Publicação
Avaliação e perspetivas de evolução de zonas 30 e de zonas de coexistência nas cidades
| dc.contributor.advisor | Capitão, Silvino Dias | |
| dc.contributor.advisor | Martins, Mário Miguel de Abreu | |
| dc.contributor.author | Cardoso, Susana Crescêncio | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-06T10:43:05Z | |
| dc.date.available | 2026-03-06T10:43:05Z | |
| dc.date.issued | 2025-02-06 | |
| dc.description.abstract | De acordo com os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, cerca de 70% dos acidentes rodoviários com vítimas em Portugal, ocorrem em áreas urbanas. Estes números refletem uma abordagem tradicional que promove a velocidade e a eficiência do tráfego em projetos viários, mesmo em locais com elevada presença pedonal e outros utilizadores vulneráveis, como vias locais ou distribuidoras. Deste modo, torna-se essencial adotar um novo paradigma na conceção de vias urbanas focadas em garantir a segurança de todos os seus utilizadores, particularmente os mais frágeis. Esta transformação pode ser realizada recorrendo a Zonas de Coexistência e Zonas 30. Assim, o presente trabalho, estuda detalhadamente o surgimento e a evolução dessas zonas em diferentes contextos urbanos, com destaque para a relevância do desenho urbano, medidas de acalmia de tráfego e a necessidade de políticas públicas inclusivas. As zonas 30, onde a velocidade máxima é limitada a 30km/h, e as zonas de coexistência, que promovem a partilha do espaço entre diferentes utilizadores, são apresentadas como soluções eficazes para reduzir o risco de acidentes, diminuir a poluição sonora e atmosférica, e aumentar a atratividade dos espaços públicos. A metodologia combina a análise de entrevistas com representantes de municípios acerca da sua experiência com a conceção e implementação de zonas 30 e de coexistência, e a medição do nível de ruído associado à velocidade dos veículos nas povoações de Mira e Águeda. Das entrevistas realizadas parece ainda não haver um padrão claro quanto à forma em que, nos diversos municípios, se procede à conceção e realização de zonas de 30 e de coexistência. Por seu turno, os resultados das visitas de campo indiciam que a redução de velocidade contribuiu para níveis de ruído mais baixos ao mesmo tempo que o aumento da utilização do espaço público pelos peões, devido à sua maior atratividade, conduzirá a menores emissões atmosféricas. | por |
| dc.identifier.tid | 204216273 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/61999 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.uri | N/A | |
| dc.title | Avaliação e perspetivas de evolução de zonas 30 e de zonas de coexistência nas cidades | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.grantor | Instituto Politécnico de Coimbra |
