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Authors
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Abstract(s)
Objetivos: Avaliar a eventual perda de informações entre uma impressão convencional, um scan intra-oral e um scan de laboratório (extra-oral).
Materiais e Métodos: A amostra contém 5 voluntários. Para avaliar a diferença de precisão entre os 3 procedimentos vamos medir a distância entre as fossas centrais e entre as faces vestibulares do 16 com o 26, e a distância entre as cúspides e entre as faces vestibulares do 13 e do 23 na boca do paciente com um paquímetro. Depois é preciso de fazer uma impressão convencional com poliéter (Impregum®) fazendo uma técnica mucocompressiva ou mucodinâmica. Uma vez a impressão feita, temos de vazar com o gesso tipo IV FujiRock® EP em vácuo e medir as mesmas distâncias no modelo com o paquímetro. Para a fase digital, temos de “scanear” o modelo com o scan de laboratório DOF Freedom UHD, imprimir o modelo em resina com a impressora 3D Form 2 e medir as mesmas distâncias. No final a última manobra é “scanear” a arcada do voluntário com um scan intra-oral True Definition Scanner® (3M), imprimir o modelo com a mesma impressora 3D de Formlabs e medir as mesmas distâncias.
Resultados: O scan intra-oral é sempre o mais preciso, a impressão convencional fica muito precisa, mas mostra uma expansão mais importante no sector anterior que no sector posterior. O scan de laboratório fica o menos preciso e parece alargar a arcada em comparação ao modelo de gesso.
Conclusão: Todos esses procedimentos (Impressão Convencional, Scanner intra-oral, Scanner de laboratório) têm uma precisão aceitável, sendo uma diferença mínima. Mas será melhor usar o scan intra-oral para uma prótese até 4 elementos máximo; para uma reabilitação mais ampla é aconselhável usar os dois outros procedimentos.
Description
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas Moniz
Keywords
Impressão Scan Precisão Comparação
