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Publicação

A cultura e a felicidade organizacional: Estudo de caso da Weezie

datacite.subject.fosCiências Sociais::Economia e Gestãopt_PT
dc.contributor.advisorNeves, Cidália
dc.contributor.authorRodrigues, Inês Filipa Cunha
dc.date.accessioned2021-04-29T10:48:25Z
dc.date.available2021-04-29T10:48:25Z
dc.date.issued2021-03-01
dc.description.abstractNos dias de hoje o tema da felicidade organizacional é cada vez mais relevante para as empresas. Uma organização que se queira destacar por ter um bom ambiente interno, e consequentemente, uma boa vantagem competitiva face a outras empresas, tem de satisfazer os seus colaboradores. Contudo não é suficiente olhar para as dimensões da felicidade e tentar melhorá-la. Cada empresa tem, subjacente a ela própria uma cultura constituída por várias características que lhe criam uma personalidade própria. Na literatura, a cultura organizacional é definida como sendo uma variável desenvolvida por um dado grupo no seu processo de aprendizagem para solucionar problemas de adaptação externa e integração interna (Schein, 2016). De acordo com o modelo de Quinn & Rohrbaugh (1983), esta cultura pode ser dividida em quatro dimensões diferentes que caracterizam uma empresa sendo elas: cultura de apoio, cultura de objetivos, cultura de inovação e cultura de regras. A felicidade é definida como sendo uma autoatualização e autorrealização do indivíduo, que, obtendo o que deseja, se torna feliz. Este tema está igualmente dividido em dimensões – satisfação no trabalho, envolvimento com a organização (persistência, dedicação e interesse) e compromisso organizacional - e o seu total vai originar o índice de felicidade organizacional de cada empresa. Este trabalho tem como objetivo compreender se existe alguma relação entre o tipo de cultura e o índice de felicidade organizacional na Weezie, empresa onde foi realizado o estágio curricular em que resultou este trabalho. Os resultados obtidos relativamente à cultura da Weezie, e das restantes empresas estudadas, mostraram um predomínio da cultura de apoio, o que obrigou a explorar os restantes tipos de cultura para compreender o que as diferenciava umas das outras. Daqui resultaram duas combinações: cultura de apoio e de inovação e cultura de apoio e de objetivos. Relativamente ao índice da felicidade organizacional, este valor foi calculado com base nos resultados dos diferentes constructos e, para a Weezie, resultou num valor de 3,36. Analisando as diferentes variáveis concluiu-se que as duas que obtiveram menores resultados foi a satisfação no trabalho e o compromisso organizacional. Relacionando as diferentes combinações de cultura e os valores do índice de felicidade organizacional, concluiu-se que quando as culturas existentes nas empresas são de apoio e objetivos, o valor da felicidade é mais elevado.pt_PT
dc.identifier.tid202710955pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/36331
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCultura organizacionalpt_PT
dc.subjectMarketing internopt_PT
dc.subjectFelicidade organizacionalpt_PT
dc.titleA cultura e a felicidade organizacional: Estudo de caso da Weeziept_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorInstituto Português de Administração de Marketing
thesis.degree.nameMestrado em Gestão de Marketingpt_PT

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