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Publicação

Tempo de intervenção em fisioterapia num serviço de medicina interna

dc.contributor.advisorCosta, Daniela Sofia Albino
dc.contributor.authorCustódio, Ricardo Daniel Simões
dc.date.accessioned2026-04-22T11:32:21Z
dc.date.available2026-04-22T11:32:21Z
dc.date.issued2026-04-06
dc.date.submitted2025-12-03
dc.description.abstractResumo: Enquadramento e objetivos: A fisioterapia nas pessoas internadas envolve intervenções a pessoas com uma variedade de distúrbios que necessitam de reabilitação. A dificuldade com esta variabilidade é alocar adequadamente o tempo para cada uma destas pessoas. Globalmente os tempos médios por sessão divergem entre si e os métodos de distribuição da carga de trabalho são variados. Sendo assim este estudo teve como objetivos, obter dados sobre a duração atual das sessões de fisioterapia em pessoas internadas num Serviço de Medicina Interna (SMI), compreender se o tempo atual seria o tempo ótimo de tratamento na ótica dos fisioterapeutas e perceber que fatores poderiam influenciar o tempo de duração do tratamento. Metodologia: Este é um estudo de coorte longitudinal, que envolveu fisioterapeutas e pessoas internadas no SMI de um Hospital de Agudos. As pessoas internadas e referenciadas para fisioterapia foram avaliadas com o Índice de Barthel pelo investigador principal, os fisioterapeutas registaram através do questionário de registo de sessões (QRS), na 1ª, 2ª e 3ª sessão com a pessoa. O QRS avaliou as variáveis: Tempo atual médio por sessão (TAMS); Tempo ótimo médio na ótica do fisioterapeuta por sessão (TOMS); Tempo por sessão para triagem; Intervenções realizadas; Intervenções que realizaria com mais tempo; Objetivos por sessão. Para analisar os resultados utilizou-se a Subescala do Índice de Barthel Mobilidade (SIBM), que só comtempla a soma dos itens das transferências (0 a 15 pontos), mobilidade (0 a 15 pontos) e subir e descer escadas (0 a 10 pontos). Foram realizados modelos de regressão linear para as variáveis dependentes tempos de sessão de fisioterapia (1ª sessão, TAMS e TOMS). Resultados: Foram incluídas um total de 38 pessoas. A média do SIBM foi 20.9±12.5 pontos. O tempo atual médio por sessão foi de 20.60±6.19 minutos, o tempo ótimo considerado pelos fisioterapeutas foi de 32.58±8.47 minutos, mais 11.98±2.28 minutos do que o tempo médio atual. Nos modelos de regressão ser mais velho e ter melhor pontuação no SIBM demonstraram-se como preditores de um menor tempo TAMS e TOMS, e o Número Total de Comorbilidades não demonstrou associação significativa nos modelos. Conclusão: Ficou demonstrado que no SMI do Hospital Portimão existe uma discrepância entre a duração atual das sessões de Fisioterapia e o tempo ótimo percecionado pelas FTs de 11.98±2.28 minutos. E que as FTs têm plena noção do tempo ótimo por sessão que deveria ser praticado, mas atualmente não o conseguem realizar o que pode comprometer a eficácia dos tratamentos de fisioterapia.por
dc.identifier.tid204295963
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/62827
dc.language.isopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectFisioterapia
dc.subjectCuidados agudos
dc.subjectTempo de tratamento
dc.titleTempo de intervenção em fisioterapia num serviço de medicina internapor
dc.title.alternativeum estudo de coorte longitudinalpor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.grantorEscola Superior de Saúde do Alcoitão
thesis.degree.nameMestrado em Fisioterapia Neurofuncional

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