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Abstract(s)
A cultura organizacional é um conceito fundamental que se refere ao conjunto de valores
compartilhados, crenças, normas, comportamentos, rituais e práticas que moldam a
identidade e influenciam o funcionamento de uma organização. Ela representa a
personalidade da organização, distinguindo-a das demais e orientando o comportamento
dos seus membros. Também, o estudo do bem-estar psicológico, tem vindo a preocupar
múltiplas e complexas disciplinas científicas, nomeadamente a psicologia. De facto, tem
se revelado um tema polémico e controverso, em que parece não existir unanimidade numa
definição de normalidade que seja simples, satisfatória e universal. Compreender mais
eficazmente as pessoas e o seu funcionamento psicológico, tem sido o objetivo da
psicologia. De acordo com a natureza e a pertinência do nosso estudo de investigação, este
foi orientado para os seguintes objetivos: Avaliar a tipologia da cultura organizacional
como contributo para a promoção do bem-estar psicológico dos profissionais de lares de
idosos; analisar a tipologia da cultura organizacional, sua variação e influência no bem
estar psicológico dos mesmos profissionais. A amostra do estudo empírico é constituída
por um total de 100 participantes voluntários, de ambos os sexos sendo 33 do sexo
masculino (33%) e 67 do sexo feminino (67%) definindo previamente, como critério de
inclusão, apenas a idade igual ou superior a 18 anos, assim como a antiguidade na
organização igual ou superior a 1 ano. O protocolo de investigação foi constituído por um
Questionário Sociodemográfico, First Organizational Climate and Culture Unified Survey – FOCUS, Quinn & Rohrbaugh, 1981; Van Muijen et al., 1999. Adaptação portuguesa:
Neves, J. (2000), Scales of Psychological Well-Being – SPWB (Ryff & Essex, 1992) Escala
de Bem-Estar Psicológico (EBEP), Versão Reduzida (Novo et al., 1997). A recolha de dados
foi efetuada através da plataforma, Google Forms Office. Os resultados parecem evidenciar
significativamente algumas dimensões da tipologia de cultura, segundo o modelo dos
Valores Contrastantes de Quin, bem como a existência de relação com o bem-estar
psicológico dos profissionais participantes neste estudo. Discutem-se limitações na
investigação e sugestões para futuros estudos, na mesma população, com amostras mais
representativas.
