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A azulejaria tornou-se ao longo dos séculos uma expressão artística tipicamente portuguesa, sendo o revestimento de fachada uma especificidade desse tipo de arte que tão bem reflecte o antigo gosto português e a memória de tempos idos de casas pitorescas e um modo de vida mais simples. A preservação dessa memória passa inevitavelmente pela conservação dos azulejos e do enquadramento arquitectónico onde se encontram.
O estudo dos materiais, das formas e agentes de alteração que os afectam é vital para a compreensão de cada caso e para a delineação de uma metodologia de intervenção apropriada. É neste sentido que este trabalho apresenta o estudo de vinte edifícios de fachada azulejada, alguns deles já intervencionados.
O estudo insere-se no projecto Azulejar da Universidade de Aveiro e incluiu a recolha de toda a documentação existente relativa a cada edifício, junto do Atelier de Conservação e Restauro de Azulejo de Ovar, levantamento fotográfico e gráfico das formas de alteração e intervenções executadas, realização de fichas e mapeamentos e uma análise das diferentes e semelhantes características entre eles e por fim uma súmula do estado de conservação de cada um.
Concluiu-se que as lacunas e destacamentos de azulejos e de vidrados são as principais formas de alteração, enquanto a humidade, os ciclos molhagem-secagem, os sais solúveis, a colonização biológica e a falta de manutenção são os agentes que mais impacto têm nas fachadas.
Este trabalho procura servir de apoio para estudos futuros com vista à preservação do património azulejar arquitectónico.
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Keywords
Azulejo Fachada Conservação Restauro Formas de alteração Agentes de alteração
