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A deficiência intelectual traduz-se por déficits cognitivos concomitantes ao funcionamento adaptativo e que envolvem comprometimentos nos domínios sociais, práticos e conceituais. Para minimizar essas limitações, podem-se utilizar estratégias que promovam a aprendizagem do sujeito com deficiência intelectual. Neste estudo, pretendemos analisar as contribuições da intervenção para a estimulação das capacidades cognitivas de uma criança com deficiência intelectual. Para tal, realizou-se uma pesquisa nos meses de setembro e outubro de 2019, numa escola pública do Brasil, com uma criança do 1º ano do Ensino Fundamental, tendo como objeto de estudo as estratégias de aprendizagem para alunos com deficiência intelectual. Para tanto, recorreu-se a entrevistas e observação participante. A discussão dos dados foi realizada por referência aos pressupostos teóricos de Honora e Frizanco (2008), Vygotsky (1988), Januzzi (2004), Mazzota (2011), Schwartzman e Lederman (2017), Oliveira e Manzini (2016), Buzetti (2015), Pimentel (2018), Boer (2012) e outros, além dos documentos norteadores como o manual da American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD, 2010) e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V, 2014). De uma maneira geral, constatou-se que as estratégias adotadas e os fundamentos teóricos possibilitaram um expressivo desenvolvimento cognitivo da aluna em estudo que se deveu à organização de um planeamento adaptado e com estratégias/recursos específicos que contemplaram as necessidades cognitivas da criança.
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Keywords
Estratégias Aprendizagem Desenvolvimento Cognitivo Deficiência Intelectual
