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O modelo de gestão de crises da União Europeia

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A União Europeia possui uma diversidade de instrumentos que pode usar na gestão de uma crise, atual ou emergente. Esta capacidade de intervenção confere ao atual modelo de gestão de crises da União uma das suas principais características e vantagens. A utilização simultânea desses instrumentos, civis e militares, acarreta, porém, grandes desafios ao nível da coordenação, elemento que é visto como um dos principais inconvenientes do próprio modelo. O presente estudo faz uma análise ao atual modelo de gestão de Crises da União Europeia, centrado na sua arquitetura e nos processos de decisão, de planeamento e de condução das missões e operações de gestão de crises. Para concretizar os nossos objetivos de investigação, recorremos a uma estratégia de investigação qualitativa, baseada numa análise bibliográfica e documental. Tendo as reflexões sido reforçadas através de entrevistas semiestruturadas realizadas a diversos peritos nesta matéria. A análise efetuada permitiu concluir que são necessárias alterações ao modelo europeu, não apenas, nas estruturas de planeamento, de condução e nos princípios de financiamento, mas também, no estabelecimento de doutrina e formação a aplicar nos diferentes instrumentos, independentemente da sua natureza. Estas medidas permitem reforçar a coordenação civil-militar, condição fundamental para tornar mais eficaz a resposta da União Europeia a uma crise, atual ou emergente.
Europe has a variety of instruments that it can use to manage a current or emerging crisis. This ability to intervene gives the current model of crisis management in the European Union one of its main characteristics and advantages. The simultaneous use of these instruments, civil and military, however, presents major challenges in terms of coordination, an element that is been one of the main drawbacks of the model itself. The present study analyzes the current EU Crisis Management model, focusing on its architecture and decision-making processes, planning and conducting missions and crisis management operations. In order to fulfill our research objectives, we proceeded to a rigorous qualitative methodology, based on bibliographical and documentary analysis, and whose reflections were reinforced through interviews with several experts in the field. The analysis shows that changes to the European model are needed, notably in planning and driving structures and funding principles, but also in the establishment of doctrine and training to be applied to different instruments, regardless of their nature. These measures make it possible to strengthen civil-military coordination, which is seen as fundamental to making the European Union’s response to the various threats more effective.

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Gestão de crises União Europeia Coordenação civil-militar Crisis management European Union Military-civilian coordination

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