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Publicação

Comissão para a Eficácia das Execuções: a actividade do agente de execução: riscos e medidas corretivas

dc.contributor.advisorCandeias, Ricardo Jorge Marques
dc.contributor.authorFerreira, Vitor Nuno Freitas
dc.date.accessioned2016-06-09T13:47:38Z
dc.date.available2016-06-09T13:47:38Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractAcompanhando a ação executiva há alguns anos, tendo passado por todas as reformas como colaborador de agente de execução, denotei que a evolução da mesma tem sido realizada sempre na prossecução dos interesses de quem a esta recorre. O paradigma deste tipo de ações tem-se alterado consubstancialmente, ainda que com avanços e recuos, fruto de todas as alterações legislativas entretanto ocorridas, permitindo sempre uma crescente celeridade embora, possivelmente, não a ideal, na resolução destes processos. Assim, para quem conhece razoavelmente o mundo do processo executivo terá de concordar que quer o próprio processo, quer as funções atribuídas ao agente de execução têm-se adaptado às novas exigências que os tempos modernos vieram reclamar. Antes de mais, o acentuar da crise que desde 2008, sensivelmente, fez subir e muito o número de ações executivas, bem como o número de pessoas e empresas a recorreram ao meio judicial para ver ressarcido o seu crédito. Crescendo o número de ações executivas, cresceu na mesma medida a responsabilidade dos autores judiciários onde se inclui, naturalmente, o agente de execução. Atendendo à própria natureza dos atos que lhe são próprios, sobre o agente de execução recaiu uma espécie de responsabilidade social, competindo-lhe garantir a manutenção da ténue e arriscada fronteira que separa os direitos do exequente dos direitos do executado. Atento a esta “responsabilidade” e de modo a garantir a imparcialidade e transparência das suas funções, houve a necessidade de criar a Comissão para a Eficácia das Execuções (CPEE), um órgão independente, orientado para a supervisão e fiscalização e disciplina destes profissionais. No âmbito do estágio realizado neste organismo, tive o prazer de poder vivenciar e aplicar os meios e procedimentos utilizados para a realização dos seus objetivos funcionais. Foi, no fundo, um órgão de supervisão criado para acompanhar a atividade dos agentes de execução.pt_PT
dc.identifier.tid201178990pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/14016
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectAgente de execuçãopt_PT
dc.subjectFiscalizaçãopt_PT
dc.subjectAuditoriapt_PT
dc.subjectConta clientept_PT
dc.subjectPendência processualpt_PT
dc.titleComissão para a Eficácia das Execuções: a actividade do agente de execução: riscos e medidas corretivaspt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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