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Conversão e retenção: Motivações inerentes ao consumo da experiência de voluntariado em Portugal

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As Organizações Sem Fins Lucrativos dependem de voluntários para manterem a sua atividade. Portugal conta com, aproximadamente, 50 000 organizações deste cariz. No entanto, apenas 6,4% da população portuguesa faz voluntariado, o que situa Portugal 12,9 pontos percentuais abaixo da média europeia. Esta investigação pretende, face a este cenário, estudar as motivações que levam os voluntários a iniciar e a continuar a sua experiência de voluntariado, percebendo se estes fatores variam ao longo do ciclo de vida do voluntário. Este estudo adota uma abordagem alternativa à maioria da literatura referente a este tema, apresentando o voluntariado como uma experiência e o voluntário como cliente da mesma. Utilizando uma abordagem qualitativa com dados recolhidos em grupos focais, a presente investigação conclui que: na fase de conversão e de retenção, os fatores predominantes são os fatores motivacionais egoístas, porém as razões mais citadas diferem; na fase de desistência, os fatores predominantes são os fatores situacionais; e, existem variações das motivações ao longo do ciclo de vida do voluntário. São abordadas, também, estratégias de marketing de conversão e de retenção que apresentam, face aos resultados deste estudo, potencial de otimização nas fases assinaladas.

Descrição

Palavras-chave

Conversão Retenção Experiência Organizações sem fins lucrativos Portugal

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

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