para a função. Deste modo, é essencial
conhecer as estratégias dos recursos humanos para prevenir o aparecimento ou
desenvolvimento desta síndrome.
Nos tempos de hoje, o mundo organizacional e a sua gestão são, deveras, complexos e
competitivos. Verifica-se que a visão que existe acerca da existência do burnout nas
organizações, é algo que ainda necessita de ser mais debatido e explorado para que deixe de
ser considerado um mito e se encarem as doenças mentais como uma realidade e algo que
merece atenção pela gestão de uma organização, pois, acima de tudo, os colaboradores são
pessoas e não números. Para este fim, foi efetuada uma abordagem qualitativa, assente na
análise documental e na realização de entrevistas, para se perceber quais as perspetivas dos
gestores em relação ao seu papel na prevenção do burnout. Efetuou-se também uma abordagem
quantitativa, com base na aplicação de questionários, para se conhecer a perceção dos
colaboradores e o modo como enfrentam esta síndrome.
Por fim, apresentou-se a conclusão e algumas considerações respeitantes às limitações desta
investigação, bem como, insights para estudos futuros.
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Keywords
Recursos Humanos Burnout Saúde Mental Prevenção
