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O modelo de trabalho “Resiliente” nas Forças Armadas : adotar ou rejeitar, eis a questão!

dc.contributor.authorBoieiro, Olívia Maria César de Sousa Cafum
dc.date.accessioned2022-03-11T15:25:00Z
dc.date.available2022-03-11T15:25:00Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractA crise pandémica COVID-19, que nos assola desde março de 2020, forçou as FFAA, a adotar medidas de mitigação da proliferação desta doença, que permitissem dar continuidade à atividade laboral da organização. A imposição do confinamento obrigatório, levou à realização de trabalho “Resiliente”, isto é, um serviço de prontidão no domicílio. A presente investigação, cujo objetivo foi verificar a possibilidade de implementação do trabalho “Resiliente” nas FFAA numa fase pós-pandémica, visou identificar quais os procedimentos de trabalho adotados durante e após o confinamento, bem como as Lições Aprendidas válidas para alterar o modo existente de como realizar as tarefas, assegurando as boas práticas e a não ocorrência dos mesmos “erros”. A metodologia.de investigação incide num raciocínio indutivo, com recurso à técnica por questionário, utilizando uma estratégia de investigação qualitativa e quantitativa, cujo desenho de pesquisa é transversal, e do tipo estudo de caso. Decorrente da análise dos dados, conclui-se que o modelo de trabalho “Resiliente” pode ser adotado num modelo híbrido, alguns dias por semana e/ou quando a necessidade nas funções em que for aplicável, não alterando a eficácia e a eficiência do nível desempenho do trabalho efetuado, proporcionando assim uma maior motivação e flexibilidade na conciliação trabalho família.pt_PT
dc.description.abstractThe COVID-19 pandemic crisis, which has been plaguing us since March 2020, led the Armed Forces to adopt measures to mitigate the spread of this disease to allow the organization to continue with its regular work activity. With a mandatory lockdown imposed, led to the realization of “resilient” work, i.e., a readiness service from home. This research, whose objective was to verify the possibility of implementing "resilient" work within the Armed Forces in a post-pandemic phase, was aimed at identifying the work procedures adopted during and after the lockdown, as well as the valid Lessons Learned to change the existing way of how to perform tasks, ensuring good practices and the non-recurrence of the same “mistakes”. The research methodology is based on an inductive reasoning, using the questionnaire technique, a qualitative and quantitative research strategy, a transversal research design, and consisting of a case study. As a result of the data analysis, concludes that "resilient" work model can be adopted in a hybrid model, a few days a week and/or whenever necessary, in the functions in which it is applicable, without changing the effectiveness and efficiency of the level performance of work performed, thus providing greater motivation and flexibility in reconciling work and family.pt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/39697
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherIUMpt_PT
dc.subjectTrabalho “resiliente”pt_PT
dc.subjectForças Armadaspt_PT
dc.subjectMétodo de trabalhopt_PT
dc.subjectConfinamentopt_PT
dc.subjectCOVID-19pt_PT
dc.subject“Resilient” workpt_PT
dc.subjectArmed Forcespt_PT
dc.subjectWork procedurespt_PT
dc.titleO modelo de trabalho “Resiliente” nas Forças Armadas : adotar ou rejeitar, eis a questão!pt_PT
dc.typeother
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeotherpt_PT

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