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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Nos últimos anos foi percetível uma rutura nos sistemas de comunicação, houve uma
transformação digital e cultural, alterando a definição de comunidade. Nesse contexto é visível
o paradoxo das tecnologias, benefícios e impactos. Porém a desinformação se destaca, por ir
além da experiência do utilizador com os novos medias, pois afeta diretamente a
consciencialização da sociedade.
Estudos apontam que as tecnologias são fruto da sociedade; então para estudar as tecnologias,
é preciso investigar as ciências humanas. É nesse contexto que esse estudo, faz emergir a
denominação da Humanização Digital.
A Humanização Digital, vem como uma rede de ações para ressignificar a cibercultura a ponto
de criar interações saudáveis, mais inclusão social por meio da comunicação e incentivar o
crescimento de uma sociedade mais livre e consciente dos direitos humanos. Assim,
transcender a inteligência coletiva, por meio da literacia, da colaboração e da liberdade de
tempo e espaço.
Com essa abordagem foi realizada uma investigação qualitativa, tendo como estudo de caso, o
Grupo CRIATIVA, um hub tecnológico. Foi construído um laboratório vivo de interações
cotidianas e entrevistas com stakeholders, resultando em uma árvore de citações, que
demonstrou uma abordagem de ações práticas, que elevam o ser humano à primeira pessoa,
inserindo a Humanização Digital como responsabilidade social. Contudo, foi concluído que a
Humanização Digital deve ser contínua; processos auxiliares de boas práticas devem ser
sempre implementados e constantes, para manter viva essas ações; pois é preciso estar
sempre vigilante, afinal as tecnologias e o ser humano estão em constante evolução e
convergência.
Descrição
Palavras-chave
Humanização Digital Comunicação Cibercultura Inteligência Colectiva Laboratório Vivo
